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terça-feira, 21 de março de 2017

Até ao Deserto Final...

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Planeta Terra indo de encontro ao Sol...? Que força de atracção exercerá esta nossa estrela (por outra que se avizinha ainda mais gigante e funesta sobre os desígnios terrestres), que o sugarão ou confinarão ao limbo cósmico, se tal influência suceder em desvio de órbita normal...?

Por Desertos e Ventos se fazem as planícies e as montanhas, tanto na Terra como em Marte ou por certo em tantos outros planetas ainda desconhecidos por nós. Mares de areia e uivos dos deuses que se comprazem nos destinos planetários que do Cosmos ecoam como bolsas amnióticas estelares que um dia nos arrogaram ser vida.

Mas, se essa vida nos for compungida ou estabelecida num certo prazo numa procrastinada prerrogativa ou de abstruso adiamento de nos fazermos cumprir como civilização que somos, que mais nos restará do que esperar esse maldito destino de sermos atraídos ou vilmente seduzidos para o nosso Sol - ou esse outro de nome Nibiru que até a NASA já admite existir...?!

Se sairmos da nossa órbita normal devido à influência de um planeta exterior ou desse tão temido corpo celeste (tão grande como o planeta Júpiter) - Nibiru ou planeta X, que adentra o nosso sistema solar numa órbita excêntrica, via pólo sul, segundo a NASA) - que nos caberá fazer, que nos fará não render ou descruzar as mãos num último ímpeto de insubmissão ao que nos espera daí...?

Em rota de colisão máxima, desvio suicida de encontro ao Sol ou, inversamente, sob a pressão combinada de dóis sóis, a Terra alocar-se-ia na que hoje é considerada zona de asteróides entre Marte e Júpiter, em total perturbação e anulação da sua zona habitável até aqui (algo que nos seria fatal). Que hipóteses teríamos então de subsistir e não sucumbir ao mais trágico dos fins???

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Maravilhosa (ainda que assustadora!) foto - em infravermelho - da NASA, captada em 24 de Dezembro de 2015, registando o nosso Sol e um outro próximo a si; este, um admirável e enorme corpo celeste, descoberto em 1983, por um telescópio em órbita a bordo do satélite astronómico infravermelho dos EUA - «Astronomical Satellite-Iras».

O cenário dantesco de um Final Planetário é sempre indescritível. Mas podemos fazê-lo, ainda que o som abafado dos gritos e dos lamentos se não ouça, se não observe a agonia dos animais de grande porte de África ou, a dos pássaros em retirada e batida estonteada para lado algum; ou ainda, o estertor e o odor da morte por todo o globo, sem vestígios de qualquer salvação possível:

A Atmosfera mudaria; as alterações climáticas em extremo, radicalizar-se-iam em inferno mesurado de um deus menor; tempestades insanas abater-se-iam sobre o planeta. O Manto quebrar-se-ia, o magma invadiria tudo, os mares secariam - o Inferno chegaria à Terra!

A Terra sofreria assim a sua dor maior nos solos que se abririam, nos vulcões que expeliriam as suas escórias malditas ou erupções indignas de poluição asfixiante - repleto de dióxido de carbono - e até nos pólos, derretidos os glaciares, o dilúvio dos mares expostos e avançados sobre territórios férteis e inférteis, ricos ou estéreis, cidades e aldeias, colinas e morros, planícies e montanhas, na avassaladora e invicta certeza da destruição total na Terra.

A contaminação das águas, tão essenciais à vida humana, federia. Outrora o que a moveu, limpou ou esterilizou, estatizaria em silêncio total. A água salobra imperaria e daí as doenças adjacentes, associadas a toda uma infecciologia, consubstanciada por germes e bactérias que entretanto proliferariam em nós e nos animais, alastrando por toda a parte, disseminando-se por todo o lado.

As sequências e sequelas fazer-se-iam sentir, por todo o corpo, por toda a alma e, por todo o planeta, em agonia global de todas as infecções, de todas as epidemias em pandemia horrenda!

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Quando a Morte, tal ceifeira-cadáver nos entra pela porta do mundo, nada mais há fazer que não seja que ela se tenha enganado nessa porta planetária...

A Provação Maior da Humanidade...
A Evidência dos males num planeta que seca, que evapora e que destila a putrefacção, generalizada em si e por todo o globo, seria o meio-caminho para a erradicação de todos os seres vivos, se acaso o planeta se atormentasse sobre elevadas temperaturas de um aquecimento global brusco ou, desse fluxo solar indómito que se nos aproximaria cada vez mais da nossa extinção...

A desidratação humana aliada à água pútrida ingerida, criaria sepsis (septicemia) generalizada, ou seja, infecção global não-combatida por nenhum fármaco possível como já se referiu.

Se as águas não-tratadas germinassem (uma vez que se verificaria de imediato a falência orgânica dos corpos, falência múltipla dos órgãos internos devido à infecção bacteriológica fatal no ser humano), também o da força matriz eléctrica, dos espaços e de toda a condição da sociedade actual feneceria: a dos meios eléctricos, mecanizados, robotizados e subsequentemente monitorizados de todo o cômputo social moderno que fazem gerar tudo o que nos rodeia, e estas parassem... A esperança de vida para os humanos seria zero!

À medida que o planeta Terra se fosse aproximando do Sol, o nosso destino estaria ditado à partida: nada sobreviveria! Vida vegetal, animal - terrestre ou aquática - tudo pereceria. Os cabos eléctricos derreteriam (sobre a terra e sobre o mar); e daí que toda a informação global de telecomunicações se finassem também; além os satélites que entrariam em queda livre, tal como chuva de meteoritos sobre a Terra, numa infernal tempestade de metal e fogo em decomposição mas, acreditem, de autêntico horror de elevada destruição.

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A visão do Sol em aproximação máxima. Quem o observaria então, se nada restasse do nosso planeta Terra...? Belíssima imagem da NASA/SDO (uma sonda espacial que possui 4 telescópios, 2 painéis solares e 2 antenas de longo alcance) captando e emitindo desta forma magnifica, imagens surpreendentes desta nossa bela estrela amarela do nosso não menos fantástico sistema solar.

A Hecatombe sobre o Sol...
Por conclusão, a órbita do planeta Terra alterada e, reportada em direcção ao Sol, ser-nos ia uma hecatombe de extermínio; tanto como civilização, como por berço planetário, o qual que não sobreviveria igualmente em explosão final. Antes de tal suceder, o horror seria incomensurável: Rios, Lagos e Oceanos desapareceriam, depois de sobreaquecidos a altas temperaturas, temperaturas extremas, fervilhando e evaporando de seguida.

Este o término de tudo, do que anteriormente teria observado de uma civilização agonizante e impotente para tal reverter. Um verdadeiro filme de horror, acredita-se! Quem nos lembraria então...? Quem de nós - Humanidade - se recordaria do que vivêramos, do que experienciáramos ou, do que sentimos no último segundo das nossas vidas...? E isso importaria a todos «eles»...? Expurgo, catarse ou simplesmente a ordem das coisas menores em catálogo cósmico do que não lhes pertencemos ou sequer havemos voz para lhes fazer frente....???

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Deserto da Namíbia - África. Fantástica foto de Dezembro de 2000, origem USGS - «National Center for EROS and NASA Landsat Project Office». ETM/Landsat 7.
As Areias do Deserto do Sul da Namíbia chegam a tocar o deserto rochoso do Norte. As Dunas estendem-se por 400 quilómetros ao longo de toda a costa sudoeste de África, ocupando assim um terço da extensão Norte-Sul do deserto.

Desertos e Ventos
Para se compreender melhor tudo o que nos rodeia, há que sintetizar de que além dos mares e oceanos, existe uma camada terrestre que emana dos ventos (à semelhança de Marte) em que, extensos campos de dunas se desenvolveram em torno das calotas polares; mas isso referir-se-à mais tarde. Por ora, é do planeta Terra que se tem de falar.

Nos lugares onde a circulação geral da Atmosfera transporta massas de ar seco em camadas altas - Troposfera - para as camadas baixas, podem desenvolver-se Desertos. Estes situam-se tanto nas regiões quentes a baixas latitudes (entre 20 e 30º a norte e a sul do equador) como em regiões frias próximas das calotes de gelo polares.

Nas Regiões dos Gelos, os sedimentos provêm dos glaciares em recuo e, os acidentes da superfície como os Polígonos Líticos podem surgir em resposta à actividade de congelamento-descongelamento.
Nos desertos quentes como o Sahara, formam-se extensos «mares de areia» ou «ergs» em resposta a acumulações de areia batida pelos ventos, constituindo assim campos de dunas.

Estes Grandes Mares de Areia podiam cobrir áreas de 500.000 quilómetros quadrados de superfície. Também se encontram Desertos no interior dos Continentes, longe do mar.

O Vento constitui de facto a principal fonte de acção modeladora dos desertos, como se sabe. Recolhe os grãos de areia e transporta-os ao longo do deserto. Os acidentes maiores do Deserto modelados pelos Ventos são as chamadas formas de estratificação - «Bedformes».

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Imagem de Satélite (ESA). É visível na imagem a cidade de Swakopmund coberta por nuvens, sendo mais nítida a imagem em perfeita visibilidade, as dunas do deserto da Namíbia.

O Sentinel-2a (o novo satélite da ESA, que regista imagens da superfície em luz comum e em infravermelhos, na observação do crescimento das megalópoles, ao desenvolvimento das principais culturas de alimentos no globo e também em estudos climáticos), irá assim operar com uma plataforma adicional, permitindo aos cientistas optimizar estas observações directas do solo terrestre, em África.

Nas Dunas...
Sendo a mais bela imagem observada por satélite, além o que na Terra não subestimamos destas, há que referir que as Dunas e as Ondulações desenvolvem-se nas formas de Estratificação, à medida que o vento faz deslocar as areias. Quando a Areia é depositada, as cristas das Dunas tendem a ordenar-se perpendicularmente à direcção dos ventos dominantes.

As Dunas apresentam uma fase frontal íngreme e, uma vertente suave no lado oposto. Devido ao modo como as dunas se formam - semelhante à acumulação de rochas no bordo de um cone de rejeição - as Formas de Estratificação caracterizam-se então por superfícies inclinadas em relação à horizontal - uma característica a que se dá o nome de: Estratificação Entrecruzada ou Corrente.

Em Regiões de direcção do vento bastante constante, formam-se dunas em forma de de crescente que se denominam: Barcanes. Verifica-se então que campos dessas dunas se aglutinam muitas vezes, dando origem a uma larga faixa ondulada ao longo do deserto. Há o registo destas se poderem deslocar na direcção do vento, 25 metros por ano!

Em Superfícies Rochosas muito nuas, a areia pode ser modelada em dunas «Seif» alongadas, ao passo que em regiões com direcções do vento variáveis, desenvolvem-se dunas com estruturas em forma de estrela. No Sahara, as dunas Seif ou longitudinais, chegam a atingir 300 metros de altura e 300 quilómetros de comprimento!

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Algo inédito a nossos olhos: Neve no Sahara (19 de Dezembro, de 2016). Uma foto miraculosa e rara, em evento absolutamente distinto, captado pelo fotógrafo amador, Karim Bouchetata, em Ain Sefra, Argélia. Foi a primeira vez (em quase 40 anos...) que as conhecidas Montanhas Vermelhas se cobriram de branco!

A Mudança Climática
O que as alterações climáticas nos vêm agora ditar sobre uma outra perspectiva na mudança do clima e suas consequências. As Dunas quentes do Sahara ou Ergs fabulosos que se erguem numa paisagem soberba «caliente», vem agora mostrar-nos a reversibilidade climática sob um outro nível: a Terra está a mudar!

Segundo a NASA, através da famosa sonda Curiosity, em Marte registava-se nesta mesma época e data, uns não menos famosos 2ºC (positivos, portanto) e, em Chicago (EUA), no planeta Terra - obviamente - uns gélidos -21,8ºC (negativos); ou seja, a sensação térmica na Terra, registou-se muito mais baixa devido à influência do vento, o que perfaz nos cidadãos de Chicago, a quase certeza de uma possível e futura sobrevivência em Marte, um dia destes...

A continuar-se assim, não haverá temor de desertificação territorial ou aquecimento global - pelo menos em Chicago - onde as baixas temperaturas se estabeleceram ainda mais negativas do que propriamente nos pólos; em particular na Antárctida, onde só existem 20 dias de Sol por ano no Verão...

Na Austrália, no grande continente quente, os moradores de Saskatchewan`s tiveram a maior surpresa natalícia dos últimos tempos (além a dos cangurus, supõe-se).
Na véspera de Natal de 2016, a paisagem ficou branca, alvíssima, o que se tornou triunfal e inédito nestas paragens, ou seja, a consoada foi exactamente igual à dos países mais frios do mundo:

Acercou-se assim dos 23 graus abaixo de zero (-23ºC). A tempestade de neve que assolou esta região australiana foi considerada a maior dos últimos 40 anos. O que se induz que talvez não seja ainda desta que nos iremos ver a evaporar, ou a ser incinerados por temperaturas altas...

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Imagem de Marte (NASA). O imenso deserto frio ou, a esperança agora renovada na descoberta (em 2015 pelos cientistas da Terra) de água líquida em Marte. Linhas Recorrentes de Encosta ou RSL «Recurring Slope Linear» que motivou os investigadores, no que anteriormente se intuía de extensos campos de dunas inférteis em torno das calotas polares e não só.

Dunas em larga escala formam-se no interior de uma grande cratera de Impacte Marciana; é comum observá-las pelas diversas imagens que a NASA nos presenteia de vez em quando. O vento é o agente principal do Movimento de Sedimentos, em Marte. A Formação de Dunas concentra-se, geralmente, numa zona em redor das regiões polares.

Terra e Marte: a mesma similitude...?
Há que referir também de que, a Erosão, constituindo outro efeito do vento, no seguimento do que se vem falando sobre os Desertos e seus Ventos, a abrasão constante das partículas no ar tende a dar origem a grãos muito rolados, mais esféricos do que os que se desenvolvem nos ambientes fluviais e marítimos.

Os Fragmentos Maiores, que o vento não consegue elevar, podem ser simplesmente arrastados pelo chão, gerando calhaus facetados chamados: «Dreikanter».
A remoção da Areia pelo Vento pode criar áreas como a Bacia de Qattara, na Líbia (norte de África), com 300 quilómetros de extensão, situada a 134 metros abaixo do nível do mar.

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Deserto do Atacama, Chile; planeta Terra, obviamente. O que se constata ser muito idêntico ao existente em Marte. Este deserto chileno (na região norte do Chile, no continente sul-americano) tem cerca de 200 quilómetros de extensão, sendo considerado o mais alto e mais árido da Terra, pelo que a pluviosidade (chuva) se faz sentir em larga escala.

A Erosão: um factor dominante!
A Erosão na fase de rochas individuais - tanto grandes como pequenas - produz características muito diferentes, como Faces de Arribas perfuradas, Arcos Rochosos e Pedestais.

A Chuva cai - por vezes - mesmo nos desertos mais secos, normalmente durante tempestades breves mas, violentas! Quando ocorrem, pode dar-se uma erosão rápida e movimento de materiais em curtos períodos de tempo. Deste modo, formam-se vales fluviais e «Uedes».
Lagos sazonais, chamados «Playa», ocupam muitas vezes o interior dos desertos. Acumulam terrenos de depósitos de grão mais fino.

O Interior do deserto pode ser bastante plano, mas apresenta muitas vezes Planaltos Periféricos e Colinas Isoladas.

Os Planaltos Rochosos no meio dos desertos em geral são atacados pelos Ventos, gerando assim grandes depósitos de taludes de rochas fragmentadas, formados a partir de blocos e fragmentos do tamanho de calhaus que se acumulam no sopé das escarpas. Estes são demasiado grandes para serem transportados pelos ventos, embora o vento possa empurrar a areia mais fina para os espaços entre o material do talude.

Ainda em relação a Marte, considerando-se este planeta vermelho um grande e inóspito deserto frio (oxalá não tenhamos grandes surpresas ou mais novidades que o contrariem entretanto...), reverte-se de extensos campos de dunas que se desenvolveram em torno das calotas polares, enquanto tempestades globais de poeira - que se formam tipicamente perto do periélio - podem atenuar todos os acidentes da superfície (como sucedeu em 1971, aquando a missão da Mariner 9 se aproximava de Marte). As Estruturas das Dunas e a estriação geradas pelo Vento, também foram identificadas em Vénus.

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Dóis sóis ou... o tão flamejante e polémico Nibiru/Planeta X e outras denominações cientificamente identificadas (por outras que não) e, um contínuo mistério ou de previsível Apocalipse Bíblico sobre a Terra...?

A Previsão de Nostradamus: «Por sete dias a Grande Estrela brilhará, uma nuvem fará dois Sóis aparecer!»

O que a NASA nos desvenda do Nibiru...
A descoberta de um novo corpo celeste em 1983, veio revolucionar, entusiasmar mas igualmente amedrontar, todos os que o seguiam para além dos cientistas ou investigadores nesta área da Física, Astrofísica e Astronomia em geral. Além ainda outros entendidos (matemáticos e até filósofos....) que deram o ser prestimoso contributo neste sector em desvendar tal mistério cósmico.

O inestimável Iras encontrou-o. Iras, «Infrared Astronomical Satellite», ou Satélite Astronómico de Infravermelhos, captou na perfeição este gigante acastanhado (Brawn Dwarf) , segundo alguns, dizendo tratar-se de um planeta ou estrela anã que já entrou no nosso Sistema Solar pelo Hemisfério Sul - perpendicular à eclíptica (eixo leste-oeste das órbitas planetárias) celeste - que foi instalado na Antárctica.

Perante a invasiva revelação ao mundo sobre este fenómeno (através de certos canais externos à informação dita politicamente correcta ou mesmo através de certos emissários que assim quiseram que este nosso mundo reportasse da verdade sobre este corpo celeste), a confirmação seria dada no ano 2000, pelo que se sabia e ultimava deste ser celeste/planetário - ou estelar - vir a ser observado por todos, na Terra.

O seu precursor, John Maynard, alto funcionário do SETI (e antigo oficial da CIA dos EUA), liderando a «Disclosure Project Conference Nacional Press Club», em divulgação pioneira a nível mundial (e pessoal), a 9 de Maio de 2001, veio dar o seu contributo nesta causa.
Sem barreiras nem fronteiras linguísticas ou outras, este alto emissário e pessoa-chave no conteúdo revelador sobre esta temática estelar, consagraria o mundo do que até então todos haviam escondido: Nibiru existe e pode ser observado por todos!

Actualmente mais conhecido como doutor Steven Greer, do Project Disclosure (revelação da existência de vida extraterrestre e nosso contacto terrestre e humano com outros seres, outros sistemas estelares/planetários), no que não se conformou em ocultar, desenvolvendo um projecto de inter-comunicação ou mesmo conexão com o que ainda está por explorar, Greer veio assim abrir uma janela maior do que a windows informática, supõe-se...!

Em relação ao Nibiru ou planeta X, este foi actual e oficialmente confirmado pelo SPT «South Pole Telescope», o tão famoso agora telescópio situado e firmado no Pólo Sul, na Base Americana Amundsen Scott, dos EUA, na Antárctica. Posteriormente, um vídeo realizado pela sonda Stereo da NASA que evocava uma explosão solar (em 28 de Novembro de 2013), revelaria a existência de um imenso objecto já dentro do nosso sistema solar. Um susto ou uma realidade inexorável agora....?!

Ainda não o sabemos. Mas desejaríamos tal; a bem da verdade, por muito que isso nos faça temer - ou consciencializar - todas as consequências de tal objecto ou corpo celeste invasor que influencie ou mesmo antagonize e mate o nosso... Por muito que o temamos, a verdade terá sempre de ser dita!

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A realidade que corre o mundo: Dóis sóis ou um planeta invasor (visível acima do sol nascente) que nos vai manchar a honra e a glória de sermos vida, de continuarmos assim, sem trejeitos deste corpo celeste nos roubar tudo o que fomos e somos até agora....??? Portugal não foi excepção. E isso aqui está reportado, nesta belíssima foto tirada em Setembro de 2012, no centro de Portugal, por um lusitano vigilante cósmico que se não deixa atormentar.

O que o Mundo soube e não conjecturou...
«Possibly as Large as Jupiter» (Possivelmente tão Grande como Júpiter) - Esta a notícia em primeira mão dada pelo Washington Post de 30 de Dezembro de 1983, sobre a descoberta do estranho e quiçá misterioso corpo celeste entretanto descoberto e, aí, revelado ao mundo. Precipitação ou negligência pura de quem não previu as consequências do que aí viria...? Não se sabe nem replica, pelo que se tem somente de explicar cientificamente sem alarde social ou motivo para pânico; Por enquanto...

"Tudo o que posso dizer é que não sabemos o que é.» Esta a afirmação insuspeita (dada em entrevista ao Washington Post, dos EUA) pelo doutor Gerry Neugebauer, o cientista-chefe do IRAS para o JPL (Laboratório de Propulsão a Jacto, da Califórnia), e director do Observatório Monte Palomar, do Instituto de Tecnologia, da Califórnia (EUA), aquando a descoberta do tão fantástico e desconhecido corpo estelar. Neugebauer vai ainda mais longe ao radicalizar esta descoberta:

"A explicação mais fascinante deste misterioso corpo, que é tão frio que não lança luz e nunca foi visto ou observado por telescópios ópticos - na Terra ou no Espaço - é que ele é um planeta gigante gasoso, tão grande como Júpiter e tão perto da Terra, em 50 triliões de quilómetros. Embora isso possa parecer uma grande distância em termos terrestres, é uma curta distância em termos cosmológicos; tão perto, de facto, que seria o corpo celeste mais próximo da Terra - além do mais externo planeta Plutão.

O que foi revelado ao público, em 1983 pelo IRAS, é agora estabelecido como verdade única reposta também pelo telescópio espacial Hubble e pelo actual SPT.
Este novo corpo celeste visível no Hemisfério Sul em primeira mão, ao que já sucedeu, poderá ter mais alcance óptico depois numa sucessão de imagens surpreendentes e, provavelmente, numa enxurrada de fenómenos; ou, infelizmente, de acontecimentos trágicos no planeta Terra por sua influência sobre o nosso planeta. Oxalá que não; a bem de todos nós.

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Fenómeno Nibriru/planet X,/Hercolubus: a sempre igual imagem de um corpo celeste estranho, visível nos céus da Antárctica, em Fevereiro de 2014.

Órbitas alteradas ou o Fim de Tudo...?
Segundo os cientistas, a verificar-se um corpo celeste estranho, criando influência e perturbando as órbitas planetárias de todos os outros planetas que se lhe cruzem no caminho, os destinos ou compleição futura de todos eles será fácil de adivinhar: nada ficará como dantes, o que é trágico!

Havendo dois sóis ou nenhum para nos proteger, a nós, planeta Terra, será o mesmo que dizer que a morte vem de mansinho e sem acordo algum nessa sua rota de distúrbio e aferição maldita sobre um céu e uma terra que julgáramos nossos.

Suspeita-se que, à medida que este corpo estelar for avançado, mais turbulência vá criando na Terra em tempestades múltiplas, furacões, tornados, inundações, sismos e até actividade vulcanológica activa, como parece ser este o caso do recente estado do vulcão Etna, na Sicília, em Itália.

A terra treme e a sua bocarra de fogo abre-se em mil demónios de fagulhas em erupção constante e talvez determinante de todos os desígnios da Terra. À medida que esse corpo começar a brilhar, numa sedução perfeita da fatalidade que nos espera, a pressão da luz fará com que a Lua se desloque da sua órbita e se vá situar num ponto que passe à categoria de planeta; além os outros, Mercúrio e Vénus que usurparão o lugar anteriormente concedido à Terra...

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A Terra em evasão do Espaço fugindo do Sol...? Há quem o estime e particularize numa científica abordagem de que até mesmo a Lua se afaste da Terra cerca de 3.8 centímetros por ano. Por vezes mais perto por outras mais longe, em distância e contingência planetária, a Terra tem vindo a manter um seu circuito orbital normal, sendo esta por vezes empurrada numa estimativa de 15 centímetros por ano; isto, ao longo dos milénios.

Mas, e havendo dois Sóis...?
Ainda mais confrangedor ou mesmo aterrador, a tal vir a ocorrer, a Terra sob o domínio devasso dos dois sóis e, sobre a pressão combinada destes, poder-se-à situar na zona hoje ocupada pelos asteróides do Cosmos, entre Marte e Júpiter...

Havendo um possível deslocamento geral de todos os planetas - interiores e exteriores - do nosso sistema solar, o que se prevê é bastante negro; obscuro mesmo! Plutão, o mais distante, será bastarda e tragicamente cuspido além o Espaço, vagueando errante por este.

Igual sorte poderá ter um ou outro satélite planetário, em particular o de Marte, que seria identicamente projectado ou arrastado para o Espaço numa nova situação: como constituinte de um novo satélite da Terra (se não for contra o sentido de rotação do nosso planeta) ou, como satélite perdido, estilhaçado em pedaços no limbo cósmico devido ao brutal impacte de colisão sofrido pela sua massa. Mas isto, são tudo suposições, apenas isso. O que a Terra sofrerá, só aos deuses cabe cuidar... e a nós, Humanidade estudar, pelo muito que ainda se não sabe...

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O Sol: o seu plasma está a uma temperatura de aproximadamente 84 mil graus C. em determinadas regiões da sua superfície.

O Sol e o seu poder incomensurável de nos fazer seduzir e, encantar, mas também sublimar certas arestas de que, havendo erupções solares, EMC (ejeção de massa coronal) ou outros efeitos de si derivados, a Terra sucumba ante o apagão electrónico e uma certa Idade das Trevas em que nos perderíamos, se não soubéssemos conviver com essa outra e nova realidade...

Até ao Deserto Final ou haverá salvação...?
O que muitos cientistas advogam do nosso planeta poder ser sugado, eventualmente, por uma força maior que o atraia de encontro ao Sol por motivos transcendentes a si, como por exemplo, uma sua súbita mudança de órbita (ou repuxo devido ao estanque desta se fazer naturalmente), no que nos poderia de facto ser fatal.

O que para muitos poderá ser de deslocação e afectação fora da sua zona habitável, será para outros a derradeira performance planetária, se tal vier a suceder em atracção fatal também, sobre um Sol que nos destruirá invariavelmente.

Em adição ao calor e luz, o Sol emite igualmente uma corrente de baixa densidade de partículas carregadas (na sua maioria protões e electrões), conhecida como vento solar que se propaga pelo Sistema Solar a 450 quilómetros por segundo.

O Vento Solar e as maiores partículas de energia ejectadas pelas Proeminências Solares, podem efectivamente ter efeitos dramáticos e absolutamente trágicos na Terra, variando entre quebras de electricidade, a interferências de rádio (e todas as comunicações terrestres), computadores e sistemas eléctricos do mundo, até às espectaculares Auroras Boreais que se avistam de seguida.

É sabido que o Sol tem 4.5 biliões de anos e outro tanto se lhe admitirá por mais outros 5 biliões de anos (ainda que a sua luminosidade suba para o dobro nessa altura), tendo usado cerca de metade do hidrogénio no núcleo - desde que nasceu - podendo eventualmente ficar sem o mesmo para queimar.

Terá forçosamente de fazer mudanças radicais (embora comuns pelos padrões estelares), o que resultará na total destruição da Terra e, provavelmente, na criação de uma Nebulosa Planetária.

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A Experiência do Vídeo Solarium, que está exposta no Goddard Space Flight Center, permitindo que o observador esteja próximo da superfície solar virtual sem se esturricar ou simplesmente volatilizar, mais depressa do que o seu próprio pensamento...

A Era Moderna de um Sol maravilhoso...
O que se verificará a muitos milhares de anos ou milhões, certamente (na extinção ou transformação do Sol em anã vermelha ou nebulosa planetária), poderá não nos aquietar agora se, a haver uma sucção planetária, tão feroz ou tão eficaz quanto um repuxo em face a um qualquer Buraco Negro, o nosso planeta sucumbisse sem margem de fugir desse ponto chamado: Singularidade.

«The Creator Project» é um estímulo visual de uma autêntica maravilha que não contempla, logicamente, o que seria a realidade sentida se o ser humano se aproximasse deste Sol; este projecto da NASA e da Solar Dynamics Observatory e Solarium, que visam uma melhor compreensão humana sobre o Sol, repletos de uma quantidade enorme de imagens recolhidos do SDO.

Todavia, há que nos questionarmos se sobreviveremos a esta estrela-mãe, estrela maior de luz e calor, energia e plasma e tudo o mais, se acaso nos cantasse em espécie de Flauta Mágica, o som do encanto desencantado de nos sugar a vida planetária...?!

Por Nibiru ou outro similar planeta que nos confronte em órbita tangencial ou de aferição maior que nos derrube os intentos normais que nos faça alterar, estagnar ou mesmo adiantar nessa insólita viagem rumo ao Sol, o nosso planeta sucumbirá perante o dislate desse outro gigante, causador da nossa extinção.

A falência global da sociedade moderna dar-se-ia num ápice: começando no silêncio total das comunicações até ao último reduto civilizacional - sitiado em pequenos grupos - aqui e ali, num hercúleo esforço de continuação, no que apenas se adiaria o inevitável.

Sem remanescência ou alegoria cósmica que nos salvasse destes desígnios - como Supernova que se reinventa nos estilhaços de uma qualquer estrela - o planeta Terra jamais seria recordado, assistido e pontuado como mártir ou deficitário planeta que se não pôde defender; ou não soube. Sem luta ou contrariando esse seu triste e hediondo destino planetário, de um outro se lhe atravessar ou por este se deixar influenciar, determinaria a sua má-sorte.

Sem Memórias não existimos. Sem vestígios também não. Se ninguém fala de nós, Humanidade, mais mais importante do que isso, do planeta Terra no seu todo, de nada valeu a nossa existência, a nossa urgência em nos fazermos cumprir neste planeta.

Nós, Terrestres, espécie homúncula (ou falível e vertiginosamente hominídea) em franca deturpação de valores e, evolução, com outras espécies entretanto também já desaparecidas e não enriquecidas por nós, humanos, ainda em vida, fomos o que somos: Nada!

Ninguém se vai lembrar de nós, porque simplesmente... não há nada para ser lembrado. Não existe nada para ser identificado ou sequer amado em saudade e em esforço futuro, por ADN meticuloso ou cisma divina de outros céus ou de outros deuses, nos virem replicar em doentia mania concupiscente de nos fazerem voltar à vida - ainda que num outro planeta, ou numa outra esfera de sempre igual atitude e permanência de nos conspurcarmos...

Pior do que falarem mal de nós, humanos, é não falarem de todo, alguém o disse um dia. E estava certo. Só se fala de quem importa, de quem existe; e assim é, nessa esperança cosmológica de outros povos, outros sentidos, outras inteligências e outras almas interestelares, supostamente... Se almas houverem em si... e estas ainda acreditarem em nós...