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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

A Descendência Estelar



"Os nossos primeiros antepassados desceram do Universo, os nossos avós de tempos imemoriais vieram das estrelas!"                                              - Citação dos Toraja -

Serão os Toraja os «filhos das estrelas» como se autenticam ou simplesmente, a natural descendência estelar na Terra?

Toraja - Os Filhos das Estrelas
Em 1960, o missionário holandês Henk van der Veen ouviu estes versos: "Os nossos primeiros antepassados desceram do Universo, os nossos avós de tempos imemoriais vieram das estrelas!"- Versos estes, recitados durante milénios, na boca dos Toraja, de Celebes (Indonésia).
Na sua religião, existe fora da Terra um país misterioso chamado «Puya». Os Toraja consideram-se a si próprios filhos da Constelação das Plêiades, pois a sua mitologia conta que os seus antepassados voavam pelo Cosmos juntamente com os deuses.
Em Tana-Toraja, o seu território, este povo celebra misteriosos rituais de morte, pois acredita que os seus mortos viajam pelo Universo até uma constelação distante. Para que os mortos possam ser rapidamente recolhidos pelos deuses, pousam os caixões em encostas íngremes, de modo a ficarem mais perto das estrelas.

Voo Espacial Histórico
Durante um dos seus rituais, os Toraja descrevem numa canção chamada «Maro» (louca) o voo espacial de uma sacerdotisa (To Tumbang). A mulher sobe como que arrastada por uma ventania, «abandona a corrente de ar, segue o seu rumo, desliza e alcança o Céu». Como num voo espacial com astronautas, a heroína senta-se numa pequena esfera que é abanada de trás para diante até chegar «à Orla do Céu», onde fica a «pairar». Mais adiante, a canção descreve a Terra vista de muito longe e, por fim, a mulher volta a pousar na água, como uma cápsula da Apolo.

Casas Espaciais
Os Toraja acreditam que as suas casas de madeira, «as tongkonan», são reproduções de um objecto de ferro puro, com o qual os deuses do Céu visitaram os seus antepassados. A «casa descendente», como lhe chamam, pairou sobre o seu território antes de aterrar. Depois, o «portão dos deuses» abriu-se e os ocupantes desceram por uma rampa. É por isso que os Toraja descrevem a sua religião como «aquilo que desceu do Céu». Visto que os seus Reis que governaram oficialmente até 1968, se proclamavam descendentes de seres vindos das estrelas, davam aos filhos nomes como «Aquele-que-desceu-do-Espaço».
Tendo em conta esta tradição, não é descabido perguntar-nos se os povos pré-históricos inventaram os deuses ou, se foram confrontados com antigos astronautas. Desde sempre que os Toraja conhecem a resposta, pois que se dizem «filhos das estrelas»; ou, acrescentaremos nós, descendência estelar na Terra.

A Prova?
O físico americano Robert A. Freitas fomentou em 1980, a procura de artefactos extraterrestres no mundo. Este novo campo científico (SETA: Search for Extraterrestrial Artifacts) parte do pressuposto de que poderá ter havido alguma civilização estelar que, enviou material concreto para a Terra.
Um destes achados talvez se encontre ainda, no Sul de Celebes: a relíquia pré-islâmica de Bontolove. Infelizmente, é tão sagrada que nunca foi mostrada em público, de modo que só podem fazer-se conjecturas. Segundo a lenda, veio do Céu dos deuses. Na actualidade, estará guardada numa cama em miniatura em casa de uma sacerdotisa, sendo através dela que as pessoas comunicam simbolicamente com os deuses.

Os Toraja, efectivamente um grupo étnico com uma cultura de inspiração extraterrestre e que, mesmo vivendo nas montanhas inacessíveis de Celebes - uma das seis mil ilhas habitadas da Indonésia - foram dedicando aos seus antepassados o espaço devido, perpetuando a sua origem e proveniência em todos estes relatos e documentos vivos na arquitectura local de suas casas e modo de vida.
As casas destes nativos, assemelhando-se a barcos - como os que supostamente transportaram os deuses à ilha - são o espelho disso mesmo em referência máxima dessas visitas dos seus antepassados. Os Toraja constroem as suas casas com bambus e madeira, utilizando para o efeito apenas quatro cores distintas e, cada uma, com um determinado significado: o amarelo é a cor do ouro, o branco o símbolo de Deus, o preto representa a morte e o vermelho simboliza a vida.
Só nos resta acrescentar mais uma vez: abençoados pelos deuses na Terra e, das estrelas, sejam assim estes nativos, este povo dos Toraja pela alquimia de um passado não esquecido e muito menos extinto, no que vão continuando a preservar em crença e, em defesa de origem e descendência estelar. Benditos sejam!