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sexta-feira, 11 de maio de 2018

A Morte Anunciada

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A NASA e o seus projectos, os seus muitos projectos que vão desde a criação de pára-quedas supersónicos para a próxima viagem a Marte, à comercialização do Espaço em detrimento ou menosprezo pelo clima e suas alterações sobre o planeta Terra. Monitorizar os gases com efeito de estufa era essencial e não banal, mesmo que muitos o reneguem e outros o esqueçam por interesses óbvios de não saberem ou não quererem saber que, um dia, o planeta tudo isso lhes vai cobrar...

"A responsabilidade de todos é o único caminho para a sobrevivência humana" (Dalai Lama)
                                                                                                                     
Porque te demites NASA???
Negligenciando o que inadvertidamente se vai fazendo - ou acomodando ao que displicentemente se vai acumulando sobre aquele que é (ainda) a nossa casa-mãe, o nosso berço planetário dentro da Via Láctea - irá soltar-se o pior dos demónios, o pior dos dragões ancestrais se nada se fizer em resolução e, monitorização, dos efeitos nocivos dos gases com efeito de estufa, dos smog, ou das fatais e influentes orquestrações climáticas que se vão alterando com o passar dos anos.

A NASA está consciente disso mas silencia o que outros potenciam em hegemonia despótica e algo prepotente sobre um mundo que também é seu. Em 2017, a NASA, revelou um vídeo ao grande público sobre as Alterações Climáticas ou, as consequências delas, efectuadas sobre os últimos 20 anos sobre o nosso planeta.

Nele (vídeo) se mostrou os vazios biológicos, o tamanho dos glaciares (a cada dia mais reduzidos) e até a um Círculo Polar Árctico a cada dia também mais verde e menos gélido devido ao aumento de temperatura global. Esteve bem, a NASA. E agora o que faz? Demite-se pura e simplesmente do que até há pouco denunciava também ela sobre estes avisos, estas sequenciais alterações de todo um planeta a agonizar...

Acordos são violados e regras desbastadas, agora, em pleno ano 2018 (Paris tão longe...) como quando se queima o campo fértil que nos deu pasto e guarida, pão, e toda essa vida de conforto e benfeitoria de continuarmos a ser uma civilização que não adoece, apenas mitiga, o que em breve lhe enfunará pelas narinas e lhe excrementará os pulmões a todo o gás; a toda a química envolvida.

Indissociavelmente e de uma forma assaz subsequente - por todas e quaisquer razões de não ter havido maior empenho e benemerência para com um planeta que grita também a plenos pulmões «Salvem-me ou limpem-me» - o Homem perecerá. Não é profecia, é a lógica de tudo isto.

E não o fazendo, em breve seguiremos para a grande vala comum em cumulação de féretros - ou deliberados despojos - de um cemitério global que se já distingue ao longe no horizonte sobre outros horizontes que alguns parecem não querer ver...

A NASA e os seus projectos. Limpar o planeta (ou apenas vigiá-lo) talvez não esteja nos seus planos e lamenta-se que assim seja. Mas tudo pode não passar apenas de mero marketing político em espécie de jogatina verborreica - insidiosa e por vezes jocosa - sobre direitos havidos, mas também deveres exigidos para com o planeta Terra. Porquanto isso, vai-se esperando que os Senhores do Mundo interiorizem e, não intimidem, quem apenas quer cumprir o que lhe é devido.

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Há milhões de anos a Terra sofria. Os milhares ou milhões de meteoritos obliteravam qualquer forma de vida. Ontem e hoje a realidade embora diferente poderá voltar atrás, poderá voltar ao que era. Há milhões de anos, os Compostos de Carbono da Atmosfera formavam uma camada isoladora em redor da Terra que conservava o calor proveniente do Sol. A vida brotou! Mas o que anteriormente se desenvolveu em vida ou várias formas de si, poder-nos-à agora matar, ou estaremos a ser pessimistas e até alarmistas?!

Sabe-se que este fenómeno foi aquecendo gradualmente o nosso planeta, o suficiente para que a vida evoluísse. No entanto, no que se relaciona com o CO2, e as constantes emissões de gases com efeito de estufa presentemente, faz-nos pensar: Queremos nós agora, seres humanos, que tudo isso regrida e possamos retornar a um passado já esquecido, turbulento e infernal? É isso que desejamos para nós, para toda a Humanidade???

O Carbono: a quase-essência da vida!
Embora o elemento químico do Carbono continue a ser um factor essencial e dinâmico à vida na Terra - embora represente menos de 1% do planeta, uma vez que as moléculas que compõem todos os seres vivos são na sua maioria compostos de carbono - não se pode destrinçar o que na actualidade se invectiva também através da Bioquímica.

Bioquímica - a química dos organismos vivos, que está intimamente relacionada com os compostos de carbono - mas que lidera também sobre o ecossistema e em todo o ambiente ecológico da Terra.
O Carbono circula nas plantas, nos animais, no solo e na atmosfera num processo chamado Ciclo de Carbono, como exemplificada e rigorosamente os estudiosos o designam.

O Carbono regressa ao Ambiente quando combustíveis de Biomassa como a madeira ou Combustíveis Fósseis como o petróleo, o gás natural ou o carvão - compostos de carbono que contêm Matéria Orgânica que remonta a milhões de anos atrás - são consumidos para libertar energia.

Os Combustíveis à base de Carbono representam assim 75% de toda a energia que é utilizada actualmente no nosso planeta. O Carbono é desta forma muito versátil porque cada Átomo de Carbono pode formar 4 ligações covalentes.

As Moléculas Orgânicas (assim chamadas porque os cientistas-químicos pensavam outrora que esses compostos só se podiam encontrar nos organismos vivos), compõem-se de átomos de carbono ligados entre si por ligações covalentes simples, duplas ou triplas. A variedade dos compostos formados por essas ligações entre átomos de carbono está assim na base do que hoje estudamos como: Química Orgânica.

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O «Ouro Negro»: o petróleo. Aqui, uma Refinaria de Petróleo. No Brasil, a conhecida Petrobras, monopolista no processo de refinação dos combustíveis a nível nacional sobre a indústria brasileira, assume-se como a grande produtora dos mesmos num crescimento ímpar. Por todo o planeta se exibem estas refinarias em maior ou menor escala, no que o Homem parece já não saber sobreviver sem elas... Será vida ou morte, se assim continuarmos?!

Tal como a Petrobras, no Brasil, todas as refinarias existentes no globo evidenciam uma alta torre de fraccionamento na qual tem lugar a separação, tanques de armazenamento e uma instalação para craqueamento, onde o calor parte as grandes moléculas de petróleo para assim se obter moléculas mais pequenas para utilização na Gasolina e nos Plásticos. Ou seja, uma indústria que prolifera exponencialmente apesar dos avisos de haver uma maior contenção a nível mundial sobre a exploração dos combustíveis fósseis...

Compostos de Carbono e Hidrogénio
Os compostos que contêm Carbono e Hidrogénio proporcionam cerca de 3/4 das necessidades energéticas deste planeta, constituindo também a forma de energia mais usada ainda hoje; por muito que se perspectivem outras energias mais limpas, mais alternativas e de uma melhor empatia com a Natureza e todos nós, seres humanos.

A Energia contida nos Hidrocarbonetos foi originalmente acumulada pelas plantas primitivas que a receberam do Sol, durante a fotossíntese que teve lugar há milhões de anos, como é do conhecimento geral.

A Energia Solar convertida em Energia Química pelas plantas encontra-se actualmente conservada nas ligações químicas que unem as moléculas dos hidrocarbonetos, ou seja, dos Combustíveis Fósseis como o petróleo, o gás natural e o carvão.

Os Combustíveis Fósseis são então o resultado de milhões de anos de calor e, de pressão, exercidos ambos sobre os restos de plantas e animais mortos. Até aqui tudo bem.
Após a sua morte, os animais e as plantas foram sendo soterrados pelos lodos e sedimentos, o que os manteve afastados do oxigénio, evitando assim a sua decomposição aeróbica.

Esta Matéria Orgânica foi então decomposta por Bactérias Anaeróbicas (que prosperam na ausência de oxigénio) - algo que ultimamente também foi sugerido existir nos fundos subaquáticos dos mais profundos oceanos (em que se estima haverem formas de vida bacterianas completamente extraordinárias na ausência de oxigénio), no que foi sendo gradualmente soterrada por sedimentos.

À medida que os depósitos ficavam soterrados a uma profundidade crescente, a pressão aumentava e a temperatura subia. Ao longo de milhões de anos, esta matéria foi sendo lentamente «cozida» e convertida em cadeias complexas de hidrogénio e de carbono. (O que para muitos investigadores terá um fluxo diminuído a curto ou médio prazo no planeta; por outros que o negam, admitindo para o resto do mundo que estes serão uma espécie de «fonte inesgotável de energia»...).

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O «Ouro Azul» como já lhe chamam, ao gás natural transportado através de imensos gasodutos. (No caso de Portugal, que o importa da Nigéria, este gás menos poluente e com menos efeitos sobre os gases de estufa, chega a solo português através do terminal de gás liquefeito do porto de Sines).

O Poderoso «Ouro Azul»
Inversamente ao «Ouro Negro» (petróleo) este reflecte um maior acordo geral sobre esta fonte de energia em gasodutos que normalmente são subterrâneos (não violando assim o ambiente e a visão paisagista, o que nem todos se remetem nisso).

Por questões de segurança e de sentido prático, os gasodutos subterrâneos são preferidos pela maioria dos países ocidentais, mas em lugares frios como o Alaska, onde existem glaciares ou terras como se sabe permanentemente geladas, os gasodutos têm de ser instalados.

É sabido que, o Gás Natural, proporciona uma energia limpa para usos domésticos e industriais. A maior parte do gás natural da Europa é composto principalmente por Alcano Metano (CH4). Nos outros lugares, o gás natural também contém alcanos mais pesados como o Etano (C2H6) e o Propano (C3H8).

Os Alcanos (antigamente chamados de parafinas) compõem-se de átomos de carbono unidos por ligações simples, como foi aqui referido. São combustíveis importantes, pois queimam sem deixar resíduos e produzem uma grande quantidade de energia. São conhecidos como moléculas saturadas porque é impossível adicionar-lhes mais átomos.

Quando o Metano arde no ar, forma-se Dióxido de Carbono e Água, e o calor é libertado à razão de cerca de 30 quilojoules por cada litro de metano queimado. É necessário ar suficiente para garantir que o Metano arda como uma chama limpa e para evitar a formação do gás venenoso - Monóxido de Carbono (CO) - que infelizmente tantas vítimas mortais tem causado pelo mundo fora, uma vez que é difícil de detectar por não ter odor.

Há que referir ainda que (abordando a complexidade milenar da formação dos hidrocarbonetos), o tipo de Hidrocarboneto que se formou no decurso desta transformação lenta planetária, na Terra, dependeu em parte da química da matéria orgânica original - e, em parte, das condições de pressão e temperatura nas quais essa matéria foi soterradas.

O Carvão formou-se geralmente a partir das plantas que ficaram soterradas no pântanos primitivos, compondo-se depois de uma mistura de hidrocarbonetos complexos com um elevado teor de carbono.

Tanto o Petróleo como o Gás Natural são tipicamente gerados pela decomposição e pelo soterramento de minúsculos animais marinhos como o Plâncton, embora o gás também possa ser gerado durante o soterramento de pântanos de carvão.

O Petróleo contém menos Carbono e mais Hidrogénio que o Carvão. O Petróleo Bruto, bombeado através dos poros das rochas soterradas a maior profundidade, é uma mistura de muitos tipos diferentes de Moléculas de Hidrocarbonetos.

A Maior Parte do Petróleo Bruto é extraída do subsolo para a produção de combustíveis, mas cerca de 10% é utilizado como matéria-prima na Indústria Química. Antes de poderem ser utilizados, os hidrocarbonetos são separados por refinação.

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Do inicial processo de Extracção ao da Refinaria, o que então se produz é um longo caminho até aos combustíveis que actualmente utilizamos. Muito do que se extrai das fracções designadas mais leves ou pesadas é sempre utilizado em proveito humano no consumo doméstico, no de transportes, e em diversos outros sectores de actividade - das quais o Homem já não dispensa, por muito que hoje se tenha de voltar para outras energias, outra tomada de posição em face ao prejudicial para a saúde pública e para o ambiente. Mas esse, é um outro processo que ainda vai levar supostamente algum tempo a exercer... a não ser que sejamos obrigados a isso com mão de ferro....

O Processo na Refinaria
Numa Refinaria, o Petróleo Bruto é separado então em diferentes fracções - grupos  de hidrocarbonetos que apresentam pontos de ebulição distintos (em função do número de átomos de carbono que contêm).

A separação tem lugar numa coluna de destilação fraccionada ou torre de fraccionamento. Durante a operação de refinação, o petróleo bruto é aquecido até atingir uma temperatura de cerca de 350ºC, após o que é introduzido na base da torre.

À medida que ferve, o vapor do petróleo sobe pela coluna; à medida que sobe vai arrefecendo. As diferentes fracções arrefecem e condensam-se a temperaturas diferentes e, portanto, em diferentes alturas da coluna. Estas Fracções são separadas e depois destiladas de novo para serem purificadas.

Os Hidrocarbonetos Mais Leves, que contêm entre 1 e 4 átomos de carbono, e a gasolina, que contém entre 5 e 10 átomos de carbono, condensam perto do topo da coluna. Os Resíduos Pesados - como o betume - que contêm mais de 25 átomos de carbono, permanecem na base da coluna.

As Fracções Mais Leves incluem o Gás Butano que condensa a 20ºC, e é utilizado nas garrafas de gás, a Gasolina, (que condensa a cerca de 70ºC) e a Nafta, utilizada na indústria química (a cerca de 140ºC).

As Fracções Intermédias (entre 190ºC e 320ºC) incluem o Querosene utilizado como combustível para aviões; a Parafina e o Fuelóleo, utilizado para o aquecimento.
As Fracções Pesadas como o óleo lubrificante e o betume (asfalto) condensam acima dos 350ºC.

Como por aqui se vê, são muitas as evidentes utilizações que o Homem faz sobre estes elementos que, por ora, as considera insubstituíveis. Até quando é que não se sabe...

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Zeólito Europeu. Definição: Cabazite em Gonnardite e Gsimondina, encontrado em Campo de Calatrava, na Ciudad Real, Espanha. Ou seja, um zeólito castelhano em toda a linha. Os Zeólitos fazem parte de uma família de complexos minerais de Silicatos de Alumínio. São por vezes utilizados como crivos moleculares para separar moléculas de hidrocarbonetos específicos. Embora ocorram naturalmente nas rochas vulcânicas, os usados nas refinarias são geralmente preparados em laboratório, onde é possível produzi-los com poros de dimensões e de formas precisas para a separação de moléculas específicas também.

Os Maravilhoso Zeólitos
Os minerais complexos chamados Zeólitos, são comummente utilizados no processo de refinação, contribuindo assim para extrair moléculas de hidrocarbonetos específicos, como se mencionou acima.

Os Zeólitos são os elementos ideias para esta operação, porque, a sua estrutura cristalina possui poros de dimensões específicas nas quais os Catiões (iões com carga positiva) podem introduzir-se.
Os Zeólitos podem ser facilmente modificados pela substituição de alguns dos átomos da sua estrutura cristalina por outros elementos.

Este facto permite assim aos Químicos, o «desenho» de Zeólitos que funcionam como peneiros (dispositivo de engenharia provido de aberturas com dimensões iguais e uniformemente espaçadas) moleculares para finalidades precisas, separando tipos específicos de moléculas pelo seu tamanho e pela sua forma. Além disso, os Zeólitos, podem eventualmente ser utilizados como catalisadores com moléculas de dimensões específicas.

Finaliza então e aqui grande parte desta explicação científica, pelo que, antes de se contrariar ou subjectivar algo, há que realizar que tanto químicos como minerais, fazem parte de todo o nosso sistema planetário, tendo apenas de haver bom uso e alguma sensatez na utilização que fazemos deles na actual conjuntura ambiental e económica.

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Limpar a Terra. Fazer a «faxina» (como dizem os brasileiros, em pesada e longa limpeza de um lugar), no que todos estamos de acordo, à parte a necessidade e a utilização dos combustíveis fósseis  - enquanto não houver a maior dimensão e proliferação das energias limpas por todo o globo - numa arrumação de casa limpa também; numa limpeza a uma só voz e a uma só grande mão humana de igual valor antropológico sobre estes tempos modernos que se vivem. Quem assim não pensa ou não objectiva interesses e valores, então é porque nada aprendeu com as anteriores extinções da Humanidade! E não sou só eu que o afirmo...

"Se não podermos medir as reduções de emissões, não podemos confiar que os países estão a cumprir o acordo." (Declaração de Kelly Sims Gallagher, director do Centro Internacional de Políticas para o Meio Ambiente da Universidade Tufts, nos Estados Unidos).

A Morte Anunciada
A notícia soou como uma bomba terrorista: A NASA vai terminar o programa que monitoriza os gases com efeito de estufa no planeta. Nem mais. Ficámos estarrecidos. Eu fiquei.

A notícia-bomba (revelada por inícios de Maio de 2018) diz-nos agora que a NASA vai acabar com o seu programa «Carbon Monitoring System (CMS)» da agência espacial norte-americana que consistia na procura de fontes de emissão e de fugas de dióxido de carbono que, segundo o CMS, provocam o efeito estufa no planeta Terra.

Os Média vão ainda mais longe, anunciando aos sete ventos regionais e globais que - A Casa Branca -  tem «matado silenciosamente» o programa da NASA que se investia na monitorização do CO2 e do CH4, ou seja, do dióxido de carbono e do metano na atmosfera, na sequência de um artigo publicado na revista Science. Não. Não é mentira. Parece que é mesmo verdade.

Segundo o mesmo artigo, a NASA recusou-se a explicar a razão, o motivo ou apenas a leviana ignição que levou ao cancelamento deste programa, referindo somente as restrições orçamentais e a existência de prioridades mais urgentes (terá sido um baile de máscaras no Espaço?) no Orçamento do Estado para a Ciência relativo aos Estados Unidos. Compreende-se. Existem prioridades...

De acordo com o porta-voz da NASA, cinco programas da agência já foram cancelados, incluindo o CMS, havendo a decisão de manter o financiamento para 4 dos 5 programas, ainda que o CMS esteja desde já morto e enterrado, segundo a mesma fonte que nos disse isto ter sido executado após longa deliberação.

Ameaçando o controlo das Emissões de Gases de Efeito de Estufa dos países que estão no acordo de Paris, (apesar dos subsídios já atribuídos irem ser honrados, prontificaram-nos) nenhum outro novo estudo será lançado, reportou taxativamente o artigo da Sciense.

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O Acordo de Paris em 2015 proclamado e formalmente em vigor em 2016. Os personagens esses são outros, mas as mesmas preocupações, as idênticas perturbações de se registarem os níveis acordados na estimativa de CO2  ou no refreio das emissões de gases com efeito de estufa se estarem efectivamente a cumprir. Quem irá cumprir ou quem irá prevaricar...? Aceitam-se apostas.

Hoje, o novo secretário geral da ONU - o engenheiro António Guterres - sente essas mesmas aflições, presumo, além Emmanuel Macron, o presidente de França, e todos os que actualmente continuarão a subscrever este acordo de Paris. Lamenta-se (acredito) que nem todos estejam de acordo, ou, quando muito, só naquelas horas de aflição planetária em que todos estamos inevitavelmente em risco por nos poder cair em cima uma qualquer anomalia natural ou artificial...

Um Acordo sem acordo...
O Acordo de Paris - concluído em 12 de Dezembro de 2015 - na capital francesa e assinado por um montante considerável de 195 países (e já ratificado por 147) está assim em risco.

Em 4 de Novembro de 2016 o acordo de Paris entrou formalmente em vigor, visando limitar a subida da temperatura global através das emissões de gases com efeito de estufa, o que actualmente se pondera ineficaz - ou completamente  inútil - perante a adversidade e a imobilidade de opinião por parte dos Estados Unidos.

E, pelo seu ex-presidente Barack Obama, que se prontificou a reduzir até 2025, as emissões de gases com efeito de estufa entre 26% e 28% - em relação aos níveis de 2005. Donald Trump, o actual e carismático (goste-se ou não) presidente dos Estados Unidos não pensa assim. No entanto, há que escutar de suas razões, até porque, somos todos pelo diálogo e nunca pelo confronto; quer dizer, quase todos...

Daí que possa tudo não passar de uma tempestade num copo de água, pois pode. Ou não. Diversas outras vezes se tem dado o dito por não dito, ou seja, o recuo de certas posições mais extremadas e enfatizadas com determinado objectivo pessoal, interino ou capital sobre outros interesses, outras viabilidades.

Seja como for, pelo anterior ou pelo actual Presidente dos Estados Unidos que tudo move (e por vezes até parece mover montanhas, como no caso emblemático de Kim Jong-un), talvez o bom senso impere ou retorne e tudo acabe em bem. Até porque, de outra forma e bem depressa - não só nos Estados Unidos mas em toda a parte do globo - as alterações climáticas são bem visíveis.

Finalizo apenas dizendo - ou subscrevendo também - o que Dalai Lama fundamentada e sabiamente advoga por sua própria voz, palavra, acção e abençoada compleição para com todos nós neste belo mas mui complicado planeta azul, do qual nem todos estão de acordo quanto ao tamanho, à cor e à missão a que se aplica connosco dentro (nós, estes desgraçados seres humanos em civilização que se diz Humanidade e nem sabe qual o norte adequado para assim continuar sobre ele...):

 "Acredito que cada ser humano possui um desejo inato de felicidade e que não ambiciona sofrer. Acredito que o sentido da vida consiste na experiência desta felicidade." (Dalai Lama)

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