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segunda-feira, 22 de maio de 2017

A Humanidade (V)

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A antropológica perspectiva do Homem (homem e mulher) do Futuro: Do Homo sapiens sapiens até ao Homo futurus ou, presumível e não tão inesperadamente assim, tão iguais ou semelhantes aos que ainda há pouco temíamos como extraterrestres e seres de outros mundos...

"Quando a inteligência e a bondade - ou afecto - são usados em conjunto, todos os actos humanos passam a ser construtivos."
                                                                    - Dalai lama -

Magnânimos e proficientes ao longo dos tempos - e certamente adaptados a novas realidades - o Homem foi sempre sendo um ser em mutação constante; tal como a Natureza e o próprio planeta em imparável mobilidade e alteração.

Do Homo sapiens sapiens até à mais incongruente ou inaceitável concepção do ser humano em alteração, mutação ou mesmo radicalização - que nos irá fazer ser, pensar e sentir como os desconhecidos (os extraterrestres ou simplesmente os que já nos não são tão superiores assim) - leva-nos a questionar se desejaríamos regredir, impondo condições a essa mudança, a essa evolução...?

Do Homo Futurus à realidade (quase) consumada da mutação híbrida; processos de envelhecimento retardados, a exponencial evolução cibernética, alterações genéticas/cromossómicas que converterão o ser humano numa criatura calva, de aspecto ovóide mas de superior intelecto, a tudo abnegada e crucialmente aceitamos sê-lo; no futuro... esse futuro não tão distante assim...

Teremos então voz ou consciência de reprimir esta escalada evolutiva de mutações genéticas e pressões ambientais como uma das principais influências para a Selecção Natural, além o que supostamente nos é edificado pela engenharia genética artificialmente em nós convocada e, implantada, como seres marionetas que provavelmente somos...?!

Desejando ardentemente encontrar uma resposta identificativa/ irrefutável para o que aí vem em transformação e assumpção anatómicas e cognitivas no Homem, só me resta confiar que tudo será para o nosso bem em processo irreversível de uma evolução à semelhança de outros seres do Universo.

E, se tal nos for contrário ou abusivamente imposto por outros códigos, outras agendas mais aterradoras ou indignas até dessas inteligências estelares, então pouco nos resta também que não seja esperar que tudo não passe de um desgraçado pesadelo ou divagação distópica - amorfa e sem fundamento - do que «eles» nos querem fazer ser...

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Homo futurus: Haverá futuro segundo esta concepção, desenvolvimento e realidade do ser humano em selecção natural através do que as alterações ambientais e mutações genéticas nos instam já em total mudança...? Estaremos à altura desta transformação evolutiva...?

Aparência/Fisionomia: a conversão
Temos medo do que desconhecemos, temos sempre medo das mudanças, sejam estas radicais ou levemente pontuadas e, transformadas ou solidificadas por entre vários milénios, na alteração da nossa fisionomia e até comportamentos em face ao ambiente e a tudo o que nos rodeia. É compreensível. Assusta-nos pensar que nos próximos séculos vamos ser assim uma espécie de «Et`s».

Na Ficção Científica, o Homem do Futuro é frequentemente representado como um monstro estranho que, aos nossos olhos, poderá parecer repulsivo; ou até muito idêntico a algumas personagens da «Guerra das Estrelas» da contínua saga cinéfila destes nosso tempos modernos em que a imaginação não tem limites, mas pode muito bem ser baseada em seres já observados por alguns de nós...

Mas, o que os cientistas admitem o Homem revelar-se nos séculos vindouros, será uma criatura calva, de cabeça ovóide e de intelecto superior. Poderá ser de estatura elevada (diferentemente dos clonados baixos e cinzentos, vulgo «greys»...), músculos firmes, mas coberto de escamas e com mãos e pés providos de membranas interdigitais. Estranho...? Sim. Assustador...? Um pouco.

Infere-se daqui que talvez possa ser semi-humano, semi-máquina, com membros e órgãos artificiais - e substituíveis - além de consubstanciado por uma força imensa. Por estranho que pareça, estas características podem muito bem corresponder à descrição do Homem dentro de um milhão de anos...

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Cirurgia de transplante após «sprint screen» ou seja, imprimido (ou printado, na versão brasileira) em 3D. A experiência clínica deste transplante programada para 2018, segundo cientistas russos, no primeiro órgão vivo (criado através da utilização de 3D de sprint screen), que começará com uma tireóide pronta para transplante. Tecnologia revolucionária usando um primeiro órgão tridimensional.

Transplantes: a cirúrgica realidade moderna!
A técnica cirúrgica da Transplantação de Órgãos e tecidos vivos em substituição de outros doentes, hoje já praticada, é um índice da evolução futura. Embora ainda embrionária (nalguns específicos casos), esta técnica tem podido salvar milhares de vida; ou milhões delas no mundo do amanhã.

Actualmente, o Homem possui os conhecimentos cirúrgicos necessários para realizar Operações de Transplantação de quase todos os órgãos e membros do corpo humano. Resta ainda aos cirurgiões vencer a Rejeição do tecido estranho por parte do corpo receptor...

A Rejeição é causada, basicamente, pelas próprias defesas do organismo. Os Glóbulos Brancos atacam e digerem os organismos invasores. Até agora, os Cirurgiões têm tentado tornear esta dificuldade usando medicamentos que suprimem tais mecanismos de defesa. Este método, porém, pode reduzir a resistência do organismo à infecção, que, por sua vez, pode conduzir à morte.

De modo semelhante com o que se verifica com os grupos sanguíneos, existem também grupos de tecidos compatíveis e incompatíveis. Daí que os Investigadores se tenham debruçado na tentativa de aperfeiçoar os métodos que permitam combinar os diversos tipos  de tecidos - para assim evitar a rejeição - sem prejudicar a resistência do paciente à infecção.

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A Ciência de Star Wars (Guerra das Estrelas): a cada dia mais a nossa realidade humana e terrestre???

A importância da Cibernética ou dos actualmente denominados Robôs-cirurgiões na demanda tecnológica biomédica da era moderna que atravessamos (ou das conexões chamadas Cérebro-máquina que viabilizam a robotização humana ou dos seus membros em falta).

Robôs-cirurgiões: o avanço tecnológico!
Poderemos antropomorfizar os Robôs ou, torná-los mais humanos, no que a desumanização tão falada e comentada por portas e travessas hospitalares do Homem, nos tem dado a contradição ou estranha lógica de fazermos algo de sensitivo sobre robôs, quando nós, humanos, nos distanciamos dessa sensibilidade e humanização...?! Estaremos a criar seres perfeitos - quase humanos - e nós, humanos, quase-máquinas???

Tão longe que nos levava esta discussão, este debate de ideias; contudo, sendo já hoje - no presente e na perspectiva de intervenção cirúrgica, uma realidade - só temos de saber viver com isso, fazendo-nos ser mais saudáveis, maia felizes e mais cordatos com aquelas robotizadas máquinas que não falando por nós (ou não sentindo o tacto da nossa pele), são exímios na eficácia, na segurança e até no tratamento cirúrgico de alta definição e contemplação sobre-humanas.

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Avanços tecnológicos: a actual realidade das sociedades modernas. Há uns séculos, não muitos, seríamos considerados magos, génios ou loucos. E só depois, deuses...

Cibernética e Medicina
Paralelamente à Transplantação de Tecido Vivo, vai progredindo o aperfeiçoamento dos órgãos de substituição fabricados pelo Homem. Mas também neste campo há muitos e complexos problemas a solucionar. Por exemplo: as unidades motoras, destinadas a accionar os membros artificiais, têm (frequentemente) uma duração limitada ou são demasiado pesadas, no que se tem tentado aperfeiçoar.

A Inovação e Descoberta sobre a Tecnologia dos Materiais veio dar novo enfoque e ênfase a outras realidades: o ser humano em recuperação e liderança dos seus movimentos por via biónica e outras, vai tentando moldar-se, amiúde, a uma menor sensibilidade - ou mesmo aceitação que não rejeição - dessa mobilidade artificial em resposta motora quase idêntica à dos sinais transmitidos pelos músculos da sua trajectória anterior.

Os Especialistas em Cibernética - a ciência dos sistemas respeitantes ao desenvolvimento dos membros artificiais - têm-se intensificado a estudar os diversos métodos que permitam aperfeiçoar o grau de sensibilidade de que são dotados os membros humanos artificiais.

Conquanto que neste momento ainda não seja de todo provável - e abrangente - que sensações tais como o Tacto, a Temperatura, a Tensão e a Dor possam impressionar directamente o sistema nervoso através de um dispositivo sensitivo artificial, há outras formas de transmitir ao Cérebro dados sobre o mundo exterior.

Actualmente, sabemos que já se experimentam e, executam, por exemplo, a utilização de vibrações, tonalidades sonoras, luzes, correntes eléctricas pouco intensas - bem como códigos - para informarem os utentes de um membro artificial sobre a Temperatura e, a textura dos objectos circundantes.

Mas, o que se sabe sobre o Futuro do Homem a longo prazo...? Estudando os processos evolutivos do desenvolvimento físico percorridos nos últimos milhões de anos, os cientistas podem calcular as Alterações Físicas possíveis que sofrerão a Aparência e as capacidades do Homem.

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A imagem antropomórfica de um casal da pré-História: A visibilidade de tudo o que é básico e primitivo.

Estaríamos preparados ou, ver-nos-íamos a fugir a sete pés, ante uns dentes carnívoros, movimentos acelerados de perseguição e captura (como possíveis predadores que se legitimavam), ou ainda, na sua atitude comportamental destes primitivos tempos em agressividade e ostensivo ataque em sua defesa, ficaríamos para dialogar...? Penso que não; não estaríamos preparados para voltar às origens...

O que a História nos reporta...
Desde o Australopithecus - atarracado mas erecto - que viveu há cerca de 5 milhões de anos, até ao Homo erectus de há 500.000 anos, o Homem evoluiu através de diversas variantes do Homo sapiens, tais como o Homem de Neanderthal (julgava-se de há 70 mil anos mas o que por recentes descobertas extraímos de há 430 a 440 mil anos, em achado único, ou quase único em Portugal, de um crânio/fóssil do homem de Neanderthal com aproximadamente 440 mil anos), até assumir a sua forma actual de, Homo sapiens sapiens, o mais «esperto» até agora...

Segundo um Antropólogo Americano - H. L. Shapiro - que estudou essa evolução física, o Homem do Futuro, ou Homo futurus, será de maior estatura, terá uma cabeça oval, quase calva (o que não é de admirar, segundo o que já se regista em muitas cabeças rapadas por outras que se lhe seguem em modernices de novos penteados e estilismos contemporâneos rasantes de qualquer fio capilar), e um cérebro mais desenvolvido, de dimensões ligeiramente maiores.

Quanto à parte pedonal da coisa, ou seja, em relação aos pés, é muito provável que o Homem do Futuro possa perder o seu dedo mínimo do pé, segundo o que este antropólogo visa.
Este Homem, de aparência nova (já antecipado na ficção científica), deverá surgir, segundo Shapiro, aproximadamente dentro de 500.000 anos.

Por outro lado, em espécie de contraditório, um cientista russo, de seu nome, A. P. Bystrov, crê que o processo evolutivo sofrido pelo Homem terminou há muito. Na sua opinião, o Homo futurus não será muito diferente do Homo sapiens sapiens.

A Tese de Bystrov tem o apoio dos peritos do Departamento de Antropologia do Museu de História Natural de Londres (Reino Unido), segundo os quais poucos sintomas atestam que, o Homo sapiens sapiens, tenha sofrido uma grande evolução biológica desde o último período glaciário.

Outros Cientistas, preocupados com as explosões demográficas, concebem uma ramificação do Homem do Futuro, denominado Homo aquaticus, ou Homem da Água. Afirmam que, à medida que as reservas sobre a Terra (e sobre os solos) se forem gradualmente esgotando, o Homem poderá adaptar-se a um ambiente marinho, desenvolvendo e explorando os recursos minerais que oferece o Fundo do Oceano. Mas sobreviverá assim e, dessa sua transformação não imediata...???

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Uma fantástica foto de família da tribo Mentawai - indígenas da tribo primitiva na Indonésia (nas ilhas a oeste de Sumatra). Segundo nos relata o Mirror, esta tribo conta com mais de 64 mil elementos na sua comunidade actualmente, sendo que tem a criatividade mórbida de exibir em suas casas crânios de animais mortos, como o homem moderno o faz exibindo os seus troféus em animais embalsamados...

Família Nuclear: o que mudou...
Se nos restringirmos a populações como as da tribo Mentawai, na Indonésia, talvez nos julguemos mais próximos de tempos idos, tempos distantes da pré-História ou de um modo de vida e estabelecimento de modus vivendi não muito diferente. De dentes afiados mas um sorriso do tamanho do mundo que contradiz qualquer ameaça ou infortúnio arrevesado sobre quem os visita, constata-se tratar-se de gente de bem; mas somente de vida simples e pacata.

Tatuados e familiarizados com quem os persegue nestas abordagens fotográficas, deixam-se incorporar num sistema que desconhecem mas não rejeitam. São, no fundo, tão naturais quanto o que lhes deixam ser ante o que a modernidade tecnológica - ali ausente ou pouco utilizada - antevê de famílias felizes acolhendo o que a natureza lhes oferta.

Afere-se também de que, As Crianças das Sociedades Tradicionais, gozam de muito maior contacto corporal do que as dos países ocidentais e, embora criem normalmente laços mais íntimos com as mães, os pais e outros membros da família (incluindo os avós), desempenham um papel assaz importante na sua socialização.

A Família Nuclear composta de mulher, marido e filhos tendo sido uma característica das sociedades ocidentais até ao século XX, deu um volte-face completamente surpreendente, em particular nos países ditos mais industrializados - ou modernos - na concepção sociológica destes novos tempos.

A Realidade Contemporânea relata-nos outras vertentes: dos géneros e transgéneros - Feminino e Masculino - na radicalização e transmutação do que é ser-se ser humano no seu todo, assistindo-se a uma nova concepção de Família Nuclear.

Hoje assiste-se à Diversidade de Género - em intimidade e habitabilidade - que tudo fez mudar; para melhor, anote-se. O ser humano procura apenas a felicidade e neste contexto (ou neste pacote, como agora se diz) apenas vem o substancial para se ser feliz; independentemente do género havido (ou escolhido) em união e laços familiares...

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A conservadora família nuclear de, pai, mãe e filhos. Por vezes, os meus, os teus e os nossos (e os que vierem posteriormente...), na concepção moderna mais alargada de junção de outras famílias, outras uniões posteriores em laços e afecto familiares, vindo dar outra cor, outro rumo às famílias.

A nova realidade...
Há Famílias constituídas por casais do mesmo sexo/género; femininos e masculinos. Dois pais ou duas mães (biológicas ou não, na actual legislação portuguesa em que se reconhece a existência de duas mães biológicas da criança envolvida na família).

Existem também as famílias de acolhimento ao abrigo da Constituição dos Direitos da Criança (ou do seu supremo interesse, aquando os seus direitos são violados ou negligenciados - remetidos pela Segurança Social de cada país em cariz proteccionista sobre crianças desprotegidas) no melhor desenvolvimento, educação, saúde e alimentação para as mesmas em caso de risco, maus-tratos ou negligência dos progenitores, familiares ou outrem. Muito mudou então.

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Esta, a nova realidade dos tempos modernos: casais do mesmo género em união familiar; a alteração dos hábitos, costumes e felicidade cumprida e não contida pelas sociedades modernas actuais.

Casamento e Família
Desestruturados ou desinseridos e desenraizados, infelizes ou reunidos de uma força maior em reestruturação ou reinvenção de novos afectos, novas relações conjugais, o Homem (homem e mulher) foram construindo o seu edifício de felicidade e de bem-estar com a vida.
Hoje, a Sociedade Moderna, é amplamente cordata com este ressurgir de novas relações ou novas considerações não tendo em conta a diferenciação de género.

Não se assistirá mais todavia (acredita-se), no retorno deste âmbito ou, do  regresso das famílias alargadas, nas quais 3 ou mesmo 4 gerações viviam em conjunto e os avós contribuíam para a divisão do trabalho doméstico (a não ser em alturas de crise ou de maior contenção das famílias em épocas de recessão económica dos países). Tudo depende, presume-se então, das prioridades individuais e comunitárias.

O Argumento em favor das sociedades mais descentralizadas baseia-se, em parte, nas suas vantagens sociais em termos de taxas de criminalidade mais baixas, menor delinquência e maior estabilidade.

Concomitantemente, o regresso às famílias alargadas é analisado por alguns sociólogos como um remédio natural para os problemas modernos das mães isoladas, das crianças desapoiadas e dos idosos abandonados - o que também traria vantagens económicas, visto que estes problemas sociais contribuem para os custos sempre em escalada das infraestruturas sociais em termos de instalações para os idosos, abrigos para os jovens sem lar, vários serviços psiquiátricos e de aconselhamento, policiamento extra e assim por diante...

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Homens e Mulheres: a igualdade de género que ainda se não faz sentir em termos de equidade financeira/económica sobre salários iguais para trabalho igual, no que, sociológica e globalmente, se não vê ainda implementado por todas as nações do planeta.

Em Portugal, a legislação de 2017 veio alterar essa realidade; pela lei portuguesa, homens e mulheres receberão a partir de agora o mesmo salário para a mesma função; independentemente do género. Estamos no século XXI e, para todos os efeitos, só por via legislativa (e punitiva, caso se não cumpra a lei agora determinada em Diário da República) se alvitrou a equidade de género. Há muito a fazer ainda, sem dúvida.

Ser inferior, e deixar de o ser...
Muito já se disse sobre a raça, sexo ou ser inferior que a Mulher foi, através dos tempos, por etnias, religião ou simplesmente a adversidade dos que se lhe julgavam superiores - o agora género masculino, vulgo homem, de diferente género mas direitos iguais - ter-se induzido na crença não devoluta de ser e, sentir-se, como ser superior.

Afinal, talvez não seja assim tão incompreensível de quando nos dirigimos às espécies superiores do Cosmos, como frívolos, desonestos e ainda por cima com manias elitistas estelares de nos verem lá de cima com a arrogância dos deuses... algo já muito sentido também, pelos navegadores portugueses e espanhóis em hegemonia idiota aquando pisaram o solo americano, na ociosidade de aí se fazerem pertencer em detrimento dos nativos, seus legítimos habitantes.

Mas continuemos. O Destino das Famílias exerceu um enorme impacte nas mulheres, disso ninguém tem dúvidas - para quem as crianças e a família foram tradicionalmente o centro das atenções, ou seja, da vida social e laboral.

O Movimento Feminista teve um êxito espectacular no século XX, desde que elas (nós, mulheres) obtiveram o direito de voto pela primeira vez, na Nova Zelândia, em 1893. Mas, mesmo nas nações europeias pioneiras e neste domínio, manteve-se uma grande dose de desigualdade entre os géneros.

No passo seguinte, as Mulheres, conseguiram salário igual para trabalho igual, pelo menos nos cargos governamentais e nas grandes empresas, onde anteriormente tinham sido preteridas - nos empregos com potencial para proporcionarem boas carreiras - em benefício dos homens, que eram vistos como os chefes de famílias principais.

Actualmente, os países desenvolvidos e de maior consciência social têm-se debruçado na defesa de rendimentos/remunerações iguais, assim como de oportunidades iguais para ambos os géneros; além os transgéneros agora expressos de iguais direitos e oportunidades, claro está.

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Igualdade de oportunidades...? Quando a ONU em rigorosa e actual estimativa de um seu relatório, orçou em 24% (a menos), a diferença dos salários ou remuneração das mulheres em face aos homens, que dizer desta discrepância então? Seres iguais, géneros iguais e salários diferentes...???

Morte do Feminismo - ou ressurreição desta militância?
À medida que o Estatuto das Mulheres melhora, tornar-se-à o fenómeno político do Feminismo uma característica permanente da paisagem política? Algumas mulheres (tal como alguns homens...) sentir-se-ão sempre frustradas com o seu estatuto, atribuindo o seu sofrimento e a sua permanente luta (com razão ou sem ela) à discriminação. Ora, esta insatisfação manter-se-à suficientemente elevada para alimentar o Feminismo Militante, como aconteceu nos anos 60, 70 e 80 do século XX???

Da fúria dos soutiens queimados à paz floreada e convicta dos festivais de Rock, da exacerbada amplitude sexual na contingência desenfreada de múltiplos parceiros, à mais refreada consistência nessa luta e conquista dos Direitos da Mulher, muito se tem apregoado e, incentivado, sem que contudo haja um maior consenso. Para tudo há que haver equilíbrio e inteligência, admite-se.

Sabe-se que as reivindicações provavelmente continuarão  a existir enquanto os actuais símbolos de êxito se basearem numa boa carreira e, em elevados rendimentos, ou então o papel feminino tradicional for insuficientemente recompensado em termos financeiros e de estima pública.

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Velhos/idosos; como queiram. Vamos todos sê-lo dentro em breve, mais brevemente do que desejaríamos ou mais cedo do que alguma vez suporíamos. O tempo passa depressa e o planeta envelhece; e nós com ele, feliz ou infelizmente...

Uma Sociedade que Envelhece...
As Sociedades Industriais estão hoje a envelhecer à medida que o «baby boom» - o surto do nascimento dos finais das décadas de 40 e de 50 do século XX - actuou ao longo das gerações como uma onda de choque que se dissipa.

Sob o auspicioso ou terrível Impacte dos Contraceptivos (consoante a teoria possa pender em liberdade de acção e maior consciência mas também contenção e diminuição da população no planeta) - e do estilo de vida concorrencial que favorece as famílias pequenas - as modernas sociedades industriais estão agora a regressar a algo semelhante à estabilidade que se encontra nas sociedades tradicionais.

Embora se refira com duas diferenças fundamentais: Em primeiro lugar, cada mulher dá à luz menos filhos (em alguns países industrializados a taxa de fecundidade baixa, isto é, na ausência de imigração, a taxa à qual os nascimentos compensam os falecimentos ou, óbitos, ao longo dum certo período).

 Em segundo lugar, devido aos Antibióticos e a outros progressos da Moderna Medicina, alavancando algo que chegará à velhice num número muito maior de pessoas do que já alguma vez aconteceu no passado.

Assim, o efeito destes dois factores - Natalidade escassa e Farmacologia acentuada - irá reflectir-se numa distorção da tradicional pirâmide etária, estreitando a base, alargando o cume e produzindo uma forma semelhante a um cogumelo; tudo isto, justifica a seguinte questão: Quais as implicações desta alteração da distribuição etária da população?

Um dos efeitos de um Eleitorado Mais Velho pode muito bem ser o de deslocar o equilíbrio das forças políticas e, sociais, no sentido da família alargada, pois como já se viu, o regresso a uma maior auto-confiança nesses agregados ajudaria em muito os Governos do Mundo a libertarem-se do pesado fardo dos custos da saúde e de outros serviços destinados à dita Terceira Idade.

Os Políticos podem assim sofrer uma deslocação para o Conservadorismo, refreando a volatilidade que caracteriza muitas vezes as sociedades mais jovens, tendo como efeito secundário uma maior ênfase nas famílias e no poder parental.

As Políticas do Patriotismo - incluindo o nacionalismo exacerbado - estão associadas a culturas nas quais os laços parentais são muito fortes.

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Atrasando o processo de envelhecimento: o que a Ciência pode fazer por nós...? E o que explica a geriatria nesse sentido; iremos ser bio-cápsulas artificiais ou simplesmente em busca do melhor rejuvenescimento para uma melhor vida, mais saudável, mais razoável com os nossos corpos, o nosso bem-estar de corpo e alma???

Envelhecer hoje...
O envelhecimento começa no preciso momento em que nascemos. Qual a novidade? Estamos todos a prazo; limitado ou prolongado, a cada um diz respeito no que fizer da sua vida em maior ou melhor aferição ou escolha dessa sua vida.

O longo processo do cansaço - e do desgaste físico - reduz gradualmente a capacidade de luta do organismo contra a doença, os sobressaltos e a deterioração; pelo que, no final, mesmo o homem ou mulher mais atléticos deverão render-se ao peso dos anos e pagar tributo à idade.

Algumas partes do corpo como o Cérebro e os Músculos, desenvolvem-se (e a menos que sofram acidentes ou traumatismos) vão-se desgastando gradualmente. Outras, tais como as células epidérmicas e os glóbulos sanguíneos, são renovadas diariamente até ao fim da vida num processo constante de substituição.

Mas, com a idade, algo deixa de funcionar devidamente neste mecanismo de renovação. Assim, as Células Nervosas perdem então a sensibilidade, a pele, a elasticidade, e todo o corpo se torna menos resistente à doença e com a menor capacidade de se ajustar à tensão ou às lesões que eventualmente se sofra.

Algumas Células podem mesmo reproduzir tão ineficazmente as suas activas predecessoras que o organismo é susceptível de as rejeitar.

O Retardamento deste Processo preocupa todos em geral. Alguns investigadores crêem que, assegurando-se aos mais velhos uma contínua assistência de saúde, embutida de novos tratamentos inovadores - por meio de injecções ou via intravenosa, introduzindo níveis hormonais equivalentes aos dos mais novos -  a reprodução das células poderá continuar (quase interminavelmente) no mesmo nível quantitativo e qualitativo.

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Queremos ser saudáveis e perfeitos. Queremos ser o espelho de uma beleza intemporal; queremos, no fundo, ser tão ou mais belos, incólumes e especiais, na eternidade de quem nos recorda. Consegui-lo-emos???

Os «Milagres» da biomedicina...
Não é surpresa alguma o quanto o líder «Botox» fez furor em certos meandros clínicos sobre pacientes em busca de um rejuvenescimento audaz. Esta biomédica invenção miraculosa propagada actualmente como o elixir da juventude, vai somando utentes que não pacientes por estes estarem mais ocupados e, sofredores, com outras dores, outras patologias, bem mais nefastas do que o observarem-se rugas à medida que se envelhece...

Muitos investigadores defendem a teoria de que o Sistema de Renovação falha, devido a reacções químicas. Porquanto isso, o método que se tem revelado mais eficaz - até hoje - no Retardamento da Velhice ou do Envelhecimento é o de do regime alimentar seleccionado.

Assim, em teoria mais ou menos verificada (pela prática dos muitos que já mudaram de alimentação ou hábitos alimentares nefastos e redução da ingestão calórica), a vida humana tornou-se, de um modo geral, mais longa e mais saudável.

Isto, no que nos próximos anos se poderá criar a estimativa optimista de 50% de vida mais longa/longevidade encimada por essa mudança de vida em maior e melhor qualidade que não quantidade. Tudo quanto é necessário, segundo parece, na perseverança em manter o regime alimentar recomendado o tempo suficiente para se observarem resultados positivos...

Luigi Fontana, professor de Medicina da Universidade de Washington (em Saint-Louis, no Missouri), nos EUA, admite que: «Os avanços mais recentes permitem entender melhor os processos moleculares do envelhecimento, que abrem caminho a intervenções que buscam retardá-lo». Conclui ainda: «O Envelhecimento, é a acumulação de danos nas células devido ao transtorno do metabolismo».

Fontana explica ainda que: «Com o avanço da idade as enfermidades vão surgindo, resultado da deterioração celular, no que vai originar por sua vez as doenças do foro oncológico e degenerativas - musculares e neurológicas.

Outros investigadores trabalham sobre Moléculas Restauradoras do Metabolismo que tem obtido os mesmos efeitos das experiências anteriores realizadas em ensaios clínicos com pessoas (voluntários), onde se tenta limpar o organismo queimando os resíduos acumulados na produção de energia.

Esta outra linha de investigação centra-se (ou concentra-se) nos Telómeros - nomeadamente nos extremos dos cromossomas. Estes reduzem-se em cada divisão celular, tendo um papel muito importante na idade biológica.

Carol Greider - Prémio Nobel da Medicina - tem estudado os Telómeros em laboratório, na faculdade de Medicina Johns Hopkins, no Maryland (EUA). A prestigiada cientista advoga com toda a certeza científica: «Muitas patologias da idade estão vinculadas à divisão celular e, este fenómeno, concerne um papel importante na redução dos telómeros. Quando os telómeros se reduzem a zero, as células já não podem dividir-se e morrem».

Greider afiança: «É possível modificar este processo para preservar os telómeros e, evitar o atraso das enfermidades (doenças ou patologias), causadas pelo envelhecimento. A redução dos telómeros é então compensada por uma enzima - Telomerasa - que os preserva; pois que, quando produzidos em excesso, favorece o aparecimento do cancro.

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A avançada terapêutica realizada no tratamento de lesões desportivas com células estaminais; não é só envelhecimento que nos assusta mas, as consequências de um quotidiano frenético - citadino, profissional ou desportivo - que urge dar vazão e eficácia às lesões apresentadas.

Lutando contra o envelhecimento e lesões...
Por último, temos ainda a Professora de Farmacologia, da Universidade da Califórnia (Irvine, nos EUA) - Mahtabi Jafari - que estuda por sua vez os efeitos que possui a canela (especiaria) e a «Rhodiola rosea», uma planta do Árctico muito conhecida dos Vikings.

Para reverter ou atenuar a degeneração, Jafari prevê realizar experiências clínicas com octogenários para constatar se de facto se produz algum efeito através desta planta no processo de retardamento da velhice. Para Greider, evitar estas doenças degenerativas tão próprias do envelhecimento (e não só), é um princípio para se viver com mais saúde e mais longevidade ou, na duração máxima de vida biológica que pode atingir os 110 ou mesmo 120 anos de idade.

Se a experiência se traduziu em sucesso, conseguindo prolongar a vida das moscas drosófilas em cerca de 25% (graças à rhodiola e em cerca de 30% à canela), a cientista está optimista. Todavia, Greider mostra-se céptica no que respeita à possibilidade de se viver mais tempo manipulando directamente os genes, porque, o envelhecimento, é o resultado de muitos mecanismos biológicos complexos, afirma.

Em relação ao que a imagem reporta acima, tem de se dizer que, apesar de nem todos sermos atletas de alta competição, estamos todos expostos ao risco de desenvolvermos algum tipo de lesão em alguma altura da nossa vida. Assim, é importante precaver o futuro e, investir numa solução, que permita vir a beneficiar de uma opção terapêutica, caso haja necessidade neste tipo de situações.

Para já, podemos contar com a utilização de Células Estaminais Mesenquimais no tratamento destas situações desportivas ocasionadas. Segundo legitimam os investigadores nesta área, existe o benefício na reparação/regeneração celular, progressão no processo de cicatrização e criação de novos vasos sanguíneos nos membros afectados.

No momento em que cada vez mais se fala deste processo de crio-preservação e do potencial terapêutico das células estaminais no tratamento de diversas patologias e problemas de saúde, a discussão começa agora a ganhar maior consistência em torno da sua aplicabilidade na Medicina Desportiva - nomeadamente na recuperação e regeneração de lesões musculares, ósseas e articulares.

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Avanços tecnológicos; biomédicos e outros. O Futuro é hoje. Homens e Mulheres irão beneficiar no futuro que se apresenta já hoje extremamente avançado em várias frentes...

Liderar o Futuro hoje!
James Hughes, um dos mais famosos e creditados biocientistas do mundo (ex-director executivo da Organização Humanidade) refere que, dentro de alguns anos, as próteses ao cérebro (o nosso maior e complexo computador ainda não totalmente identificado ou descodificado cientificamente), terá uma evolução inacreditável numa intervenção cada vez mais sofisticada.

Hughes assevera com toda a convicção futurista que, na década de 60 do século passado, do século XX portanto, se começou com os eléctrodos implantados na surdez do ouvido interno. Na década de 90 desse mesmo século, a inovação biomédica foram os «marcapassos» implantados no cérebro para a depressão, além das pernas biónicas nos amputados por via de uma maior mobilidade e saúde mental até (com graves efeitos psicológicos), nos pacientes que sofriam estas percas motoras.

Ou seja, conseguiu-se com toda a certeza - através destas inovadoras tecnologias usando a biotecnologia - tornar-se mais feliz e mais saudável quem tudo isto comportava, vivendo mais tempo, com mais qualidade de vida, sendo humano, sendo inteligente e, por conseguinte, sendo efectivamente muito mais feliz, corrobora Hughes.

Neurocientistas, biocientistas, filósofos, antropólogos entre tantos outros nas diversas áreas de empenho e licenciatura (muitos doutorandos e doutorados que estão continuamente a estudar e a verificar a avançada tecnologia que agora dispomos em nosso proveito) vêm mitigar medos e alastrar a sua confiança nos demais, em todos nós, simples cidadãos do mundo, na discussão aberta e fluída de se estar perante um nunca visto e alcançado progresso técnico no Futuro da Humanidade.

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Híbridos entre nós, humanos? Provavelmente somos todos nós...

Híbridos na Terra...
E se tudo não fosse apenas e somente a alegria contagiante da proficiência dos especialistas e dos entendidos da Ciência - e da filosófica tendência de sermos mais cépticos e castigadores até com a nossa própria irracionalidade (ainda que em raciocínio inteligente, convenhamos) seríamos perfeitos!

Munidos do tal gene (Duf 1220) encontrado no cérebro humano  - que faz a distinção/diferença entre o macaco e o ser humano - somos também referenciados (ou codificados) de sermos iguais a «eles», os tais seres superiores do Cosmos; e na crença talvez, de sermos um pouco deuses, um pouco superiores, à laia de uma justificada justiça estelar que nos veja, no presente e no futuro, como um «deles», como uma civilização que vinda das estrelas assomará a estas - caso nos deixem, caso nos intentem podermos com tal sonhar...

A Hibridação - ou sugestão de manipulação do nosso ADN - tem sido ao longo do tempo uma característica que uns aceitam e outros rejeitam, tal como órgão reimplantado mas não cativo e desejado pelo seu receptor.

Estando todos reféns do que pode ser apenas um malabarismo mental ou uma ruptura com a tradicional história genética do nosso criador (divino ou estelar) o certo é que todos já fomos - alguma vez na vida - manietados ou seduzidos (inconscientemente) por essa deífica vertente de sermos todos uma espécie de brinquedos estelares com super-poderes ou com determinado dom sobrenatural que nos possa fazer gabar aos demais.

Sermos super-homens e super-mulheres nunca teve um bom fim; os gigantes da Antiguidade que o digam. Mas desejarmos que algo engrandeça ou recrudesça e nos transcenda além o que este planeta nos dá, também é algo que nos é tão íntimo e tão idiossincrático como beber café pela manhã.

Somos Humanidade sim; com defeitos e qualidades e, se neste longo processo milenar civilizacional «eles» tiveram mão e inteligência para nos moldar á sua imagem, então ainda vão ter muito que calibrar e aperfeiçoar, pois que muitos que andam por aí - híbridos ou não - têm dado muito que fazer; ás autoridades e aos psiquiatras.

Por mim, que sou uma mera cidadã deste pequeno país à beira mar plantado (e onde parece que a Madonna se deixou apaixonar, trazendo toda a família consigo), apenas pronuncio que, ser humano é bom; ser híbrido é mais ou menos e, não ser coisa nenhuma, é mesmo fracamente mau. Sejamos humildes e esperemos que de futuro sejamos também mais solidários e íntegros ou de nada valeram os esforços de Deus, do Uno, ou desses todos que andam por aí reclamando direitos sobre nós, Humanidade.