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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Os Grandes Mistérios dos Cometas...

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Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko captado pela sonda Rosetta (ESA) a 3 de Agosto de 2014 (e a uma distância de 285 quilómetros). Gentileza da ESA/Rosetta/MPS.

Colocando um ponto final numa já longa missão de dez anos, a sonda Rosetta não decepcionou quem nesta depositou todas as esperanças de um maior e mais lato conhecimento sobre os Cometas; em particular, sobre este 67P que, portentoso e fulgurante a nossos olhos terrestres, se viu enaltecer na circunstância científica de afastar medos e receios e, referenciar outros, bem mais seguros e confiantes de se estar perante uma nova realidade.

Realidade essa, pontificada com mais elementos sobre a sua origem; entre outras coisas. Aferindo o que os Cometas nos traduzem de mistério e susto, envolvimento e intransponível dinâmica em velocidade, direcção ou impressionante invasão do espaço terrestre, sendo impossível por mão humana mudar tal ou, reflectir nestes qualquer translação evitando o perigo de colisão com a Terra, poderemos acreditar ter o poder (no futuro próximo) dos mesmos manipular e, redireccionar, em superior tecnologia ou impulsionadora ficção científica de nos protegermos contra si...?!

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Sonda Rosetta com o seu robô Philae que aterrou no cometa 67P. Em Agosto tudo calmo; já em Setembro as novidades foram muitas...

Culminando num estrondoso sucesso científico, segundo os intervenientes da ESA e seus colaboradores, o Churyumov-Gerasimenko é, hoje, mundialmente conhecido como o grande revelador da primordial «sopa orgânica» dos basilares ingredientes cósmicos que originaram a vida na Terra. Os Cometas - os corpos celestes mais antigos do sistema solar - transpostos actualmente para as muitas respostas sobre a formação dos planetas, infere-nos a certeza de toda a sua importância na sequencial revelação de todos ou, parte, de alguns dos seus mistérios.

Todavia, além o que hoje se conhece sobre estes, haverá a plenitude ou, a securidade mundial científica de nos apaziguarem maiores temores sobre o que trágica e manifestamente se reproduzem, aquando nos esventram a atmosfera e os céus da Terra...? Poderão os cientistas estabelecer que jamais nenhum cometa nos predestinará um fim próximo ou o prenúncio do final dos tempos, como na Idade Média, assim que algum surgia nos céus...?

Haverá a total consciência global e humana de que, estando nós a milhares de anos de distância dessa sumidade tecnológica estelar que os faça mudar de rumo, rota, órbita ou intentos, que mais poderá o Homem fazer - ou reinventar e consolidar - para que não seja futuramente um alvo fácil, fácil demais, para o abrupto ou disruptivo fenómeno (em absurdo paradigma!) da não continuação da Humanidade...?

Estaremos assim nas «mãos» de um qualquer cometa que se não desintegre e nos faça razia de toda a milenar civilização, à semelhança de idos tempos de dinossauros e outras eras que tudo suplantaram à face da Terra...? Ou «eles» (esses tão avançados seres estelares, seres superiores) estão vigilantes e, como intocável poder supremo, serão o escudo obreiro e por demais certeiro (tal como míssil de longo alcance) de inacessível esventre, de inextirpável invasão, que tudo reporta, supervisiona e colmata, sem que o ser humano o possa sequer destrinçar...?! Poder-se-à estar protegido por «eles»...? E, para sempre...? E esse sempre, será tão eterno como eternos são os cometas que nos franqueiam...???

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Rosetta/robô Philae (NASA/ESA) avistam, em Setembro de 2014, o que se pensa tratar-se de um Óvni/objecto não-identificado brilhante e, com certa luminosidade, sobre o cometa 67P. A NASA também confirmaria entretanto a captação de sinais de rádio. A especulação foi geral mas óbvia: vida interestelar no cometa 67P, base alienígena ou outra forma de vida aí estabelecida...?

Cometas: para além de todas as fronteiras...
Sabe-se que os Cometas apesar de serem conectados como os corpos mais pequenos do Sistema Solar, são também os mais antigos! A sua origem está intimamente ligada à do próprio sistema porque, parecem ter-se condensado directamente da matéria da Nebulosa Solar Original.

Embora a sua aparição tenha sido tradicionalmente encarada como um prenúncio do «Fim do Mundo», a previsão da visita regular dos cometas constitui um dos primeiros feitos dos Astrónomos Antigos! Actualmente, o sue regresso é sobejamente festejado pelos cientistas como uma oportunidade excepcional de obter informação sobre a História Primitiva do Sistema Solar.

Os Cometas possuem uma massa muito pequena, o que significa que sofreram pouca diferenciação química desde que se formaram. Pensa-se, por isso,  que são relíquias da matéria da Nebulosa Solar Primitiva que deu origem aos Planetas Exteriores - por acreção.

Os Cometas compõem-se de gelo e de poeira, sendo geral e graficamente descritos pela comunidade científica e seu grande público como: «bolas de neve sujas». Podem ter tido a sua origem nas paragens exteriores do Sistema Solar - próximo da localização actual de Úrano e Neptuno - mas foram gravitacionalmente perturbados numa fase precoce, e por certo atirados para uma grande nuvem, de centenas de milhares de milhões de cometas que circunda o Sistema Solar.

Essa nuvem - nuvem de Oort - encontra-se a cerca de um terço de distância até à estrela mais próxima. Alguns desses corpos podem então ser perturbados, ganhando órbitas de curto período mas altamente elípticas que os trazem para o Sistema Solar Interior, embora não necessariamente no mesmo plano que os Planetas.

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Cometa Halley observado em 15 de maio de 1910, no início do século XX.

A Passagem dos Cometas...
À medida que um Cometa se aproxima do Sol, o seu núcleo gelado vaporiza (em parte), gerando uma cabeleira brilhante difusa ou nuvem de poeiras e de gases e uma cauda partículas gasosas, ionizadas pelo vento solar. A cauda aponta sempre na direcção contrária à do Sol, podendo inclusive possuir centenas de milhões de quilómetros de comprimento; pode parecer assim muito brilhante vista da Terra em observação fantástica. Uma segunda cauda mais curta de partículas de poeira «deixadas para trás» pelo núcleo também se observa por vezes.

A Passagem do Cometa de Halley pelo sistema solar, em 1986, foi particularmente informativa porque permitiu aos cientistas o envio de cinco Sondas Espaciais (ao invés do início do século em que o ser humano se limitou a observar dos céus este fenómeno), no particular enfoque para a sonda espacial «Giotto», direccionada directamente até ao Núcleo do Cometa. Com isso ficámos a saber que o Núcleo do Cometa era uma massa confusa, de forma irregular, com 18 quilómetros de comprimento e 8 de largura, com uma superfície pejada de crateras.

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Cometa Halley captado em 1986. Rússia, Japão e Europa uniram-se na demanda do conhecimento e da análise em conjunto sobre o cometa Halley.

«A superfície era na verdade muito escura. Parece que essa escuridão é induzida quando o cometa passa próximo do Sol e os gelos interiores se fundem, causando a formação de um resíduo de matéria carbonácea à superfície do núcleo», terá aferido um dos muitos cientistas que entretanto investigaram mais a fundo este cometa. Corroboraram então entre si - e depois ao mundo em divulgação posterior - de que, se observaram jactos de gás a serem ejectados do núcleo, por vezes expulsando matéria à média de 10 toneladas por segundo.

Os Estudo Espectroscópicos revelaram que o núcleo é composto de várias moléculas voláteis que envolvem Hidrogénio, Azoto, Carbono e Sódio.
O Monóxido de Carbono também está presente. Quando um cometa desse tipo se aproxima do Sol, também se detecta Magnésio, Ferro, Níquel e Silício, presumivelmente em partículas de poeira libertadas à medida que o Cometa é banhado pelo calor do Sol.

A Investigação de então confirmou que, o Núcleo de um Cometa, consiste basicamente em matérias carbonáceas e silicatos hidratados, misturados numa matriz lamacenta de água e outros gelos, tais como o Metano, a Amónia e o Dióxido de Carbono.

Sabe-se entretanto que, quando um corpo do tamanho dum qualquer cometa, encontra um planeta rochoso (como a Terra), o impacte da sua colisão forma uma enorme cratera neste, ou seja, torna-se por demais evidente esse impacte, vaporizando as rochas da superfície. Ressalta então uma onda de choque na Crusta, forçando a rocha a levantar-se no Centro da Cratera. Este efeito pode ser observado em várias zonas do globo, sendo mais verificável na cratera de 20 quilómetros de diâmetro em Gosse Bluff, no deserto australiano, que é o resultado do impacte de um cometa ocorrido há 130 milhões de anos, na nossa Terra!

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Imagem actual (30 de Setembro de 2016) do Cometa 67P Churyumov-Gerasimenko, aquando o pouso/aterragem da sonda Rosetta no cometa.

O Misterioso cometa 67P/Churyumov- Gerasimenko...
Fazendo agora uma ligeira perspectiva desta nobre missão espacial da sonda Rosetta ao 67P, tem de se argumentar algo, que, enobrece de facto este pelos seus descobridores, em 1969 (que ironia tão feliz, neste mesmo ano em que o Homem pisou a Lua pela primeira vez...), tendo este cometa sido baptizado com ambos os nomes destes dois astrónomos soviéticos: Klim Churyumov e Svetlana Gerasimenko.

Este cometa 67P tem uma órbita ao redor do Sol (assim como todos os planetas do nosso sistema solar), em que a sua trajectória fica entre as órbitas da Terra e de Júpiter. O período orbital do 67P (o tempo que demora a dar uma volta em redor do Sol), é de 6,45 anos - no que o nosso planeta Terra demora somente um ano para tal executar. A velocidade a que se desloca este cometa é de 135 mil quilómetros por hora. Observa-se possuir 4 quilómetros de diâmetro e a temperatura da sua superfície oscila entre -68ºC e -34ºC. Nada convidativo para a vida humana...

A Missão Rosetta, iniciada pela ESA (agência espacial europeia), em Novembro de 1993, projectou o envio de uma sonda (Rosetta) assim como de um seu acoplado robô, de seu nome «Philae» que, pousaria no inóspito solo do cometa 67P para mais informação colher sobre este. Assim sucedeu e assim nos devolveu a maior abordagem e conhecimento sobre tão enigmático cometa que, agora, nos veio presentear com tantos e tantos fenómenos; uns explicáveis, outros nem tanto...

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Observação espacial sobre o cometa 67P, sendo visível algo inédito: um possível «cadáver»/esqueleto extraterrestre ou, o que o nosso cérebro humano compõe em factor de vida (diferenciado ou não...) de algo que ainda não conhecemos...!?

Um Sepulcro a Céu aberto...?
Quem saberá o que se esconde neste 67P, seja nas suas profundezas de seu núcleo gelado, seja à sua superfície? Por muito irrefutável que seja o saber-se hoje de que, essa transmissão gelada ou esse enorme poderio dos cometas terem havido um papel de suma importância da vida na Terra (em carregamento ou vazamento de grandes quantidades de gelo sobre o nosso planeta), o certo é que muito mais haverá que se esconde para lá de tudo isto...!

Entender as nossas origens, assim como a evolução do Sistema Solar é de facto obrigatório, não sem antes termos em conta, tudo o que nos é existencialmente desconhecido; ainda.
No dia 3 de Setembro de 2015, a sonda Rosetta captou em fotografia e imagem absolutamente distintas, algo que o mundo, o nosso pequeno mundo terrestre iria contemplar em certa estupefacção global: a descoberta de um presumível esqueleto extraterrestre/alienígena - na posição horizontal - e com cerca de 80 metros de comprimento.

Os Ossos do hipotético corpo-cadáver (inerte e provavelmente sem vida, supõe-se...) têm uma aparência metálica, ou seja, não-orgânica. Os membros inferiores (pernas) são muito extensas, o que o perfaz numa grande dimensão, obviamente diferenciada da humana. Observa-se ainda um crânio de cor clara (caucasiano, se fosse caso de raça branca humana), não se tendo a total objectividade deste poder ser bicéfalo ou não, devido à inclinação da cabeça para os lados, vendo-se ainda a parte do pescoço, peito e costelas do tronco do ser em questão.

Provavelmente de posição erecta (à semelhança do Homem), pelo que se particulariza de dois pés sustentando o corpo, refaz a quase certeza de uma outra forma de vida, ainda que inorgânica ou de perfil mecânico (segundo os nossos parâmetros humanos) de outras performances biológicas ou tecnológicas: não o sabemos na totalidade...

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Imagem captada pela sonda Rosetta, em Maio de 2016. Uma estrutura anómala mergulhada na superfície do cometa 67P que evidencia que algo se passa neste. Visitação extraterrestre (forçada ou não...) sobre um inóspito cometa para a vida humana. Sê-lo-à para outras vidas...?

Cemitério ou aterragem forçada...?
Não se sabe se o que a sonda Rosetta captou terá sido em vão ou, o que aqui se tenta clarificar de outras formas de vida, além o conhecimento humano e científico, na formação planetária do nosso sistema solar. O que se sabe é que, visivelmente pelas objectivas da sonda, se reitera que algo substancial se remeteu nos solos do cometa 67P.

«É a culminação de um tremendo sucesso científico e técnico da missão!», alvitrou entusiasticamente Patrick Martin, o responsável da missão-Rosetta, anunciando enfaticamente ainda o total sucesso desta missão histórica da aproximação e, aterragem, da sonda Rosetta em captação pela câmara Osiris, sobre o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. E tudo isto em 30 de Setembro de 2016, na chegada e conclusão da missão (sobre as últimas fotos tiradas), após o que a sonda, tal como «Bela Adormecida», vai repousar sobre o cometa...

Mas outras novidades surgem: segundo a ESA, em 2018, será lançada a BepiColombo, numa missão conjunta ao planeta Mercúrio, entre a ESA (agência espacial europeia) e a JAXA (agência espacial japonesa). Já a NASA (agência espacial norte-americana) tem previsto o lançamento da missão Solar-Orbiter nesse mesmo ano, em parceria com as agências atrás referidas, com o objectivo de analisar o magnetismo solar, a sua actividade explosiva e, os efeitos imediatos nas proximidades da estrela.
Em 2022, será lançada então a sonda Juice (que aproveitará a tecnologia desenvolvida pela sonda Rosetta), no que será a primeira missão europeia com destino ao planeta Júpiter, para estudar a aparição de mundos habitáveis em torno dos seus gigantes gasosos.

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A última foto da sonda Rosetta sobre o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, a 329 quilómetros. Descansa então em paz, Rosetta, que de tantos mistérios desvendados, ainda há tantos outros por revelar...

Descansa agora «Bela Adormecida» Rosetta...
Há que o afirmar: A sonda Rosetta, da ESA, foi surpreendente! E tudo o mais que ela nos trouxe em benefício da dúvida mas também do esclarecimento científico sobre o cometa 67P!

Voltando às anomalias ali verificadas e, assim escarrapachadas ao mundo, ao nosso voyeur mundo de polémicas, tragédias, teorias e contemplações e quiçá outras tantas especulações, observámos que de facto não estamos ou não devemos de estar sós nesses mundos! E, no que esta admirável sonda Rosetta nos trouxe em púlpito deslumbrante na imortalização (ou eternização internauta...) do que entretanto foi colhendo, captando e registando em si, que nos demos conta de que existem mesmo, ou muito provavelmente, estruturas, naves e seres alienígenas que por ali proliferam (mortos ou desactivados, adormecidos ou hibernados, por algo que nos escapa em sustentação ou animação de vida incógnitas) e que se fazem também ali pertencer, seja em efectivação de observação ou de sua existência propriamente dita. Hoje o que é dúvida, amanhã é certeza!

Esta observação sobre o solo do cometa 67P, anomalia/estrutura ou quiçá os despojos de uma aterragem forçada ou não-recalibrada ante a alta tecnologia estelar, tem a ascensão própria de nos fazer acreditar de que existe muito mais além. Situada a cerca de 9,88 quilómetros (a partir do núcleo do cometa 67P), em que é ostensivamente visível um objecto misterioso sobre a planura do cometa ali vigiado pela Rosetta, dá-nos a percepção de que também «alguém» (orgânico ou não...) por ali andou - ou anda - em prospecção do terreno cometário... (ou última paragem por acidente espacial ou incidente tecnológico). E a tudo a Rosetta captou!

Muitos mais mistérios se poderiam acoplar ou invectivar sobre esta emulsão de fenómenos, acontecimentos e mesmo emoções terrenas sobre o que se passa também connosco, na Terra. Não somos únicos, não somos especiais, e muito menos somos ou seremos alvos indiciadores de uma qualquer feitiçaria ou anomalia interestelar da tão elementar sopa cósmica que o Universo fez de nós. Somos humanos; somos da Terra e isso basta. Por enquanto...