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sexta-feira, 15 de julho de 2016

Terrorismo: «A Mãe» de Todas as Guerras!


Cena tristemente real do vil atentado terrorista, em Nice, França. - Dia da Bastilha - Dia Nacional de França (14 de Julho de 2016).

Novamente o terror. Novamente as mesmas e idênticas palavras já proferidas, ditadas, clamadas e tão sofridas pelo resto do mundo que proclamam a sempre inclemente injustiça sobre os Inocentes!

O Terrorismo! Que é feito da alta segurança policial e seus meandros invioláveis - ou quiçá inexcedíveis - ante toda uma população desprotegida, alegre e sem motivos de maior preocupação do que o comemorar, em família, o célebre e anual Dia da Bastilha...?!

Como sempre, são escassas e mesmo inúteis as palavras de conforto, solidariedade e talvez certa cumplicidade de nós (Portugueses) para eles, os Franceses (e quaisquer outros elementos de identidade internacional que com estes comungavam das festividades nacionais) e que, de um dia para ser vivido, bem vivido e, recordado, foi tragicamente assinalado. Festejado sim, mas não assim; não desta forma! O Horror voltou numa nação em estado de alerta...

Os Noticiários diurnos ou nocturnos do globo (consoante o fuso horário em que se estaria...) - da Sky News à CNN, foram falando de cerca de trinta mortos confirmados, no que pela manhã já se estimava em mais de 80 almas que, não tendo feito nada para isso, se deram a uma outra luz, a um outro mundo, em insolvência terrestre de uma capitania mortal sobre a terra e sobre o mar. Sem o desejarem e, pior, sem o merecerem!

Nos meus canais noticiosos portugueses (ainda não-refeitos de toda ou quase monástica efusividade nacional de se ter ganho o Europeu de Futebol (da UEFA), em 2016, arcaria agora com toda a brutalidade desta última notícia pelos solos sangrentos de Nice - local estival de grande massa populacional em veraneio e, comemoração, sobre um dia que se desejara eterno. E eterno será, nas almas que partiram, no sofrimento que completaram (e implantaram nos restantes) e na saudade que deixaram... Assim foi este o final do Dia da Bastilha...

Serei módica em palavras, perante a atrocidade e toda a sequencial mortandade de gente inocente e, talvez ingénua, que jamais poderia pensar manchar com o seu sangue aquele chão, aquela terra das liberdades, igualdades e fraternidades; mais uma vez...

Nos fóruns que entretanto se fizeram em opinião pública generalizada feita e organizada diariamente pelos media, muitos, em testemunho e lágrimas ouvidas (do outro lado da emissão) iam-nos contando em estupefacção, assombro, medo e muita revolta, o que então viveram naquela fracção de segundos em que só viram corpos espalhados pelo chão, homens, mulheres e crianças e toda uma invasão sanguinária de ódio, raiva - e desmando - em comandos de Alá (ou de deuses menores, diabos ou anjos caídos...) em sinal de muita maldade, muita dor e muita crueldade!

De novo o Daesh que, em retaliação e desgoverno mental numa tomada sangrenta movida pelo ódio ao Ocidente - por se estar a ver envolvido na diminuição do seu contingente militar e bélico (e mesmo humano) nas grandes fileiras do Médio-Oriente - se veio agora plasmar e, pustular, em vis actos de um terrorismo imparável, fazer ouvir, fazer reconhecer, como o mais temível ao cimo da Terra. E isso, para já, conseguiu-o. Lamentavelmente!

O Dia da Bastilha: imaginem... homens e mulheres, famílias inteiras, felizes, deste seu lânguido dia feriado a passearem descomprometidos e, abraçados, com o afã único de se verem - em ócio e despojamento - em total deslumbramento com as suas crianças aladas; crianças que, num ápice e num só estrondo, se viram ser arremessadas e cuspidas pela abrupta e inusitada tomada de posse de um camião encimado de terror e ódio, muito ódio. Crianças em carrinhos que jamais terão compreendido o que lhes terá sucedido - em lançamento e perdição - de momentos que não voltarão... jamais! Pais e mães que, aos gritos e aos empurrões, se terão feito correr, se terão feito sobreviver, ainda que em catadupa e em turbilhão, sob a sofrida gritaria desenfreada em pânico contaminado de todas as dores. Poderão sequer imaginar tal...??? Eu não. Não o quero, sequer.

Não sei de que massa encefálica serão feitos estes outros homens e mulheres de Alá, esse outro Alá que o não é, o destes islamitas profanados de toda e qualquer Fé, de toda e qualquer crença: Esse outro Alá que semeia morte e não vida; e faz, como parece ser o caso, ressurgir o pior dos infernos em objectividades globais pútridas e fecais, como se em vez dessa tão gloriosa massa cinzenta que nos faz raciocinar, a eles os faça defecar (em malignidade e viscerais ódios presentes), por tantos maus meios utilizarem na sua abjecta crença humana de estarem acima de todos os outros homens da Terra. Não sei. Não os compreendo nem quero!

Jamais me aliarei a esta corrente maldita de um Terrorismo que nos entra portas adentro todos os dias em qualquer local, em qualquer cidade do mundo, a qualquer hora, a qualquer momento, deste nosso ainda muito benevolente mundo para quem tão mal faz à Humanidade. Hoje, apenas vos digo: o Terrorismo, sendo a «Mãe» de todas as guerras, será também (estou em crer) aquele cancro metastásico maligno e não curável que proliferá ainda muito pela nossa amada Terra, mas, como em tudo na vida, um dia secará, definhará e morrerá, como a sua não nobre ou infecunda causa de uma etnia, de uma ideologia, de uma Fé ou, de uma escalada de violência inescrutável que alguém fará terminar. Acredito nisso e tenho Deus do meu lado; sempre! Mesmo que em ateísmo ou cepticismo vigente, alguém me diga que assim não será...

Eles não vencerão e nós, seres humanos de bem com a vida e com o que nos rege nesta mesma vida, assim esperamos! Hoje e sempre, as nossas almas orarão pelos que partiram mas, fervorosamente também, pelos que cá ficaram e se arrogam no direito - e dever - de tal combater, em união e força do Bem que não desse mal que vem do Oriente... pois somos todos Um! E que o Bem vença! Sempre!!!

PS: Uma simples referência que devo de fazer em jeito de agradecimento ao Facebook, Google e Twitter, que se disponibilizaram na facilitação de uma maior comunicação dos Internautas, em partilha conjunta e fiel sobre todos os acontecimentos últimos, em Nice, França. Além todos os recursos acessíveis destas redes sociais, na Internet. Um bem-haja para todos!