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segunda-feira, 31 de março de 2014

A Escrita Sagrada


Textos Essénios - Escritos em Rolos de Cobre               Mar Morto

Terão sido de facto os Sumérios a inventar a mais antiga escrita há 6000 anos para comunicar directamente com os deuses ou esta já existiria anteriormente a essa data, mesmo que noutra localização geográfica do globo? E quem a terá introduzido na Terra se de Vichy (França) a Alvão (Portugal) existem para já referências em espécie de coordenadas extraterrestres nesta singular ligação - aérea e terrestre - em estratos geológicos que assim a definem (à escrita) poder ter sido um facto em existência e berço na Península Ibérica em períodos muito anteriores até mesmo dos Sumérios?

Os Segredos da Escrita
Há quase 6000 anos , o Homem inventou um método para guardar o conhecimento: a escrita. A partir de então desenvolveu várias possibilidades para a reproduzir: os sinais gravados em pequenas placas de argila, os símbolos riscados na pedra e, por fim, as letras escritas em livros permitiram-lhes comunicar com os seus contemporâneos e com as gerações que se lhes seguiram ao longo dos milénios.
O homem letrado podia ultrapassar os abismos do tempo e aceder ao conhecimento e à fantasia de épocas passadas. Aquele que sabia escrever tornou-se um mago, capaz de fixar para a eternidade a palavra falada e, portanto, transitória. E, o que era ainda mais importante, podia transmitir a palavra divina ao seu mundo é à posteridade. É pois de admirar que os sinais da escrita fossem considerados símbolos sagrados, parecendo resplandecer com uma aura mágica? Nalgumas culturas eram até vistos como seres vivos, capazes de trazer sorte ou azar.

Palavras de Deus
Ao encontrarem sinais desconhecidos nas ruínas dos templos egípcios, os Gregos chamaram-lhes hieróglifos, designação que significa «escrita sagrada». Era sagrada porque só os sacerdotes a entendiam. Por volta de 3000 anos a. C. os Egípcios inventaram um dos sistemas de escrita mais antigos do mundo, constituído por 700 caracteres, a «Palavra de Deus», que porém não transmitiam só informações: também a sua disposição e forma tinham um significado. O povo do Nilo pensava que a magia podia insuflar vida ao que era reproduzido. Por exemplo: o hieróglifo que representava o som «m» era uma coruja e acreditava-se que este carácter seria realmente capaz de se transformar numa ave e voar da parede onde estava desenhado. A natureza mágica dos hieróglifos levou a uma prática curiosa, como a observada na câmara funerária da princesa Neferuptah, filha do faraó Amenemhat III (1842-1797 a. C.). Todos os símbolos de animais do seu sarcófago foram estropiados: desenharam a víbora sem cauda e a coruja sem patas. Os sacerdotes dos mortos quiseram deste modo evitar que os animais se afastassem do sarcófago; de contrário, o texto perderia o seu efeito mágico.

O Livro Divino
Os utensílios usados pelo escrivão egípcio eram colocados no seu túmulo. A sua posse permitir-lhe-ia descobrir no Além todos os segredos mágicos do livro divino escrito pelo deus Tot - que deu à Humanidade a escrita hieroglífica. Fechava-se assim o círculo: os deuses tinham dado à Humanidade o poder sobre a palavra mágica e oculta, mas os últimos mistérios da escrita estavam reservados ao Além.

A Magia da Palavra
O poder oculto da escrita encontra-se em muitas culturas. Nas traduções gregas da Bíblia, Deus recebe o nome de «Alfa e Ómega», porque, sendo o A a primeira e o O a última letra do alfabeto, encerravam em si todas as outras e, por consequência, todas as palavras, coisas e pensamentos que designavam.
O livro judeu Sefer Yezirah (Livro da Criação, cerca de 700 d. C.), transmitido apenas em segredo, trata do poder espiritual do alfabeto e afirma: «Cada letra é uma força associada às ideias do Universo.» Este preceito foi o fundamento da «Magia da Palavra» de Agrippa von Nettesheim (1486-1535), um alquimista alemão que defendia que todos os sinais da escrita «estão associados às forças e aos corpos divinos e celestiais». Os símbolos mais sagrados eram para ele os hebraicos - que supostamente libertavam as forças das coisas que designavam apenas pela forma das suas letras.

Rituais e Oráculos
Os Sumérios (que viveram no actual Iraque) já atribuíam o mesmo efeito mágico e, religioso, aos seus 2000 símbolos gráficos. Quando há 6000 anos inventaram a mais antiga escrita do mundo, usaram os caracteres para comunicar directamente com os deuses, os quais invocavam com a sua escrita sagrada.
Os Maias da América Central - que atingiram o auge da sua civilização entre 600 e 800 d. C. - parecem ter usado os hieróglifos principalmente para se entenderem com o Além. De modo a poderem conferir poder e magia aos seus rituais mais ocultos, escreveram colunas de caracteres nas paredes da escura gruta de Naj Tunich, na Guatemala. Os Chineses, por seu lado, já em 1600 a. C. faziam profecias por meio de caracteres que gravavam em ossos. Aquecidos ao fogo, estes mostravam fissuras «enviadas pelos deuses», onde liam o futuro.

O Fascínio dos Símbolos Gráficos
A crença no poder da escrita conservou-se até hoje de várias maneiras. Os Judeus escreveram as suas súplicas em folhas que colocam nas fendas do muro das ruínas do Templo de Jerusalém para que Deus possa lê-las. Os nomes gravados em anéis ou medalhões juram fidelidade eterna à pessoa amada.
Correntes de cartas prometem maldições a quem não copiar o seu conteúdo. No Ano Novo, nos países asiáticos, oferecem-se horóscopos em pequenas folhas de papel. E estudiosos da Bíblia como o professor israelita Eli Rips desconfiam que este livro encerra um código divino secreto que o computador descodificará e, que revelará o futuro da Humanidade.
Nesta era da Internet, os símbolos gráficos e o seu suposto efeito mágico, parecem assim não ter perdido nenhum do seu fascínio.

A Magia das Runas
Os Germanos do Norte da Europa atribuíam um poder mágico aos seus símbolos gráficos, «as Runas», que surgiram no século II d. C. Cada Runa (do gótico, Rûna «Segredo») era não só uma letra como também possuía características mágicas e de culto. O feiticeiro das Runas usava-as nas suas maldições, esconjuros e adivinhações. A própria gravação das Runas em bastões era considerada uma arte secreta e de culto, frequentemente iniciada por fórmulas como «alu», que significava «defesa» e «protecção».
A sequência dos 24 símbolos do alfabeto Rúnico também tinha um significado mitológico, que no entanto se desconhece. Os Germanos acreditavam que os seus deuses dominavam os ensinamentos e, a magia das Runas, o que lhes permitia fazer poderosos feitiços.

Invenção Genial
A escrita é o sistema de informação fundamental de uma sociedade moderna. Mas, não se sabe quem, por volta de 1400 a. C., teve a genial ideia de dividir os sons de uma língua de tal modo, que estes possam ser reproduzidos por letras. O antropólogo mexicano Ivan Illich (n. 1926), de Cuernavaca, defende que o alfabeto dos Semitas do Norte, reproduz tão bem «o universo dos sons audíveis» - desde que surgiu - que só pode ter sido inventado por um único indivíduo. Com a possibilidade da escrita fonética, os Israelitas superaram intelectualmente a civilização egípcia. De futuro, qualquer um - e não apenas os sacerdotes - podia transformar o discurso oral num texto escrito.

A Escrita: Dádiva dos Deuses?
A comunidade científica mundial tem-se debatido ao longo dos tempos com esta interrogação, acima de tudo pelas recentes descobertas de lápides terrestres e estelas fantásticas que ressurgem como autênticas dádivas dos céus em toda a sua magnitude de escrita impressionante. A polémica instalou-se, acreditando uns em novas teorias e outros negando-as em conflito aberto de uma antropocêntrica atmosfera de reiteração ou declinação, consoante a perspectiva individual desses estudiosos.
No célebre Livro da Arqueologia Proibida estão factos  e argumentos que acumulam assim a tese de que a escrita estará no planeta Terra há muitos milhares de anos desde Glozel até à Península Ibérica, de Vichy a Alvão em delineares linhas terrestres (e extraterrestres) nos Menires e Dólmenes aí existentes. De facto, exibem-se aí, diversos estratos geológicos em representações antropomórficas e zoomórficas que tal denunciam em figuras de pessoas e animais respectivamente, de há aproximadamente também 4000 anos a. C. Esses registos, assim como a definição de linhas supostamente Ibero-Tartéssicas definem uma espécie de estradas ou coordenadas que, vistas do Céu, dariam a correcta informação a quem daí viesse em anunciada informação sobre o solo terrestre. Começa então a ser evidente de que, tanto a escrita como o seu significado possa ter sido idealizado na Terra muito antes do que o suposto e, em solo peninsular ibérico.

Chegou-se há pouco à conclusão de que a Lua não é redonda mas de confluência de arestas hexagonais. No planeta Terra a NASA também tem vindo a autenticar uma nova consciência em que por vezes a estrutura redonda tal como a conhecemos, possa não ser uma verdade a 100 por cento. Existe biodiversidade molecular e mesmo, resíduos graníticos e de essência de asteróide no solo terrestre - levando alguns cientistas a compor a tese de sermos provenientes de Marte - por tal semelhança existir nesse extracto no planeta Terra ( em resultado de análises feitas a compostos similares no solo marciano). Daí, não ser assim tão incoerente ao poder afirmar-se de que as civilizações estelares há muito que terão deixado na Terra esses seus vestígios de conhecimentos em escrita sua pronunciada no nosso planeta. Para além de, uma certa estela imensa que foi descoberta na Rússia sobre os Montes Urais em que - após exímias análises científicas - se veio a constatar tratar-se de uma espécie de mapeamento terrestre em vias de rios, lagoas, serras e demais linhas terrestres que só poderiam ter sido feitas a partir do Céu - num artefacto fora do tempo (os agora designados «deooparts») - em estratos geológicos nunca vistos.
Por tudo isto, celebremos esta dádiva sagrada nesta maravilhosa escrita que nos foi porventura «oferecida» pelos deuses ou mais exactamente, senhores de inteligência superior que nos têm comandado a vida desde há milhares e milhares de anos em vigília e permanência no «nosso» planeta Terra.
A bem de toda a verdade escrita e lida, dos céus e da Humanidade, assim possa continuar a ser!