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quinta-feira, 26 de abril de 2018

O Sussurro de Deus

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Infinita e magnânima a glória de Deus. Extremosa e por certo afectuosa se, distintiva e emanadamente sussurrada do Espaço aos homens de boa vontade, como parece ter sido o mais recente caso registado na figura do astronauta norte-americano e coronel da USAF - Terry Virts - que ouviu Deus enquanto sobrevoava Portugal...

                                        E Deus disse: "A Verdade Está dentro de Vós!"

"O dia virá em que que a grandeza do amor de Deus, e da dádiva de Deus à Humanidade, será totalmente compreendida e fará parte da vida de todos. Este resultado é inevitável. É apenas uma questão de tempo." (Prólogo de «O Que Deus Disse», de Neale Donald Walsch, autor de «Conversas com Deus», best-seller internacional que se converteu numa das mais referenciadas obras na partilha de ideias e experiências sobre a vida espiritual.)

Não há fracasso, mas aprendizagem. Não há rejeição nem abandono, antes o inevitável caminho dos grandes bloqueios do Homem que obstaculizam todos os meios, todos os caminhos, para se chegar a Deus. Não existe o Espaço nem o Tempo, apenas o Aqui e Agora. Somos os criadores da nossa realidade, usando processualmente e apenas três ferramentas: O Pensamento, a Palavra e a Acção. Da Primeira Mensagem de Deus à 25ª, segundo Walsch, «Somos Todos Um».

Somos todos uma individuação da Divindade, uma expressão de Deus na Terra. Da primeira mensagem à última, Deus recomenda-nos a sublimação de sermos práticos e termos o dom da partilha, divulgando a experiência pessoal e individual a outros, numa colectiva abordagem de opinião e interacção - como se um Novo Evangelho se abrisse nestes tão conturbados tempos actuais em que se vive. E, onde nem a Internet escapa... ou as redes socais do contemporâneo escárnio e mal-dizer sem parar para ouvir os «Sussurros de Deus»...

Na 19ª Mensagem Principal das «Conversas com Deus» do autor N. D. Walsch, em sugestão dos três principais conceitos da vida holística, sendo eles: A Sinceridade, a Consciência e a Responsabilidade, segundo a sua própria concepção do que entende e convictamente afirma já ter entabulado em conversa com a Entidade Suprema que se denomina - Deus - Walsch determina que Deus lhe fez confissões muito cuidadas e a ter em conta para o futuro da Humanidade.

E lhe disse que, para um ser humano ser pleno e perfeito na sua terrena experiência física, há que tomar destas excelentes directivas com o propósito único de se poder atingir em parte o Nirvana ou Éden Universal de se ser mais livre, mais alegre, mais poderoso... e até mais entusiasmado por estar vivo (ou nessa física condição na Terra) do que nunca.

E sim, são estas as ferramentas básicas como as mais verdadeiras e maravilhosas dádivas de Deus se quisermos singrar na vida. Algo que Terry Virts também terá escutado, sabido de antemão ou, em  alquimia maior de uma alma que vagueia no Espaço, se lhe asseverou com toda a ternura possível sobre um nascer-do-sol extraterreno que jamais esqueceu ou afastou de si, nas palavras que Deus lhe deu em premissa e em doce sussurro...

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(Imagem e frase postadas por Terry Virts no Twitter, em 2016): «Looking forward to the game tonight to see who is the European champion! - Euro 2016 Final). Ou seja, em bom português «Ansioso por ver quem irá ser esta noite o campeão Europeu! Mais coisa menos coisa, foi isto. E hoje, à distância do acontecimento global do Euro-campeonato de Futebol de 2016, em que ninguém apostava em Portugal, este sagrou-se campeão, mesmo sem o CR7 (lesionado mas não quebrado, ao que constou). Algo que nem nas estrelas estava escrito; e estando, não o disseram a Terry Virst em adiantada ou sagrada previsão...

As Fantásticas Imagens da ISS
Da Estação Espacial Internacional para o mundo é um passo, um pequeno passo - para o Homem e para a Humanidade. Já de outros não se fala; os da Lua que foram de gigante ou de «bigfoot» para esta mesma civilização que anda por cá há um horror de anos, que é o mesmo que dizer, há milénios; antes e depois do Homo sapiens sapiens...

Inimaginável não é, o poder-se captar a maravilha planetária que somos do outro lado de lá, mas, a fulgurante certeza de, saber e sentir este homem da ciência, como o maior crente agora que há na Terra e fora dela, por ter assumido mundialmente «Ter-se encontrado com Deus...».

Terry Virts, astronauta norte-americano e coronel da USAF, formado em Matemática pela Academia da Força Aérea dos Estados Unidos (com missões espaciais na STS-130; Expedições 42/43; Soyus TMA-15M e possivelmente outras tantas missões sem registo oficial...), se viu convertido desde os seus 6 anos de idade, pronunciando-se vir a ser - sem nunca saber ou sequer suspeitar - de que um dia chegaria à fala com Deus... ou que este lhe sussurrasse ao de leve...

Da Nave Endeaver, da NASA, até à ISS foi um pulo - ou em passo apressado, o que Deus teria para si guardado em fotogenia planetária sobrevoando não um ninho de cucos, mas, um território já por si bastante abençoado de feitos e glórias (de um passado remoto de navegantes ao mais recente de crenças e rezas), que lhe assomou ser Portugal. (Um país que parece uma fazenda mas que abraça um oceano e quiçá uma ilha perdida de tempos igualmente idos que só Platão descreveria como gente que se diz de Atlantis, por histórias mais carentes e mais presentes talvez de Aparições e Mensagens, do Além ou do Cosmos, ou daquele calmo sítio ou lugar onde Deus se senta e não dorme, diz-se...).

Portugal é um país único; pelo bem e pelo mal. Pela sua pacífica reportagem histórica (ainda que tudo tenha começado com um filho-Rei a combater contra a mãe-Rainha, pela defesa e honra do condado portucalense) e sermos hoje, vistos e observados de cima para baixo, de lado e na vertical, porém também na horizontal (tão pequeno que é?!) com uma luz que ninguém tem e um poder de alma, lavada e asseada, de todos nós, em cumprimento aeroespacial que até os astronautas dizem ser especial...

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Terry Virts: o homem do momento, em Portugal. Ontem e hoje, a mesma presença de espírito, a mesma autoridade aeroespacial que faz dele um ser quase único na demonstração sem pruridos ou, contidos reflexos militares do que a profissão lhe exige, anunciando ao mundo de que «Deus» se fez ouvir, bem perto de si, bem perto de toda a sua sapiência científica, sem que o negasse ou refreasse pelo que as más-línguas da Terra o poderiam desafiar - ou até ridicularizar - ao defender ter ouvido esse «Sussurro de Deus»...

Entre a Ciência e Deus
Não há nada pior do que um homem da ciência dizer-se crente, religioso ou simplesmente munido de uma fé inabalável que não só move montanhas como detritos espaciais, sem que nenhum deles lhe toque, lhe faça mossa, apenas por, um pressentimento ou seguimento interior que nenhuma preparação da NASA efectivou, projectou ou antecipou sobre as suas muitas missões já concretizadas. Certamente estamos a falar de Terry Virts, um homem muito especial!

Virts é um homem de paz. Mas viu a guerra; de longe. A guerra da Ucrânia. E lamentou-o. Muito. A uma entrevista concedida ao jornal Observador, Virts confessa-se algo incomodado por estas senis batalhas terrestres da Humanidade, que esquece toda e qualquer humanidade para com o seu semelhante, assim que se dá de aventuras e desventuras sócio-políticas de abrir territórios e chagas humanas de sangue e morte.

Viu-o do Céu; viu-o do Espaço e de dentro da ISS - estação espacial internacional - e não gostou (em clarões vermelhos mesmo por cima do país ucraniano). Construiu então a paz à sua maneira na ISS dizendo: «O que é da política só cabe à política», fomentando a união, a protecção e a sobrevivência na ISS, tentando em parte relativizar o infortúnio dos homens na Terra de se matarem uns aos outros quando nada disso ali fazia sentido; nada mesmo! Daí que arrogasse dizer-nos:

"Estávamos a sobrevoar a Ucrânia quando começámos a ver clarões vermelhos mesmo por cima do país. Foi estranho pensar que, se estivéssemos ali em baixo, provavelmente estaríamos a matar-nos uns aos outros naquele preciso momento. Foi triste."

Comandante da ISS, quando ela ainda estava ocupada por cientistas Russos e Norte-Americanos (duas nações ditas civilizadas e super-desenvolvidas que entretanto se digladiavam em combate diplomático ou sobre outras guerras não tão diplomáticas na Terra), Virts foi o árbitro, o amigo de ambas as partes, de todas as partes. Disse ainda sentir o peso da consciência e, da impotência, ao ver o sofrimento dos seus cosmonautas sobre a massacrada Ucrânia que se via ser bombardeada do Espaço - nos primeiros tempos da guerra civil - como já foi referido.

Daí que Deus lhe tivesse marcado um encontro, talvez para lhe agradecer tamanho desvelo, voluntarismo ou solidariedade humanitária, ainda que sob os auspícios das estrelas e de um seu planeta nada amistoso para quem o observa de longe...

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Terry Virts: "Quando me virei e vi aquele tom de azul, senti que ouvi alguma coisa vinda de Deus. Tive de regressar logo ao trabalho depois desse encontro. Mas encontrei ali a fronteira entre o que é mundano e o que é sublime. Encontrei respostas."

Um Impacto sem Precedentes!
Talvez um impacto maior do que levar com o lixo espacial, uma vaga de meteoritos em cima ou ainda a pressão de se estar a passear pelo cosmos sem toda a segurança possível, foi a alusão que Virts fez ao dizer-nos que nunca tinha observado um nascer do Sol tão fantástico quanto o que então presenciou sobre território português. Ainda mal refeito de tamanho encantamento, proferiu:

"Havia um azul ao longo de toda a atmosfera da Terra. Foi uma coisa tão intensa que me lembro de pensar: «Nunca vi aquele tom de azul». Fiquei chocado, até porque, depois de tirar tantas fotografias e de tanta preparação em casa, pensava que já tinha visto todos os pormenores do planeta onde vivia. Eu sou cristão, e essa experiência, teve um impacto muito grande em mim."

Grande parte do tempo a fotografar a Terra, Terry Virts, pensa ter encontrado o mistério dos deuses, ou desse Deus-único que lhe deu o mais fantástico trabalho do planeta, sendo indescritível a sensação de ver o planeta Terra por aquela perspectiva. (Tal como um cordão umbilical entre ele e e a Terra, cordão esse do qual jamais se deslaçaria, afirmo eu).

«View from Above: An Astronaut Looks at the World», o livro agora acabado de Virts para a National Geographic, sobre a sua mais fabulosa compilação de fotos/imagens que ele próprio tirou sobre o planeta em acervo de milhares de fotografias belíssimas. Outra missão concluída por si.

"A Primeira Vez que vi a Terra à luz do dia foi quando fiz um passeio espacial para arranjar um braço enferrujado da Estação Espacial Internacional (ISS).Tínhamos acabado de sobrevoar o Oceano Atlântico e julgo mesmo que estávamos por cima de Portugal."

Terry Virts nada alegou sobre os «Anjos» de outrora (até porque nada disso lhe foi questionado em entrevista). Anjos, ou seres extraterrestres visualizados/observados por outros astronautas, ou seja, por cosmonautas soviéticos à época (1984) da Salyut-7. Ou, do já muitas vezes mencionado Cosmonauta X que, em sussurro ou em pura telepatia de comunicação cognitiva, lhe foi recomendado regressar à Terra. (Mas sobre Yuri Gagarin anotou que, era crente mas jamais afirmou ter notado a presença de Deus) no que, afirmo eu, em minha modesta opinião, talvez nem todos possam estar preparados para tal...

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Um homem feliz: em pleno consigo e com Deus. Ou, com o espaço que o define no Espaço que não tem limite nem saudade, porque a saudade essa, acaba quando começa a felicidade de se estar de bem com a vida; na Terra ou fora dela. Terry Virts é um homem sábio. E portentoso, apesar da doença oncológica portadora do Espaço (que entretanto desapareceu), no que em si define de prioridades e nenhuma ambiguidade sobre o que a Terra espera de si - ou o Cosmos apela sobre si. É este o homem de quem se fala agora, sobre Portugal e sobre o mundo, neste nosso pequeno mundo azul...

Os Riscos do Espaço...
O Cancro: aquela maldita coisa que nos faz temer até a própria sombra. Mas com Virts não! Tendo sofrido dois cancros ou por duas vezes a fatídica apresentação oncológica de tão maldita doença sobre o ser humano, Virts não renegou o que o chamamento lhe ditou - antevendo ou não o que a radiação cósmica lhe pudesse fazer. Por mais riscos acrescidos que houvessem, Virts não recuaria nem um passo, afirmou-nos.

O Risco de Explosão do Lançamento do Foguetão, os flutuantes e letais destroços pelo Espaço, as radiações cósmicas sobre o ADN humano (independentemente da camuflagem obrigatória e hermética dos fatos) ou ainda qualquer outro imprevisto espacial, em nada demoveram Terry.

Admite entretanto que só Scott Kelly foi observado durante um ano na específica contingência da NASA, sobre um estudo para saber as interferências/influências de causa-efeito sobre as longas permanências dos astronautas, no Espaço. E isto, a nível físico e psíquico. Com Virts a situação foi mais despiciente, sem contudo alterar a intenção dele de se firmar no Espaço, apesar dos elevados riscos. Como militar que é, Virts, confirma que se está disposto a correrem riscos se valer de facto a pena, admitindo que, em palavras suas:

"Acho que explorar o Espaço vale a pena, que a Ciência vale a pena. Quanto ao cancro, não tive «maus cancros». E a verdade é que já desapareceram, por isso não guardo ressentimentos. Sei que outros astronautas morreram de cancro. Quer dizer, perdi amigos por causa dessa doença. Mas sim, acho que vale a pena ter cancro, em prol da ciência. Se não pensasse isso não o teria feito."

"Nunca se vai fazer nada que valha a pena recordar, que vá marcar o mundo de alguma forma, se não se correr riscos. Vocês, Portugueses, sabem disso melhor do que ninguém: Se não se tivessem metido em barcos e entrado pelo oceano de um mundo completamente desconhecido, a História não teria este rumo!"

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Foto de Terry Virts sobre a ilha da Madeira (Portugal). A ilha do «meu» Cristiano Ronaldo. A ilha de todos nós, com sabor a banana, a Bolo do Caco, a Bolo de Mel, a «Poncha», a Vinho da Madeira, e a um sem fim de iguarias e outras tropolias gastronómicas que fazem inveja ao mais nómada povo deste mundo que vá visitar a ilha. E, aí consumar, a bendita graça de poder conhecer o aeroporto CR7 (que muitos não queriam de tal denominação, o que desde já abomino, pois que se há alguém que o merece é ele) e pronto, vão à Ilha da Madeira, pelo que até Terry Virts o concedeu em prestação fotográfica do Espaço e dele nos deu de si, em franca amostragem de que o Homem só é pequeno quando quer e não quando lho deixam ser...

Um Homem como muitos outros...
Além de ser um garboso e mui prestigiado astronauta, Terry Virts assume-se autor confesso das suas inúmeras fotografias que entretanto vai dando a conhecer ao mundo numa oligarquia muito própria ao dizer que não sente que mudou mas que, actualmente, talvez veja o mundo de uma outra forma, muito menos monocromática. Diz-nos então:

"Quando somos jovens achamos que temos as respostas para tudo, e pensamos que sabemos definir completamente o que é certo e o que é errado. Agora, provavelmente, consigo compreender todos os tons que existem entre o branco e o preto que eu achava que a vida era. Descobri claro que a maldade e a crueldade vivem na Terra, mas também aprendi muito sobre a condição humana. Mas posso dizer que, quando me virei para trás e vi aquele tom azul de que falávamos atrás, sinto que ouvi alguma coisa vinda de Deus e vinda de cima. Tive de regressar logo ao trabalho depois desse encontro, porque havia realmente muita coisa para fazer. Mas encontrei ali a fronteira entre o que é mundano e o que é sublime. Encontrei respostas."

Daí que não haja tanta diferença assim entre o que Terry Virts advoga hoje do que já anteriormente terá sucedido com outros astronautas/cosmonautas que se tenham prestado a admitir uma maior sensibilização para o poder do espírito ou daquela força maior que nos conduz a todos.

Sejamos ou não católicos, protestantes, ou de tantas outras religiões espalhadas pelo mundo, a teoria mais correcta ou assertiva é aquela de que o Homem não está só possa ser uma verdade, não em absoluto, mas uma verdade ainda assim, sem que nos estejamos a referir às muitas outras civilizações estelares mas, Àquela voz e Àquela presença de que Virts fala.

Da Bíblia Sagrada à Hebraica, ao Alcorão, à Tora, Mishná, Talmude, Bhagavad-Gitá, Rig Veda, Brâmanas, Upanixades, Mahabharata, Ramayana, Puranas e Tantras; ou ainda no Tao Te Ching, no Buddha-Dharma, no Dhammapada, nos Mestres de Huainan, no Shih-chi, no Cânone Pali ou no Livro de Mórmon, a Palavra de Deus é a mesma! (Desculpem se faltam outras tantas, pois o acervo religioso terrestre é imenso dos primórdios à era moderna).

Deste modo, A Comunicação da Divindade, poderá muito bem ser aquela que todos nós pudermos ouvir; seja qual for a religião, o credo ou até o cepticismo e o ateísmo de alguns. E que Deus pode falar directamente para o Homem sem ser através das Escrituras Sagradas. Tal como fez com Terry Virts ou, em cada um de nós...

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Lançamento do Foguetão Falcon Heavy, da Space X, de Elon Musk. Para Terry Virts este foi o grande momento de entusiasmo e revelação. Empresas privadas agora em missão e empenho permanentes ao serviço do ser humano. Terry Virts infere que se trata claramente de uma opção futurista mas real de grande execução. A Humanidade não se pode limitar ao espaço a que pensa pertencer, mas sim, àquele em que se venha a concretizar a muito breve prazo o seu novo seio galáctico ou exoplanetário...

O Futuro da exploração espacial
Terry Virts alude que, de um modo geral, tudo vai funcionando - e uns possibilitando mais facilidades e outros uma maior avença tecnológica (entre Russos e Americanos) em que uns autenticam com uma maior particularidade ou parcimónia tecnológica o que outros de modo mais simples fazem de igual maneira - tudo se compõe entre parceiros de distintos e por vezes rivais países políticos...

Como no caso específico do lápis de carvão em escrita no Espaço, da parte russa, em paralelismo com o inovador «Fisher Space Pen» dos norte-americanos, que se investe numa caneta pressurizada que consegue manter o contacto com o papel para que se possa escrever no espaço cósmico, uma vez que não há gravidade.

Ou ainda, das simples válvulas de puxar água russas - arcaicas mas eficazes - em contraponto para com os sistemas de bombeamentos de água electrónicos norte-americanos (cheios de sensores e filtros) para controlar as temperaturas; e que, no fundo, vêm a resultar numa mesma e igual finalidade mas, com maiores recursos de máquinas mais sensíveis e mais dispendiosas, do que as do país do senhor Vladimir Putin.

Virts ilustra bem o que a Rússia simplifica, a América complica, tendo por exemplo a nave Soyuz na sua missão de há uma década em que, um simples pedaço de metal gigante fez toda a diferença - arriscada é certo! - reentrando toda por completo para dentro da Terra, e ainda por cima ao contrário (como um nascituro que nasce de pés em vez de cabeça, digo eu).

Sorte de principiantes ou não, o certo é que tudo teve um final feliz - as duas partes mais sensíveis derreteram e degradaram-se, ficando imune a do meio, aquela em que iam os cosmonautas russos - regressando então intacta à Terra, assim como todos eles, estando todos de saúde e bem apesar do susto havido, acreditamos nós.

Finalizando, Virts enfatiza ainda sobre o futuro da era espacial: "O Futuro da Exploração Espacial depende claramente de companhias privadas como a de Elon Musk ou a Blue Origin e outras que tais. São eles que têm tudo na mão. As agências governamentais como a NASA, estão a fazer coisas incríveis, mas continuam a ter de seguir muita burocracia. E sim, concordo com o Elon Musk, quando diz que as viagens espaciais comerciais podem ser uma realidade. Não só penso que podem ser uma realidade, como penso que devem ser! E isso deve acontecer muito brevemente. Nem toda a gente tem 10 milhões de dólares para gastar, mas penso que esses valores absurdos vão baixar para as centenas de milhar e, estar assim, ao alcance de mais gente um dia."

Concluindo: Do mundo aeroespacial para o espiritual a diferença também não será muita. Ora vejamos que, tal como entre a Tecnologia Russa e a Americana em largo ou mais exíguo lastro económicos e de maior ou menor influência em espectro sideral, acabará sempre por tudo realizar em sintonia ao que o Homem descobre e tenta aperfeiçoar, de uma forma ou de outra. E Deus que tudo vê, presume-se, confia-nos esse tal futuro.

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«A Evolução não requer Tempo, requer Vontade», assim se afirma segundo os critérios cristãos de alguns que tentam incrementar nas mentes alheias ou, nas almas mais confusas, um mais contributivo caminho para a Divindade. E esse caminho, sendo-o de todos nós na Terra, em espaço físico, psíquico e cognitivo, vai enchendo-nos a alma de esperança de estarmos a lidar com a supremacia do Universo na sua magna força, intervenção, clarividência e até precognição.

                                                            - A Palavra de Deus -       

Deus, a existir, fá-lo sobre todas as coisas, humanas e não só; materiais e imateriais, conhecidas ou desconhecidas. Dentro ou fora da Terra somos e seremos sempre iguais - mesmo que em diferentes formas de vida ou sobre diferentes escalas desse conhecimento que se diz universal. O Amor nunca poderá ser incompatível com Deus nem Ele sobre outras incompatibilidades ou inacessibilidades factuais do Universo. Somos Todos Um, de facto! Só não o sabemos ainda...

A Palavra de Deus em sussurro...
Somos Todos Um. Novamente aqui o refiro, segundo as palavras de Deus proferidas a muitos de nós, ou em particular a só alguns que se dizem iluminados pela presença e pela voz de Deus que lhes ressoa que ninguém é superior a ninguém.

E que, tal como Neale Donald Walsch encerra nos seus muitos livros dedicados a esta causa, e de forma assaz impressionante nos referencia: «Somos Todos Seus Filhos» na bênção do Pai, do Filho e do Espírito Santo. E que em acrescento nos realiza de que a «Morte» não existe. Que é somente um processo de reidentificação. Que o seja então! Sejamos Imortais!

Por ora apenas sabemos que «É Bom Estar Vivo». É ainda melhor saber que Deus olha por nós, seja Ele quem for, como for ou que imagem a Si se assemelhar, pelos que os deuses também O têm e a Ele se reverenciam e por vezes penitenciam nas suas muitas e iguais ou loucas guerras galácticas não só perpetradas na Antiguidade (no que percepcionamos através dos textos sânscritos da Índia, dos Vedas e outros) mas em factos actuais, que nos dizem que «Eles» também guerreiam entre si.

Ou seja, uma calamidade interestelar da qual não temos patente nem fomos nós, seres humanos, os criadores ou incitadores, instigadores ou malfeitores. Separar o Bem do Mal é algo que todos temos de fazer, continuadamente, com a presença ou ausência Dele, de Deus, ou do seu terno, voluptuoso e mágico sopro celestial que em linguística própria eu expresso por: «O Sussurro de Deus».

E este, podendo ser mais, muito mais do que um mero encontro ou talvez menos, substancialmente menos do que o concebemos interior e espiritualmente - O Sussurro de Deus - seja enfim como uma leve brisa espacial que nos dita: Somos Todos o Teu Mundo... Somos Todos a Tua Alma... Somos Todos o Teu Sussurro!

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