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quarta-feira, 13 de julho de 2016

Os Admiráveis Planetas Telúricos


Planeta Terra (3D) - O início de todas as descobertas, para além dos Planetas Telúricos ou Interiores do nosso Sistema Solar (além outras descobertas, outros planetas exteriores...).

Quando Neil Armstrong pisou a Lua pela primeira vez, talvez não soubesse então, a dimensão do que décadas depois se passaria à escala global terrena (em debate, especulação e teorização) de toda a sequencial propaganda que, através deste «natural» satélite (Lua), se observaria da nossa maravilhosa Terra. E como esta era bela, ter-se-à dito e reconhecido por todos.

Além todas as outras descobertas que, invariavelmente, se vieram a reflectir sobre os Planetas Telúricos/Interiores e Exteriores, devido a um maior conhecimento cósmico ou espaciais que entretanto fomos sendo beneficiados. Até aqui tudo bem. Mas o que dizer do que vem hoje a público na prossecução sistemática e imparável de toda uma descoberta planetária (dentro e fora do nosso sistema solar) em que, procurando vida ou alguma forma existencial desta, o Homem quer, ambiciona e corrobora da tese de não estar só e de se aventurar - ou colonizar - outros corpos celestes, outras esferas estelares, outras «Terras» que sejam habitáveis e pronunciáveis de se dizerem nossas...?!

Haverá plataforma para assim nos deixarmos conduzir na mera e utópica vontade espacial de irmos mais longe, sermos mais, alcançarmos mais, sem que algo ou alguém nos trave tanta sumptuosidade inteligível (e não raras vezes incognoscível), ante toda a Ciência - e presciência - que o Homem, hoje, já «domesticou», já interiorizou e até mesmo já abdicou em face a nebulosos caminhos que não os da elevação e evolução da Humanidade...?! Saberemos continuar a merecê-lo e, a patenteá-lo, como uma mais-valia humana, apenas uma mais na imensidão cosmográfica do Universo???


A Primeira Imagem da Terra, vista e captada pelos astronautas norte-americanos da Apolo 11 na sua quinta missão tripulada - e na sua primeira alunagem. Os heróis: (Neil Armstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins, no glorioso dia 20 de Julho de 1969).

Os Planetas Interiores
Mercúrio, Vénus, terra e Marte, os quatro planetas interiores - ou telúricos - cresceram por acreção próximos do proto-Sol, onde as temperaturas da nebulosa eram elevadas e onde apenas matérias constituídas por densos Silicatos se estavam a condensar.

Em consequência, todos eles apresentam densidades médias que vão de 3,3 gramas por centímetro cúbico em Marte até 5,5 gramas por centímetro cúbico, na Terra. Todos eles possuem crusta (camadas superficiais) e manto (camadas sólidas interiores), formados por rochas de Silicatos e, um núcleo mais denso que é muito rico em Ferro.

Mercúrio descreve uma órbita de Translação em torno do sol a uma distância média de 57,91 milhões de quilómetros, apresentando a particularidade de possuir uma órbita mais elíptica que a maioria dos planetas, com uma inclinação de 7,2º em relação ao plano da Elíptica - uma inclinação maior do que a de qualquer outro planeta com excepção de Plutão, embora o significado deste facto ainda não esteja totalmente compreendido.

Mercúrio é particularmente denso para as suas dimensões, possuindo em si um grande núcleo que se estende por três quartas partes do raio. Apresenta também um Campo Magnético Fraco, o que nos sugere que, pelo menos em parte, o Núcleo ainda é fluido...

A Superfície de Mercúrio está assim pejada de crateras de impacte, existindo uma bacia enorme em si - a Bacia Caloris - fotografada pela primeira vez em pormenor pela sonda Mariner 10, no ano de 1974. O seu diâmetro é de 1300 quilómetros. Entre as crateras estendem-se então as planícies mais lisas, presumivelmente de origem vulcânica.


Foto captada pela sonda Mariner 10, sobre Mercúrio.

A Observação em Mercúrio...
Exclusivo de Mercúrio são pois as Escarpas de Falhas Compressivas de 1000 metros de altitude que atravessam a superfície. Estas Falhas indicam-nos assim de que o planeta tenha provavelmente sofrido uma contracção de cerca de de 2 a 4 quilómetros, que ocorreu (provavelmente também) há cerca de 4000 milhões de anos.

A Densidade relativamente elevada de Mercúrio - e as dimensões invulgarmente grandes do seu núcleo - são, em geral, explicadas por uma Colisão que se pensa ter ocorrido sobre si em tempos remotos, com um corpo com cerca de de um quinto da massa de Mercúrio.

Conclui-se então de que, esta nefasta ocorrência, terá arrancado por assim dizer a maior parte do manto do infeliz planeta. Uma parte desta matéria perdida pode eventualmente ter sido capturada por Vénus - ou até mesmo pela Terra!


Ilustração da sonda Euro-Japonesa - BepiColombo - que vai estudar o planeta interior Mercúrio, em 2024, com tecnologia portuguesa. Pequenos em tamanho territorial terrestre (que não marítimo!) mas grandes na dimensão espacial do Cosmos! Dantes navegantes dos mares; hoje, navegantes nos céus de outros mundos...

A Admirável Sonda BepiColombo!
Está previsto para Janeiro de 2017, o lançamento desta admirável Sonda Euro-Nipónica de alta missão espacial sobre o planeta Mercúrio, com um custo orçado em cerca de 1200 milhões de euros e, em que a colaboração efectiva da alta tecnologia portuguesa e seus elementos associados se induzem, na empresa «Active Space Technologies». Um aplauso desde já para tão garboso e inteligente impulso empreendedor (no mundo da tecnologia aeroespacial) desta brava equipa portuguesa/europeia que tal assume. Um orgulho em Português!

A Sonda BepiColombo é um projecto da Agência Espacial Europeia (ESA) e da Japonesa JAXA, sendo então composta por dois módulos - o Orbitador Planetário de Mercúrio (de desenho europeu e que tem por finalidade examinar a superfície do planeta) e o Orbitador Magnetosférico de Mercúrio (de concepção nipónica e que tem também por finalidade, numa órbita mais excêntrica, estudar a magnetosfera do planeta).

A prestigiada empresa Active Spacial Technologies - multinacional portuguesa especializada na área da tecnologia aeroespacial (com sede, em Coimbra, Portugal) - esteve envolvida na elaborada concepção da estrutura do Espectrómetro (instrumento óptico para medir as propriedades da luz numa determinada faixa do espectro electromagnético) que permitirá assim fazer a análise dos níveis de sódio da Atmosfera do Planeta Mercúrio.

Devido aos Ciclos Térmicos Abruptos, segundo explicou um alto responsável da empresa - João Ricardo, o gestor de projectos da empresa em questão - houve que usar e utilizar materiais como o Alumínio e o Titânio, para que, ao mesmo tempo, o instrumento pudesse ser leve e resistente, sobrevivendo inclusive ao Período do Lançamento.


Sonda Messenger: uma outra admirável sonda (norte-americana, da NASA) que percorreu a fantástica distância de 7,9 biliões de quilómetros para chegar ao seu destino: Mercúrio!

NASA/ESA/JAXA (estas, e todas as admiráveis agências espaciais da Terra!)
A Agência Espacial Norte-Americana (NASA), teve a sonda Messenger na órbita do planeta Mercúrio durante quatro anos, mas esta chegou ao fim da sua missão em Abril de 2015.

Supõe-se ser agora perfilado um outro destino espacial que compõe estas duas orgânicas - Europeia e Japonesa - que têm como objectivo que a sonda BepiColombo possa chegar a Mercúrio - em Janeiro de 2024 - explorando então este primeiro planeta a contar do Sol, durante pelo menos um ano terrestre (o equivalente a 4 anos mercurianos). enfrentando temperaturas que poderão ascender a 350ºC. Uma tarefa nada fácil, convenhamos!

ESA e JAXA estão então de parabéns nas altas expectativas espaciais desta admirável sonda do futuro - BepiColombo - em que, Portugal, sendo um dos países-membros (ESA), se faz representar com orgulho e distinção na área tecnológica aeroespacial. Para todos um Bem-Haja!!!


Imagens inéditas (ou inesquecíveis!) da sonda soviética Venera 13. Desde a sonda Venera 9 (que enviou as primeiras fotografias da superfície de Vénus para a Terra), até à mais recente sonda Magalhães na utilização de radar e, à actual sonda Vénus-Express, que se encontra neste momento a orbitar o planeta Vénus.

Vénus e os seus mistérios...
Vénus é comparável com a Terra em termos de dimensões, massa e densidade, mas possui uma Atmosfera densa, composta de Dióxido de Carbono, uma lenta Rotação no sentido retrógrado (o dia venusiano totaliza 243 dias terrestres) e, não possui qualquer satélite natural.

A Atmosfera de Vénus impede assim que o calor se escape, produzindo um Efeito de Estufa. A sua temperatura artificial atinge deste modo os perto de 500ºC, o que se regista em planeta infernal, se tivermos em conta qualquer forma de vida sustentável - ou razoável habitabilidade - tal como a conhecemos. Algo que nos foi revelado, nos anos 70 do século passado, pelas sondas soviéticas Venera, que fotografaram a superfície de Vénus repleta de blocos em análise das suas rochas superficiais.

Descobriu-se também de que grande parte destas eram de origem basáltica; ou seja, os Vulcões desempenharam deste modo  e muito claramente (ou especificamente!) um papel importante na História de Vénus (ao que os especialistas determinaram posteriormente sobre o que analisaram de Vénus)! Mas mais se soube...


Imagem gentilmente cedida pela NASA, sobre Vénus.

Um Planeta nada convidativo para o ser humano...
Vénus é assim o segundo planeta a contar do Sol e o sexto maior do Sistema Solar. A sua órbita é a mais circular, com uma excentricidade de menos de 1%!

Vénus é muitas vezes comparável (ou como irmão) da Terra, em aspectos algo semelhantes tais como: o ser um pouco mais pequeno do que o nosso planeta Terra - 95% o diâmetro da Terra e 80% da massa da Terra -  assim como, ambos possuírem poucas crateras, o que indica superfícies relativamente jovens, além as suas densidades e composições químicas serem similares. Mas tudo isto não sugere de facto que seja como a Terra...

Sendo considerado até o planeta menos hospitaleiro de todo o Sistema Solar, a Pressão da Atmosfera de Vénus à superfície é 90 atmosferas (aproximadamente a mesma pressão que a uma profundidade de 1 quilómetro nos oceanos da Terra).

Para além de ser maioritariamente composta por Dióxido de Carbono como já se referiu, apresenta outras camadas de densas nuvens ou com muitos quilómetros de espessura, compostas por Ácido Sulfúrico (H2 SO4). Estas nuvens, tapando completamente a superfície do planeta (o que seria irrespirável, insuportável e mesmo insustentável para a vida humana e não só...) complementa uma densa atmosfera que reproduz então esse tal Efeito de Estufa que faz subir a temperatura à superfície, acima dos 735 K - quente o suficiente para derreter chumbo.

Por conclusão, admitiu-se que Vénus é muito mais quente do que Mercúrio, mesmo estando esta mais afastada do Sol. Os ventos de 350 km por hora nas nuvens superiores de Vénus rematam tudo isto, embora à superfície sejam mais lentos, mas não anunciando alguma bonomia quanto à aplicável forma ou existência de vida, supõe-se. Vénus não é de facto um planeta muito convidativo para o ser humano...


Imagem de Vénus, captada pela actual sonda Vénus Express, da ESA, lançada em Outubro de 2005 e que está actualmente a estudar o planeta Vénus.

Da sonda Magalhães à actual Vénus Express...
A Sonda Espacial Magalhães, que tirou imagens do planeta por radar, revelou então (na época) detalhes finos sobre a superfície venusiana. De tudo o que já se disse, o que mais impressionou os cientistas e todo o nosso mundo terrestre em geral, foi o que se aludiu de planícies vulcânicas como de uma atmosfera caótica para a sobrevivência humana ou de outra espécie por nós conhecida, na Terra.

Sendo dominada por estas Planícies Vulcânicas - nas quais se encontram centenas de estruturas circulares chamadas Coroas - diferentes tipos de Vulcões povoam o planeta, Domos e Crateras de Impacte. O número relativamente de Crateras de Impacte implica que a idade de grande parte da sua superfície é relativamente jovem (450 a 500 milhões de anos).

Também existem regiões de terras altas de estrutura complexa. Uma destas - Ishtar Terra - apresenta montanhas que a circundam, aparentemente formadas por Forças de Compressão; nos Montes Maxwell, atingem mais de 11 quilómetros de altitude, acima do «nível médio».

A Leste de Maxwell - e em outras regiões do planeta - situam-se regiões repletas de sulcos intrincados chamados: Terraços; terraços estes que dão testemunho dos movimentos da crusta no passado. Uma actividade semelhante deu então origem a Longas Cinturas Lineares de cumes montanhosos que atravessam as planícies.

A Sonda Magalhães captou então uma imagem por radar do escudo de Vulcões de Vénus - Sapas Mons. Esse escudo, com 400 quilómetros de diâmetro, teve provavelmente origem em centenas de correntes de lava - algumas das quais reflectem mais os sinais de radar do que outras, em virtude da sua maior aspereza superficial. No Centro, pôde-se então observar duas estruturas de rocha dura, como mesas, à volta das quais outras rochas sofreram porventura Erosão...!

Mais novas nos foram dadas a partir da Vénus Express que alcançou o seu alvo, em 2006, começando a estudar o turbulento e quente planeta Vénus em surpreendentes relíquias/revelações científicas ao mundo; ao nosso mundo terrestre!


Imagem da ESA e da Sonda Espacial: Mars Express

Marte: o nosso próximo passo espacial humano ou não...!?
A Órbita de Marte situa-se para lá da Órbita da terra, como é do conhecimento geral (a sua distância média ao Sol é de 227,9 milhões de quilómetros). Tem apenas metade do tamanho da Terra, sendo por isso surpreendente que o ser humano o queira explorar e, colonizar se for caso disso, ou houver essa distinta possibilidade de suporte de vida. Mars One é disso um exemplo.

Mars One - da Space X (entre outros projectos que entretanto se vão intensificando à escala mundial) em projecto internacional com fins e patrocínios privados na escalada marciana na criação de suportes de vida e, habitabilidade humana, sendo disso testemunho, numa clarividência não só espacial mas também (há quem o afirme) na precognição de se alcançar mais, vivificar mais e quem o saberá, ramificar ou replicar mais, nas formas de vida terrestres que conhecemos.

O diâmetro de Marte sendo de 6787 quilómetros e, consideravelmente menos denso (3,93 gramas por centímetro cúbico), regista-se também como um planeta algo inóspito, em que a temperatura à superfície é baixa, variando entre -140ºC e + 20ºC; a água líquida não tendo sido uma possibilidade de existência até aqui, por parte dos cientistas que o não admitiam devido às baixas temperaturas e a sua Pressão Atmosférica ser de apenas um centésimo da Pressão Atmosférica da Terra, agora já vão sendo mais optimistas pelo que as últimas sondas aí registadas nos têm revelado.

A ténue Atmosfera é composta principalmente de Dióxido de Carbono (a par de algum vapor de água que congela nos pólos, dando lugar a calotes polares que se expandem e se contraem com as estações). A composição é essencialmente Basalto Vulcânico com um alto conteúdo em Óxido de Ferro, o que lhe dá aquele aspecto e cor avermelhados; predominando a Limonite (óxido de ferro muito hidratado) e, Ferrosilicatos. Tem como principais constituintes abundantes o Oxigénio, o Silício e o Ferro; e por rocha sólida um Núcleo de rocha e ferro fundido (originado muito provavelmente pela potencial colisão meteorítica que sofreu), possuindo ainda um Fraco Campo Magnético (2% em relação à Terra).


Imagem de Marte, captada pela sonda Mars Express mostrando os vulcões Ceraunius, Tholus e Uranius Tholus de Marte (na região de Tharsis) medindo 5,5 quilómetros de altura.

Morfologia/Missões de Exploração em Marte!
Tanto que já nos foi revelado que dá para fazer quase uma enciclopédia sobre Marte! Sabemos hoje que, a norte de uma linha inclinada a cerca de 28º do equador, a superfície de Marte consiste em planícies vulcânicas e enormes vulcões-Escudo, muitos deles concentrados num levantamento maciço da Litosfera (a camada rígida exterior do planeta), designado por Montes Tharsis.

O espectacular Sistema Equatorial de Desfiladeiros - o Valles Marineris - estende-se para leste a partir desta cadeia montanhosa - também denominado como um gigantesco desfiladeiro que ocupa 40% do planeta, a sul deste.

As Latitudes Meridionais estão repletas de Crateras de Impacte e são mais antigas que as planícies setentrionais. Desenvolveram-se então nessa região extensas redes de vales e enormes Canais de Escorrência, testemunhando a actividade passada de águas correntes.

Provavelmente, segundo os cientistas, permanece grande parte dos Voláteis Originais (elementos e moléculas que normalmente existem na forma gasosa), mas estão encerrados nas Rochas Porosas da camada superficial, o que implica que a Atmosfera do Planeta se tenha transformado, por hipótese, no longo decurso da sua história planetária...

Das cinco ou mais missões concretizadas e outras que entretanto se venham a consolidar em Marte: Mars Odyssey, Mars Express, Mars Reconnaissance Orbiter, Mars Exploration Rover Opportunity ou ainda a Mars Science Laboratory Curiosity (estas duas últimas na superfície marciana), o sucesso, a compreensão e a sublime aferição que se faz sobre este planeta, tem sido deveras entusiasmante e proveitoso; ou seja, de enorme êxito!

Soube-se da existência de água no solo de Marte (em 1,5% e 3% de água na sua massa) - o que perspectiva cerca de 33 litros de água por metro cúbico - embora não seja ainda bebível ou potável numa maior acessibilidade natural humana de a ingerirmos, por estar associada a outros compostos nocivos. No entanto, estima-se de bons augúrios estas novas descobertas do precioso líquido tão necessário quanto insubstituível à vida humana. Algo que, em 2013, nos veio encher de alegria e suposta consideração de nos fazermos à vida sobre este planeta vermelho...

Os Cientistas da NASA (em 2015) vieram então com toda a sua energia e bem-aventurada contemplação ou quiçá «iluminação», dizer ao mundo de forma enfática e, exuberante que, sim, Há Água em Marte!

Descobertos os Córregos (linhas de escorrência recorrentes), terão sido encontrados também sais hidratados que possuem moléculas de água na sua composição, ou seja, houve a efectiva esperança e quase certeza da existência de Água - em estado líquido - na superfície do planeta! Além a evidência espectral que tal demonstrou em processo hidrográfico real ou plausível de se tornar uma realidade muito em breve...!


Telescópios e Astrónomos, sempre em vigília constante na busca de Novos Planetas (dentro ou fora do nosso sistema solar) ainda que hajam tantos mistérios planetários dentro deste (Sistema Solar) por desvendar...

Novos Planetas, externos, ou quiçá por aí...«out there»...
Só em jeito de curiosidade sugestionado pelas últimas descobertas reveladas ao mundo de que, líderes e esfuziantes Astrónomos, terão descoberto um novo e outro distante planeta (exterior, portanto!) do nosso Sistema Solar.

Exactamente entre 12 a 13 de Julho de 2016, uma eminente equipa de Astrónomos vieram dar mais uma luz planetária ao nosso mundo terrestre, com a sublime avença e, descoberta, de mais um planeta-anão do Sistema Solar, cuja órbita tem o ponto mais distante a 19 mil milhões de quilómetros de distância do Sol!

Provisoriamente baptizado de RR245, o nano-Planeta tem um diâmetro de cerca de 700 quilómetros, fazendo uma das maiores órbitas para essas dimensões (numa órbita que o CNRS classificou como improvável e que o planeta demora 700 anos a completar), e a luz solar demorará também 18,5 horas terrestres a chegar à superfície do RR245.

Houve a intenção de reiterar, mais uma vez por parte dos cientistas, de que se observou nele uma das maiores órbitas para essas dimensões, sendo um fenómeno surpreendente, segundo estabeleceu o Centro Nacional de Investigação Científica, designada pela sigla francesa CNRS, de França.


Novo Planeta-anão descoberto pelos Astrónomos da Terra: Que mais nos surpreenderão estes incansáveis cientistas e, investigadores, dando novos céus ao nosso céu terrestre...?!

Mais um Astro na Cintura de Kuiper...
Este Astro ou corpo celeste agora revelado ao mundo, tendo sido captado na Cintura de Kuiper, foi detectado pela primeira vez com um telescópio localizado em Mauna Kea, no Havai (em Fevereiro passado), a partir de imagens que tiveram a sua origem, em Setembro de 2015.

O CNRS admitiria então ao mundo: «É um dos planetas-anões que sobreviveram até aos nossos dias, como Plutão e Eris, os maiores Planetas-Anões conhecidos!»

Os Cientistas vão contudo admitindo também que não sabem as suas origens, sendo ainda muito precoce esclarecer muitas outras dúvidas subsequentes (como por exemplo, de como irá evoluir a sua órbita no futuro...); contudo, há que afirmar que nesta observação de apenas um ano, se sublinha de que se possa admitir que o seu tamanho e, luminosidade, se permitam ser estudados para assim se tirarem mais alusivas conclusões sobre este recém-descoberto planeta-anão, assim como acerca de todo o nosso Sistema Solar, afiançaram.

A distinta equipa de Investigadores e Cientistas que fizeram parte deste estudo e, análise sobre esta descoberta, reiteram ainda de que, a Grande Maioria dos Planetas-Anões, foi criada durante o caos provocado aquando os Planetas Gigantes se deslocaram para tomarem ou se localizarem nas actuais posições no Cosmos. Algo que nos faz acrescentar: Parabéns a toda esta excelente equipa de Astrónomos e, à divulgação pública e mundial, que desta descoberta e conhecimento fizeram em nosso proveito de dar outros mundos ao nosso mundo - da Terra! Bem-Hajam!

E que mais se poderia avolumar que não, o continuarem a ser provectos, exultantes e cativantes em projectos e processos espaciais de longa duração e, sucessão de muitos êxitos...!?

Há que inaugurar novas estações espaciais, missões e relações globais - e internacionais (como efectivamente se tem executado em associação e dinamismo multipartidários sobre as nações, com interesse e protagonismo aeroespacial em tecnologia e inovação), sobre o que o mundo hoje, na Terra, se auspicia, ambiciona e identifica, pois que só assim atingiremos as estrelas de um conhecimento mais lato e uniforme, em todos nós, Humanidade.

Por admiráveis Planetas Interiores ou Telúricos, por outros que o não são, mais distantes e de consignação exterior (ou desconhecida entre o povo da Terra), há que sublevar e sublinhar de entre Todas as coisas de que, o Homem, é mais, consegue mais - e vai mais longe - se o deixarem sonhar, se o deixarem estudar e optimizar essa franca apetência para o voo e para essa nova realidade que estamos hoje a obter e, a fazer proliferar, de que há planetas, estrelas e tantos mas tantos corpos celestes como almas na Terra e fora dela.

E só assim alcançaremos o tão desejado espaço no Espaço em Cosmos e Universo conjuntos de muitos sonhos vividos e sonhados por todos nós! E como isso é bom... na descoberta e na admirável pujança terrestre de nunca - mas nunca - sentirmos que estamos sós...!!!