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quinta-feira, 20 de março de 2014

A Suprema Mensagem


Figura representando um elemento alienígena com mensagem em código binário no círculo alado a si em terreno agrícola e, território terrestre.

A Origem
Estarmos vinculados a uma teimosa reiteração que nos afirme como única população e civilização humana no planeta Terra, é o mesmo que sentirmos-nos no direito de ter uma verdade única, absolutista e por vezes obsoleta perante tamanho autismo e mesmo arrogância no ser humano que somos. Para além das óbvias razões de ainda não sabermos de toda a nossa proveniência, origem e seguimento após a chamada morte.
Estamos assim ante um dilema extraordinário de considerarmos ou não razoável as diversas teorias que nos colocam paralelamente - e inseridamente - dentro dessa mesma esfera de uma de entre milhares ou milhões de civilizações estelares que interagem e se correlacionam entre si.
Naves que circulam nos nossos céus em poder incomensurável e interestelar do que observamos na actualidade em velocidades extremas e de acção imediata em altitudes impensáveis para a nossa aeronáutica mesmo nos dias de hoje em avançadas técnicas que alguns remetem para o conhecimento após Roswell.

A Comunicação
Desde 1960 - no primeiro projecto de procura seres extraterrestres, o «Ozma» e mais tarde em 1974 - que se tenta estabelecer um contacto através do SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence) ou seja, em português «Procura de inteligência Extraterrestre», com as ditas civilizações estelares que nos podem já ter visitado, instruído ou mesmo organizado em hierarquias genéticas, a nossa essência como seres humanos na Terra. Por princípio. Em meados de Agosto de 1977 veio finalmente uma resposta muito original e pouco ortodoxa para o que se esperaria em pronúncia sugestiva: «UAU»!?...E que na gíria popular ou sonoridade vocálica quererá mais não dizer do que a expressão real de espanto ou mesmo estupefacção total. Esta sigla decifrada, descodificada ou como desejarem desencriptada em código binário - em uma vez mais as matemáticas como estradas alternativas (e únicas até agora) nessa massa comunicativa estelar - em números, vogais e consoantes estranhas num seu todo. «6 E Q U J 5», então o célebre: «UAU»!

A Mensagem
Mas haveria de ser só em 2001 que a surpresa viria desses tempos quase remotos de há décadas atrás e que parecia só agora lhes termos chamado à atenção pelo SETI. O radiotelescópio de Arecibo - instalado numa cratera natural das montanhas de Porto Rico - receberia ondas radioeléctricas do Espaço, após exaustivas mensagens terrestres em transmissão sobre a consistência planetária humana em toda a sua origem, modo de vida, aprendizagem e fluência nas diversas línguas e dialectos mundiais e enfim, toda a mundanidade respeitante ao ser humano assim como das suas apetências musicais, nas artes e outras.
A resposta alienígena não se fez mais esperar mas, para pasmo dos demais de entre cientistas e leigos na matéria, esta mensagem viria em espécie de desenho digitalizado por vias de computador ou alta técnica robotizada em solo terrestre, à semelhança de já muitos outros desenhos geométricos em campos agrícolas de extensas áreas. Não sendo novidade pelo empenho, foi-o sem dúvida pela coerente - e surpreendente - análise posterior que matemáticos, físicos e restante comunidade científica fez a este código encriptado, binário uma vez mais, em círculo adjacente à sua figura e semblante alienígena no terreno. Era então esta a suprema mensagem alienígena após exímia análise e descodificação:
- Cuidado com os portadores de falsos presentes e promessas vazias!
- Muita dor! Mas ainda há tempo!...
- Acreditem que há bem lá fora!
- Opomos-nos aos enganos!!!
- (0.0.7) - Escala musical (semelhante a uma campainha...)

A Consciência
Temos de ter a consciência plena de que apesar de poder parecer absurdo - uma vez que há tantas interrogações ainda por responder, objectivar e mesmo chegar a determinadas conclusões efectivas - mas, de um modo geral, estas mensagens há tanto tempo esperadas, registam-se agora de uma forma deveras eloquente e mesmo incisivas ou direccionadas para o nosso planeta Terra. Se não vejamos: do que mandámos em fisionomia encriptada do ser humano, esta nos ser devolvida igualmente mas da sua índole morfológica de cabeça enorme e corpo pequeno (à semelhança do que já suspeitávamos em origem ou espécie alienígena nas muitas descrições dos «cinzentos»). Quanto aos nucleótidos alienígenas estes nos serem revelados como totalmente diferentes dos do ser humano em maior potencialidade etária de vida, ou seja, viverão muitos mais anos do que a nossa existencial vida do berço à campa. Se a nossa média de vida fica por entre os oitenta a noventa anos de ciclo individual - oscilando entre o masculino (menos anos) e no feminino (mais) em estatística apresentada mundialmente, os seres alienígenas nos serem uma incógnita, apesar da efectiva prova científica de que provavelmente viverão então muito mais do que nós, humanos.
Quanto à parte genética: uma verdadeira surpresa! Terão revelado em seu ADN uma parte materna ampliada, a parte paterna extinta (ou inexistente à priori...) repondo-os na condição única talvez, de uma espécie de «clones» não se sabendo se será efectivamente assim em diferenças genéticas individuais ou não, sendo de facto todos iguais como uma cadeia de fabrico em série. Como se disse há pouco, há ainda muitas perguntas ás quais não se obtêm para já grandes e elucidativas respostas do que desejaríamos em prontidão e, exactidão, sobre esta mensagem alienígena no solo terrestre em disco espiral de códigos assentes.

Também não se sabe bem, o porquê de um maior conhecimento terrestre - e dado pelos cientistas - de que esta civilização do dito alienígena com o cilindro de código binário, assim ter feito revelar ao nosso mundo terrestre de que possuía (ele e o seu povo ou civilização) a conquista de dois planetas do seu sistema solar (supõe-se) e mais três Luas que, convenhamos, é muita coisa para o simples e primitivo raciocínio terrestre em que as ambições no Espaço ainda só afluem - e em sondas guiadas - por uma só Lua ( a nossa...) e o planeta vermelho de Marte. Sempre fomos muito humildes...
Só me resta então coadjuvar tudo isto em verdadeira e surpreendente realização de simples e comum cidadã que sou em poder afirmar que me sinto bem mais feliz em ver que «eles» existem, são extremamente inteligentes, desenvolvidos, superiores e...bem, bonitos não sei se poderei tal dizer - sabendo de antemão que deve ser recíproco, o acharem-nos feios que nem bodes (sem ofensa para os bodes...) na raça humana que somos. Mas acima de tudo, não nos serem hostis! Dizem que vêem por bem quando dizem: "Acreditem que há bem lá fora!" - Pois que assim seja afirmo eu - uma vez mais - pelo que reitero, respeito e fico expectante dessa e outras iguais homilias estelares do nosso ou doutros sistemas solares, destes  e de outros planetas ou galáxias deste Universo imenso. Que Deus ou o Uno do Universo assim o permita em paz estelar, em paz universal que nos abarca, abraça e toma a todos como seus filhos únicos em cada uma das suas inúmeras estrelas de um Céu incomensuravelmente grande e...bom, espera-se! Que assim seja!