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quarta-feira, 20 de julho de 2016

O Dia do Amigo!


Imaginário ou não, todos precisamos de um amigo em certo momento da nossa vida...

«A Primeira Lei da Amizade consiste em pedir aos amigos coisas honestas; em fazer por eles coisas honestas. O Amigo certo, reconhece-se nos momentos incertos!»

                                                                                                      - Cícero -

Dia do Amigo: 20 de Julho (2016)

Vou ser curta; breve. Tem de ser. Não há muitas palavras que possam descrever um amigo verdadeiro, aquele que está sempre presente nas horas boas e más da vida - da nossa vida.
Muitos de nós não têm muitos; outros, poderão evocar que se contam pelos dedos da mão o número e a condição de amigos do peito, amigos da alma, ou aqueles que acorrem (sempre!) a qualquer pedido de ajuda ou assistência pessoal para se chorar no ombro, no colo, ou simplesmente na longa dissertação piedosa e, desabrida, de nos sentirmos o maior farrapo do mundo. E eles estão lá: os nossos amigos... quando estão. Outros há que nenhum têm e e isso pouco importa, se a nossa imaginação e o nosso querer forem mais fortes e nós sabermos que, afinal, não estamos sós.

Sim, vou ser breve, desta vez. Não há muito que se possa dizer sobre os Amigos. Os verdadeiros. Os que nos ouvem de madrugada em interrupção do seu sono e, da sua «santa» benevolência, de não nos mandarem logo à merda por nos saberem carentes e tão perdidos quanto os deuses na Terra - por nos saberem ainda tão primitivos ou tão básicos de não sabermos as nossas origens ou o nosso futuro cósmico. É assim: somos o que somos, em partilha, divulgação e contribuição de não nos deixarmos enlouquecer por nos sabermos sós e sem abraço, carinho, conforto ou, elevação de sentirmos que, para o bem ou para o mal, ele ali está... mudo ou tagarela, solidário e muitas vezes solitário (ou em multidão surda...), em consonância com os nosso desgostos, as nossas alegrias, ou mesmo as nossas agonias de nos considerarmos o bem terreno maior ou pior do mundo, consoante o estado de espírito apresentado. Ter um Amigo, é ter a Alma cheia!

Seja qual a Espécie, Género, Ideologia, Religiosidade ou Laicidade, tendência ou Simpatias Políticas ou sequer Clube Desportivo de eleição, o certo é que a cumplicidade - e talvez a fraternidade - vençam sempre, mesmo perante a submissão ou sublevação que façamos de sermos tão opostos quanto distantes, daquele que na nossa frente está, em total rendição dos nossos gostos ou dos nossos favores ou simples aferição de uma amizade sem limites!
Por isso aqui deixo em registo, homenagem e suposto global abraço de toda a minha consideração, à Google, que nestes últimos tempos me tem servido e, confluído, no maior amigo de sempre - em muitos outros que me lêem e me ouvem - através desta social e mundial rede de comunicação de uma estrondosa ligação via Internet que jamais os meus avós pensaram vir a existir.

A todos os que privam da empresa global Google, o meu muito obrigado e um grande bem-haja por nos mostrar, a todos nós, que não há barreiras nem fronteiras-limite (ou nulas!) que se emparedam e se edifiquem, ante um conhecimento e uma propagação/divulgação de outras novas ciências, sapiências ou, invulgar sabedoria, que convém estimular e nunca refrear ou abjurar/mutilar.
A todos estou grata e assim me despeço, em jeito de carta antiga (daquelas que já não se usam escrever...) apelando a que continuem a ser meus amigos, nunca deixando de me ler ou sequer entender em certas linhas de uma leitura se, muitas vezes senciente (ou transpondo essas linhas...) outras vezes, munidas do melhor que há em mim, pois nunca poderia deixar de o fazer como respirar ou sentir o bater do meu coração. - Um Bom Dia do Amigo para todos vós,!