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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Oceanos: A Fonte de Vida dos Mundos!

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Oceanos: a inegável certeza da vida na Terra. E, fora dela: Vida Extraterrestre.

Que Mundos albergarão vida em oceanos profundos de tantos seus mistérios e profícua existência...? Que outros Mundos, outros Oceanos, se espelharão a nível planetário no Cosmos, plasmados de outras tantas belezas, de outras tantas iguais (ou diferentes) analogias e referências geológica e geograficamente distintas dos continentes da Terra, sobre o que hoje conhecemos de sua crusta ou fundos oceânicos de há mais de 200 milhões de anos...? Serão eles similares ou por nós tão incógnitos ou desconhecidos que nem o podemos sequer imaginar em tão coesa, versus dinâmica profusão de vida marinha (ou outras...) que talvez, um dia, nos venha a surpreender por tamanha diversidade e exuberância...?

Que vidas compõem? Saberão os cientistas uniformizá-lo ou conectá-lo com o que na Terra se pontuou em início da vida, ou nada disso, em substância e elementaridade químicas diferenciadas de outras protuberâncias, de outras salinidades, de outras complementaridades que nem nos atrevemos a elucubrar, quiçá a considerar, tal a grandiosidade desses outros admiráveis mundos marinhos...?!

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Ilustração de um possível oceano debaixo de uma camada de gelo, na superfície de Europa: uma lua-satélite de Júpiter. Revelação da NASA: Inicialmente pela sonda norte-americana Voyager, em 1979, e depois pela sonda Galileu, nos anos 90 do fim do século XX.

Cientistas revelam que poderá existir um oceano, na lua «Europa», do planeta Júpiter do nosso sistema solar. Que portas se nos abrirão ante tão magnífica expectativa científica na existência de vida...? Que oceano é este? Que vidas eclodem aí...? Que descobertas obteremos, ainda que só visíveis à distância e intocáveis (ainda) pelo Homem???

Da Terra a outros planetas, outros mundos, de satélites lunares a estrelas distantes, a mundos inadmissíveis e intransponíveis para o ser humano de sua humilde e impossível viagem no tempo, viagem interestelar que o possa comprovar (mas registar pelo que hoje a alta tecnologia aeroespacial terrestre nos revela), havendo água, havendo mundos marinhos, oceânicos, haverá vida extraterrestre?

Poderemos sonhar com esses novos mundos se um dia os alcançarmos...? Poderemos acreditar que, a haver potencial equilibrado ou idêntico ao que se observa e vivifica hoje na Terra, o Homem, virá um dia a pisar esses outros mundos, essas outras esferas de vida sem se limitar ao seu berço terrestre, sem se confinar ao seu leito marinho, ao seu solo geológico, à sua atmosfera que lhe certifica vida...? Que podemos almejar então se, outros mundos, outras potências de vida se nos abrirem portas e janelas, caminhos e vias, novas vias, para nos reabilitarmos em maior ou melhor proveniência estelar...???

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BRUIE (Buoyant Rover for Under Ice-Exploration): Uma sonda de alta tecnologia a ser lançada em 2020, pela NASA. Estamos assim perante a mais alta tecnologia da NASA que através deste Rover flutuante (com a capacidade de andar sobre o gelo, contendo câmaras, lanternas e sensores) vai explorar este hipotético oceano e, o seu meio, de forma assaz independente na lua-satélite de Júpiter: Europa. Que seja um sucesso então!

Missão Europa: a lua-mistério de Júpiter!
Esta tecnologia da NASA, tendo sido anteriormente testada nos solos gelados do Árctico, assim como no Alaska, pela criteriosa equipa de cientistas responsáveis pelo Projecto: «Jet Propulsion Laboratory» (JPL), da NASA, numa expedição que pretendeu estudar as jazidas de metano enclausuradas no gelo (em sequência do estudo sobre o aquecimento global), veio estabelecer novas prioridades futuras além fronteiras. Ou seja, além o nosso planeta Terra, fazendo subir as expectativas em relação a uma futura missão (prevista para 2020) sob a superfície da lua-Europa, afecta a Júpiter.

Atravessar a crosta exterior até à água, será um hercúleo esforço deste potente Rover, da NASA, além toda a vigilância científica necessária para o efeito em suposto desafio que o BRUIE terá de ultrapassar, não sendo nada fácil tal missão, na lua-Europa. Todavia, o entusiasmo e a potencial esperança de se encontrar vida extraterrestre, baterão sem dúvida alguma qualquer anomalia ou contratempo entretanto verificados, sobre esta eloquente missão da NASA, acredita-se.

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A dimensão marinha face ao Homem: O que se pode imaginar então em face a outros mares, outros oceanos fora da Terra...? Impossível. Além a poluição e o abate ou extinção de tantas espécies viventes nos mares e oceanos do nosso planeta, que esperança se pode provocar ou querer almejar, além outras terras, outros mares, oceanos e planetas desconhecidos...? Executaremos essa mesma mortandade...? Seremos os novos predadores desses outros mares, outros oceanos de outros mundos???

Oceanos da Terra
Depressões recobertas de água, os Oceanos são geologicamente distintos dos Continentes da Terra! Além de que, as suas características, são o resultado fundamental de movimentos tectónicos de placas. Sob os Oceanos localizam-se extensas dorsais lineares submarinas e fossas profundas - separadas então por planícies abissais planas.

A Crusta Oceânica forma-se em margens divergentes de Placas e, assim sendo, é destruída ao longo de Zonas de Convergência. As Placas são «recicladas» de forma tão rápida que não existe nenhuma parte da Crusta, que constitui os Fundos Oceânicos, com mais de 200 milhões de anos de idade.
A Própria Crusta tem uma densidade média de cerca de 3,1 gramas por centímetro cúbico e está recoberta por sedimentos. Os 2,5 quilómetros da camada superior compõem-se de Rochas Basálticas. Sob estas, situam-se rochas mais grossas - o Gabro - que têm 5 quilómetros de espessura. Segue-se assim uma camada fina de rochas ainda mais densas e, depois, o próprio Manto.

As Rochas Sedimentares Marinhas com mais de 3500 milhões de anos, provam incontestavelmente de que, os Oceanos, são pelo menos tão antigos como os Primeiros Continentes!
Nessa data devia haver já bacias cheias de água na Camada Exterior da Terra. A água teve origem nos gases e vapores libertados pelos Vulcões. Actualmente, os Oceanos cobrem mais de dois terços (2/3) da superfície do planeta; no passado, a percentagem era maior porque, os Continentes Primitivos, eram mais pequenos.

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O sumptuoso valsar das espécies marinhas sob o profundo dos mares e oceanos que o Homem jamais igualará. Sabemos hoje o que compõem estes, mas sabê-lo-emos além a Terra...? Serão tão maravilhosos esses fundos oceânicos quanto os da Terra...? Poderemos sonhar com uma nova extensão da Humanidade em existência, sobrevivência e, descendência, além esses outros mundos...?

A Composição Química
A Água do Mar contém uma grande variedade de elementos químicos - principalmente  Cloreto, Sulfato, Sódio e Magnésio, seguindo-se o Cálcio e o Potássio por ordem de importância.
A sua Salinidade (33 a 38 partes por mil) é notavelmente constante em áreas muito extensas e só difere na proximidade de lençóis de gelo. Representa assim uma solução-padrão com várias diluições.
Os Sais provêm do desgaste das Rochas Continentais e são transportadas para os oceanos pelos rios.

Sabe-se hoje que, os Primeiros Oceanos, eram provavelmente menos salinos do que os oceanos actuais, porque os Continentes mais pequenos que existiam no passado (em particular durante o primeiro milhar de milhões de anos da História do Sistema Solar) teriam fornecido aos Oceanos menor quantidade de sais.

Uma Outra Fonte de Sais para os Oceanos é representada pelas nascentes hidrotérmicas, que só recentemente foram descobertas nas dorsais submarinas pelo submersível de pesquisa «Alvin».
Nesses lugares, a água a passar através da Crusta de Formação Recente transporta praticamente todos os sais de Ferro, Manganês (ou manganésio), Lítio e Bário que se encontram na água do mar. Além disso, grandes quantidades de Sílica e de Cálcio têm aí a sua origem, assim como de Dióxido de Carbono.

O Teor de Dióxido de Carbono nos Oceanos depende em muito de trocas que se efectuam entre a Água do Oceano e a Atmosfera. Assim, se o teor de CO2 (dióxido de carbono) do ar aumentar, cerca de metade desse aumento entra na água do mar. Uma vez aí, existe em equilíbrio com o Ácido Carbónico (H2 CO3), e com os Iões Carbonato.

Na Água de Profundidades até cerca de 5 quilómetros, os carbonatos tendem a precipitar-se; abaixo deste nível não existe. Esta situação permite assim que os organismos o utilizem nas águas profundas para construir as suas conchas sem perigo de Depleção (redução de alguma substância ou processo físico, químico ou biológico).

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A pujante e exótica vida marinha nem sempre coadunada ou adaptada aos perigos iminentes que o Homem lhe produz, desde plásticos a substâncias tóxicas que vertem para os mares, que se expandem nos oceanos e, por vezes, se estatizam nos seus fundos sem margem para os rebocar...

Na Terra e em Marte...
A Circulação Oceânica é motivada pelas diferenças de densidade da água do mar, devido a salinidade e a temperatura variadas. Em geral, quanto mais baixa for a Temperatura, maior será a densidade; no entanto, a água atinge a sua densidade máxima a 4ºC. Nas profundidades compreendidas entre 100 e 200 metros, as águas superficiais são aquecidas pelo Sol e agitadas por ventos e ondas. Abaixo desta profundidade -  Termoclinal - observa-se então uma queda acentuada de temperatura; 2-4ºC são típicos, ou seja, nada confortáveis para o ser humano...

Os factores dominantes no Padrão Actual de Circulação dos Oceanos da Terra são as diferenças de temperatura e de salinidade criadas nos Oceanos Meridionais pela congelação e, pelo degelo alternados do Gelo Antárctico. No passado, o padrão da terra e do mar era diferente. Por exemplo, quando o supercontinente a que se dá o nome de «Pangeia» se cindiu em dois durante o Mesozóico, abriu-se um caminho marítimo equatorial em redor do mundo, permitindo assim que as águas quentes se espalhassem tanto pelas latitudes setentrionais como pelas meridionais.

Também parece provável que os mares pouco profundos tenham existido em Marte, embora este nunca chegasse a ser um planeta verdadeiramente cheio de água como a Terra (até pela própria dimensão planetária menor do que a do nosso planeta), sendo provável que também tenham existido oceanos em Vénus, mas estes há muito que se evaporaram.

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Concepção artística da superfície lunar «Europa» de Júpiter, na recente mas mui entusiástica descoberta de vapor de água, pressupondo um potencial oceano debaixo da grossa camada de gelo ali apresentada. Novas imagens captadas pelo telescópio Hubble (2016), vieram surpreender os cientistas da NASA, devido à vigorante actividade na lua-Europa. Estar-se-à perante um «Oceano subterrâneo», segundo os mesmos, na latente observação da possível existência de vida extraterrestre!

Oceanos de outros mundos...
Sob os Oceanos da Terra (ou sob as águas desses oceanos) localizam-se as estruturas mais imponentes do nosso planeta. Montanhas enormes (dorsais) de Basalto, que podem atingir 4 quilómetros de altura, 4000 quilómetros de largo e 40.000 quilómetros de comprimento, dividem o oceano em secções. Duas das mais importantes dorsais são a Dorsal Central do Atlântico e a Elevação do Pacífico Oriental.

Nos Fundos Oceânicos, fossas com centenas de quilómetros de comprimento correm paralelas às margens dos Continentes, atingindo profundidades de 7 quilómetros. As Fossas do Pacífico são particularmente profundas - um ponto encontra-se a 11.033 metros abaixo do nível do mar. Mas como será noutros locais externos à Terra...? Terão estas (fossas) igual proporção e dimensão ou, registar-se-à de uma outra forma, forma essa totalmente distinta ou longínqua ao nosso conhecimento e pensamento humanos...?

Desde finais do século XX, que a NASA, através das suas sondas Voyager e Galileu tem captado imagens verdadeiramente surpreendentes sobre a lua-Europa, de Júpiter - a sexta maior lua do nosso sistema solar! Os cientistas acreditam que a lua-Europa, uma das 4 luas de Júpiter (conhecidas como luas de Galileu), é o mais propício astro do Sistema Solar a poder, eventualmente, albergar vida extraterrestre.

Nas últimas décadas, com maior incidência para esta última do século XXI, a NASA tem vindo a publicar diversos dados sobre este fenómeno extraordinário, explorando então estes novos indícios de um possível mundo oceânico de alta prioridade para a exploração (ou hipotética expedição espacial no futuro...) - algo que em breve saberemos.

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Divulgação de imagem ampliada ASA/JPL-Caltech/SETI Institute. Visível a ampla crosta de gelo (área esverdeada) da superfície da lua-Europa, de Júpiter.

A Missão Galileu
Esta prestigiada missão norte-americana da Galileu aprofundou-nos dados até aqui ocultos ou talvez não tão pormenorizados, sobre o que potencia a superfície lunar de Europa. Comprovou sobre esta não só a existência de gelo, como também recolheu fortes evidências de poder existir um oceano de água salgada que, em conjunto com algumas superfícies rochosas, poderá reunir as condições necessárias para sustentar formas de vida simples. Formas estas tão ou mais idênticas com as já existentes, na Terra, supõe-se.

A NASA, lançando uma nova versão remasterizada (criação de um novo máster ou cópia)  da lua-Europa, oferecendo uma melhor visão da sua superfície, revelou existiram fracturas curvilíneas e lineares longas, sugerindo a existência de um oceano gelado no seu interior/nas suas profundezas.

«Fora da Terra, a Europa é o lugar do nosso sistema solar com a maior probabilidade de se encontrar vida, e deveríamos explorá-la». Afirmação entusiástica de Robert Pappalardo, cientista responsável do Laboratório de Propulsão a Jacto (JPL), da NASA.
« A lua-Europa é recoberta por uma camada de gelo relativamente fina, possui um oceano (líquido sob o gelo), em contacto com rochas no fundo, é geologicamente activa e bombardeada por radiações que criam oxidantes e formam, ao se misturar com a água, uma energia ideal para a vida» explicou o eminente cientista.

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O Mundo de olhos postos na lua-Europa de Júpiter, assim que a NASA nos revelar de toda ou qualquer hipótese de vida extraterrestre sob a superfície (ou mais exactamente nas profundezas oceânicas deste satélite lunar do planeta Júpiter), criando a aclamação e o entusiasmo de todo o nosso mundo terrestre.

Prioridades Científicas
Desde há décadas, com maior incidência em 2013 do que então foi divulgado, que se tem aventado a hipótese de se criar mais fundos sobre mais missões espaciais em volta da lua-Europa; todavia, os custos mormente elevados, contraíram essa ambição da NASA (JPL) que, conjuntamente e em associação com o Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, em Maryland, concebeu um novo projecto de exploração chamado «Clipper» em que a nave seria colocada na órbita de Júpiter, realizando vários voos de aproximação ao satélite lunar Europa (seguindo o exemplo da sonda Cassini, em Titã, uma lua de Saturno).

Se tal projecto for reposto e assim lançado como previsto para meados do ano de 2021 (demorando três a seis anos para chegar ao satélite) - referiram então os cientistas - na eficiente e suficiente sustentação financeira para tal missão ter sucesso, talvez se chegue a maiores conclusões sobre o que se passa verdadeiramente nesta lua-Europa. Contudo, tem de se registar que são necessários apenas e tão-somente seis meses para se chegar a Marte, o que leva os cientistas a profetizar que talvez não seja de imediato que esta missão Clipper seja aceite e, aprovada, pelo que já se referiu de tão elevados ou dispendiosos custos orçamentais.

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A lua-Europa, uma das quatro luas de Júpiter: a sustentação óbvia para a vida humana...? Ou será tudo pura ilusão, demagogia aeroespacial ou simplesmente a alucinação geral de podermos continuar com a nossa própria civilização externa à Terra...???

O que dizem os Cientistas...
A recente investigação vem provar, criteriosamente, de que haverá (ou será muito provável que haja) Hidrogénio e Oxigénio suficientes para a formação de vida na lua-Europa. Sabia-se entretanto ser passível de haver por lá outros elementos químicos subjacentes; e como tal, favoráveis à vida, tais como o Dióxido de Carbono, Água Oxigenada e Enxofre.

O estudo que veio a público através da revista científica «Geophysical Research Letters» revelou então ter descoberto que a produção de oxigénio tanto na Terra como na lua-Europa é cerca de dez vezes maior do que a produção de hidrogénio. No planeta Terra, os nossos oceanos produzem hidrogénio e calor quando a água salgada penetra nas fissuras da crosta terrestre e reage com os minerais, no que o objectivo dos cientistas é agora saber se essa reacção também acontece no satélite lunar de Júpiter. A lua-Europa também possui fissuras na sua crosta (sendo estas cinco vezes maiores do que as da Terra - cerca de 25 quilómetros de profundidade).

A ESA (agência espacial europeia) aliada à «Airbus Defense and Space» na construção de «Juice», uma sonda que vai estudar Júpiter e as suas congeladas luas, em 2020, trará grandes expectativas mas também enormes desafios, se tivermos em conta a elevada radiação que predomina em redor deste planeta e, a distância da Terra neste ambicioso projecto, segundo fontes fidedignas e a palavra exposta de Elisabeth Robinson, chefe do sector financeiro da NASA.

NASA e ESA, pactuarão provavelmente num futuro e aliado projecto espacial de seu nome: «Jupiter Icy Moon Explorer» - a Júpiter e às suas luas - com a previsão estabelecida na chegada em 2030, ainda que a NASA admita entretanto que não haverá mais sondas na parte mais longínqua do sistema solar, após a chegada da nave Juno à órbita de Junho, em 2016...

Enquanto nas entrelinhas se suspeita e comenta a nível espacial que talvez não seja de somenos importância - ou relevância - tentar estudar um pouco mais uma lua-satélite de Saturno «Encelade», segundo nos ressaltou Amanda Hendrix, do Instituto de Ciência Planetária, em Tucson (no sudoeste dos Estados Unidos) que se apraz afirmar muito mais interessante na viabilidade de suporte de vida, logo a seguir à lua-Europa em potencialidade dessa vida.

Esta cientista remata convictamente que, a Encelade (ou Enceladus), conta com um mar e um oceano de água líquida debaixo de uma camada de gelo (à semelhança da lua-Europa), sendo geologicamente activa com uma fonte de calor no pólo-sul, além de um gêiser que emite partículas de água, referiu em pormenor.

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Um muito vaidoso robô - Curiosity Rover - que adora selfies! Uma selfie tirada com garbo e nitidez sobre o solo de Marte. Estás magnífico robô CR!

Vida inteligente/alienígena ou a sapiência de saber esperar por tal...
Sejamos pacientes mas nunca inclementes em face ao conhecimento extasiante e nunca estatizante de toda a científica abordagem, revelação e divulgação que hoje os cientistas nos apregoam - e clamam - aos quatro ventos ou, nas profundezas de todos os mares, de todos os oceanos, deste ou de outros planetas e seus satélites-lunares.
Há que ser preponderante mas nunca intolerante para com a hipótese da existência de vida inteligente fora da Terra. Sejamos compreensivos e não primatas - ou primordiais selvagens - para tal não querer aceitar ou não admitir haver vida para lá do horizonte...

Sejamos brandos, correctos e convictos de que estamos no limiar de novos conhecimentos e de novos mundos, tão longe ou tão perto de nós, Terra.
Sejamos francos, sábios e abertos a todo este exponencial cósmico que actualmente se nos expõe desta forma tão brilhante quanto magnânima, ante o primitivo ou básico saber de outrora em novas auroras, em novas sapiências, ou mera sabedoria ancestral que tão bem conhecia as estrelas...

Sejamos humanos, no seu todo, ou na verdadeira acepção da palavra e civilização em abertura de consciências e mentes unas de todo um poder interestelar que nos corre nas veias. Somos o que somos em corpo, sangue, células e ADN. Somos uma parte do Universo e podemos fazer parte dele; ir mais longe, voar mais longe, ser mais longe... Ser, apenas por ser, o que já não é nada pouco, sendo parte desse Todo que nos observa como nós observamos as nossas estrelas. Sejamos felizes, pois é isso que o Grande Universo nos diz e, dita, para sermos e pensarmos mais alto e mais longe; só basta acreditá-lo. Só isso!