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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

A Fulgurante Dinâmica Planetária

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Planeta Terra visto do Espaço através da ISS/EEI (Estação Espacial Internacional).

Havendo a incontestável certeza de todo o dinamismo empreendido pela Terra verificado pelo Vulcanismo activo, pelo Tectonismo e pelos fenómenos Atmosféricos, sabe-se também de que nem todos os planetas assim se estabeleceram, tornando-se inertes. Havendo movimentação e possivelmente uma certa reestruturação ou mesmo renovação planetária (algo que os cientistas ainda em desacordo não asseveram totalmente), insta-se a que uma nova realidade entretanto possa surgir. O que se não sabe é se, nesta nova realidade, o Homem terá cabimento?!

A Terra expele o que de dentro das entranhas lhe ferve: as recentes ocorrências de sismos ou vulgo tremores de terra são exemplo disso, tanto na Itália (Europa) como na Nova Zelândia ou América do Norte. A Terra, em fulgurante dinamismo ou talvez natural pragmatismo planetário, assume-se energética e impulsiva como ser activo e mutável. No entanto, será isto uma causa de interferência externa ou simplesmente a rotatividade cósmica implementada em tantos outros planetas, dentro e fora do nosso sistema solar...?

Estará a Terra em perigo se, pela intensa actividade vulcânica generalizada, pelos sucessivos movimentos das placas tectónicas ou, ainda, pela adversidade ou completa alteração climática e da atmosfera, esta se transforme de tal modo que seja insustentável (ou incomportável) a Vida na Terra, tal como a conhecemos...?

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As recentes descobertas, divulgadas em 2014, de dois exoplanetas: Kapteyn b e c, que circundam uma estrela próxima muito antiga, conhecida como a estrela de Kapteyn. O Exopaneta Kapteyn: ( na imagem, a ilustração do exoplaneta potencialmente habitável em que se visualiza o aglomerado globular Omega Centauro, no fundo). Imagem PHL/UPR Arecibo.

Havendo a constante divulgação e, actualização, de novas descobertas exoplanetárias - em reprodução idêntica na existência de água líquida à superfície ou aprazível atmosfera de sustentação e vivência para o ser humano -  estará o Homem, pela mão criteriosa e exímia dos cientistas, a  recriar ou a tentar recriar vida para além do nosso núcleo terrestre...? Com que fins...? Sabê-lo-ão eles em primeira mão e não nós, comuns cidadãos, em completa ignorância de uma possível extinção planetária além o início dos tempos de Primeiras Crustas e Magmas, num fim há muito predestinado...?

Será mera imaginação prodigiosa ou apenas a consolidação de um enorme puzzle de origem cosmológica que a todos deve interessar ou, pelo menos, interrogarmo-nos, se este berço, esta original terra e ar, estiverem em convulsão que não continuação para com uma civilização milenar...?!

Que novas nos dirão então estes novos planetas se para isso tivéssemos competência tecnológica e aeroespacial para a estes nos deslocarmos (num admissível wormhole ou buraco de verme/minhoca) na viabilidade ou sanável aferição dessa outra colonização em novos espaços e talvez novos tempos, algo que nem Einstein poderia insinuar. Que novas são essas? Poderemos voar mais alto e mais longe... ou tudo não passa de um deslumbramento tão irreal quanto fundamental para a nossa sobrevivência???

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Depois do Bosão de Higgs - ou Partícula de Deus - que nos espera desta nova e Quinta Força da Natureza, o Bosão X? Verdade ou consequência dos nossos erros ou, liminarmente também, da nossa inquieta ambição de podermos dar o salto para o Infinito???

Haverá a leve suspeição de tal já conseguirmos reiterar e, acreditar «voar e planar», através do Bosão X, protofóbico (a partícula subatómica recém-descoberta como a quinta força fundamental da natureza, além o Higgs, a tal partícula de Deus) para essa outra nova realidade em profusão estelar e, interestelar, numa nova consistência das leis da Física, muito para além das geofísicas ou geológicas de muitos mundos, outros mundos que não conhecemos...?

Estaremos assim tão longe de ir sacar plasma solar (entre outras inusitadas plataformas ou estruturas geológicas) como já o fazem os nossos «amigos» da estela cósmica em quase anunciação divina de todos os seus inomináveis poderes...? Poderemos, algum dia, sonhá-lo e alcançá-lo...???

Eu sei, são muitas questões em aberto e ainda por responder; e tudo seja um salve-se quem puder então, não do absentismo ou da tangencial imbecilidade do não-conhecimento, mas, da total oclusão do sentir e do pensamento de se considerar que somos únicos e talvez (já mais correctamente) que estamos agora, só agora, no limiar de uma Nova Era: A Era Tecnológica aliada à Geológica e Aeropespacial, mas isso são outros assuntos para mais tarde invocar...

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A dimensão dos Exoplanetas Kepler: O novo Exoplaneta recém-descoberto, em 2016 - Kepler 1647 b - suplanta todos os outros! Captado pelo famoso telescópio orbital Kepler, este exoplaneta circumbinário, é um planeta gasoso gigante (equiparável a Júpiter) e que se prevê possuir água em estado líquido. É até ao momento o maior planeta descoberto fora do Sistema Solar que orbita em torno de duas estrelas e, a uma distância dos seus astros, que o torna suposta ou potencialmente habitável.

Planetas Dinâmicos
A Terra é um mundo verdadeiramente dinâmico, como é facilmente testado pelo Vulcanismo activo, pelo Tectonismo e pelos já muito estudados fenómenos Atmosféricos. Sê-lo-ão também estes novos e incomensuráveis exoplanetas...? Não o sabemos, mas brevemente lá chegaremos...

Os Planetas Gigantes Exteriores Gasosos - e gelados - com os seus curtos períodos de de Rotação e as suas grandes massas, também conservaram uma vigorosa circulação atmosférica e movimentos de núcleo suficientemente activos para gerarem campos magnéticos. Porém, alguns planetas, embora activos durante as fases primitivas da história do Sistema Solar, tornaram-se inertes.

As diferenças de grau de dinamismo nos Planetas Interiores (Mercúrio, Vénus, Terra e Marte) constitui um reflexo da sua massa e da distância a que se encontram do Sol.
Planetas com pequena massa acumularam então quantidades modestas de energia de Acreção, perdendo-na relativamente depressa. Corpos pequenos como a Lua, «congelaram» geologicamente durante o primeiro milhar de milhões de anos, ou algo parecido, no que se refere ao tempo geológico.
Mercúrio, estando situado a uma distância tão curta do Sol, perdeu toda a Atmosfera que possuía.

Os mundos mais maciços - Vénus, Terra e Marte - ganharam originalmente mais energia da Acreção e, subsequentemente, da desintegração de Isótopos Radioactivos de semividas longas.
Conservaram graus relativamente elevados de Actividade Atmosférica durante muito mais tempo - no caso de Vénus e da Terra, até o presente. Em Marte, a Actividade Geológica é agora o resultado de ventos, glaciação e de processos atmosféricos.

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Observando a Terra do solo lunar... (rochas lunares indicam aos cientistas que este satélite natural da Terra - Lua - tenha tido a sua origem e proveniência a partir da colisão do nosso planeta Terra com um outro planeta extinto). Foto da NASA.

As Primeiras Crustas
Numa fase relativamente precoce, todos os Planetas Interiores desenvolveram crustas sólidas compostas de rochas à base de Silicatos. Estas foram-se acumulando gradualmente à medida que os materiais dos Mantos Planetários situados abaixo formavam lavas basálticas extrusivas.

A Crusta Primordial da Terra há muito que regressou ao Manto. Mas indícios da sua aparência possível provêm do nosso vizinho mais próximo, a Lua, que conserva a maior parte das suas características em virtude de, a sua Actividade Geológica, ter terminado há mais de 2000 milhões de anos.

A Crusta Antiga das terras altas da Lua compõem-se de uma rocha ígnea chamada: Anortosite, que se compõe, em larga medida, do mineral de Silicato de Alumínio - Feldspato Plagióclase.
Está quimicamente enriquecido com elementos litófilos, que possuem pontos de fusão elevados. Esta crusta bastante espessa parece assim ter cristalizado há perto de 4400 milhões de anos a partir dum «oceano» de magma rico em Alumínio, Cálcio e Sílica. Conserva as marcas de bombardeamento intenso por parte de Meteoritos e Asteróides que continuou até há perto de de 4000 milhões de anos.

Este fenómeno deixou o registo impressionante de enormes bacias de Impacte e, de inúmeras Crateras, cujas dimensões variam entre as minúsculas crateras de apenas alguns mícrones de diâmetro até grandes estruturas em anéis com várias centenas de quilómetros de diâmetro.
As Dimensões Finais de uma Cratera, porém, são muito inferiores à cavidade criada pelo Impacte, visto que foram modificadas por descompressão após o evento.

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Magistral foto de Marco Garcia/Reuters sobre a lava expulsa do vulcão Kilauea, no Havai.

«Pahoehoe» ou Lava Cordada
Associadas às Crateras e às Bacias estão os extensos lençóis de material expelido em resposta ao processo de formação. Formam então uma complexa e extensa sucessão de camadas entrecruzadas por cima da base da Crusta. À superfície altamente fragmentada dá-se o nome de: Rególito. Na Terra, este tornou-se o solo.

A Composição da Crusta Primitiva da Terra deve ter sido (intui-se) diferente ou de certa forma discordante da imposta no satélite lunar, ou seja, na Lua. Era provavelmente mais rica em Ferro e Magnésio, sendo que tinha inclusive uma percentagem inferior de Silicatos de temperatura elevada. Formou-se através do fluxo para o exterior de magmas altamente fluidos, muitas vezes associados à Actividade Vulcânica. Pouco depois de começar a cristalizar, a Crusta era fina e os Magmas facilmente perfuravam essa pele frágil. Com o tempo, à medida que uma camada se acumulava sobre outra camada, tornou-se mais difícil então esse fenómeno, sendo que as erupções se concentraram então onde a crusta era mais fina ou mais fraca.

A Lava em movimento rápido proveniente dum Vulcão (como se apresenta na imagem sobre o vulcão Kilauea, no Havai) arrefece ao ar e solidifica, formando cordas chamadas: «Pahoehoe» ou Lava Cordada (crusta fendida de lava). As Crustas Planetárias tornam-se assim mais espessas através de frequentes extrusões dessa lava fluída - um processo que continua a ocorrer na Terra, embora aconteça sobretudo em fissuras da Crusta Submarina, e não nas erupções em terra, mais visíveis.

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Admirável foto do não menos admirável astronauta norte-americano, Gregory Reid Wiseman, da NASA, sobre o planeta Terra.

Crusta Primitiva «Reciclada»...
Sabe-se que esta Crusta de que já falámos, sofreu o mesmo bombardeamento intenso que a Lua, apesar do efeito de Escudo Protector da Atmosfera Primordial da Terra.
Tal como sucedido na Lua, as rochas estavam intensamente fragmentadas e continham formas de Silicatos Minerais de Alta Pressão, tais como a: Coesite.

Na continuação, esta Crusta Primitiva foi então «reciclada» devido à actividade da Tectónica das Placas, que fez deslocar os fundos dos Oceanos, arrastando assim os Continentes, forçando por conseguinte o abatimento de camadas de Crusta, permitindo ainda a emergência de novos materiais.
Arrogado pelos cientistas, este processo ainda se encontra em curso, na Terra. Como o material é reciclado, as dimensões da Litosfera permanecem constantes; nem se expande nem se contrai.

As Crustas Primitivas dos outros Planetas Interiores devem ter sido semelhantes à da Terra; todavia, ao invés do que se passou neste nosso planeta terrestre (ou ao contrário da crusta da Terra) todas elas apresentam um extenso registo de Impactes.
Em Mercúrio, Vénus e Marte, as regiões mais antigas de crateras foram parcialmente obliteradas por planícies vulcânicas mais jovens - planícies intercrateras - o que indica então que, o vulcanismo intenso, continuou muito depois de terminar a fase principal da Formação de Crateras!

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Imagem captada pela sonda espacial soviética Venera 13, lançada a 30 de Outubro de 1981. Esta imagem da superfície de Vénus, mostra uma planície quebrada de placas de cascalho semelhante ao «Pahoehoe» ou lava cordada (crusta fendida de lava). A análise das rochas mostrar-nos-ia também a sua sofrida estratificação (deposição em camadas) e desgaste, como sucede com as rochas da Terra. A cor alaranjada deve-se à luz de Vénus.

As Custas de Vénus...
O número de pequenas crateras de impacte na Crusta de Vénus é significativamente menor do que em Mercúrio ou na Lua.. Assim acontece devido ao efeito de escudo da sua densa Atmosfera, que por efeito e consequência, desintegra os pequenos meteoritos que nela entram.

As Custas da Terra e de Vénus nunca se tornaram suficientemente espessas para impedir o magma de chegar à superfície, vindo do interior. No entanto, os planetas mais pequenos acabaram por atingir um ponto em que, o Engrossamento da Crusta, impediu a continuação do vulcanismo. Nesta fase, a modificação na superfície por processos originados no interior, cessou na realidade. A Lua e Mercúrio consideram-se geologicamente mortos. Mas será efectivamente assim...?

Há quem o negue, não havendo provas plausíveis ou sequer substanciais para que o admitamos, ainda que muito se especule sobre isto mesmo. Se assim não fosse, qual a origem de tantas dúvidas ainda sobre o outro lado lunar?! Seja como for, os primeiros passos estão dados.

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De novo o Exoplaneta 1647 b: O Gigante Exoplaneta Circumbinário jamais descoberto!

O Sonho comanda a vida...
Poderemos sonhar habitar, algum dia, este e outros gigantes planetários em circunstância interestelar de uma civilização terrestre ainda tão primitiva quanto a lava dos primórdios que aqui falámos...? Não se sabe, mas deseja-se. Ardentemente!

Porquanto os cientistas não desistam, os Astrónomos estudem, os Astrofísicos revelem e demais investigadores na área espacial nos admitam, há que reconhecer o sublevar de esforços e gratidão por parte de todos nós nesta alquimia cosmológica de se darem outros novos mundos a este nosso pequeno mundo planetário. Assim seja!

Foi então revelado no estado de San Diego, na Califórnia (EUA), neste belo ano de 2016, a descoberta fabulosa de mais um gigante exoplanetário circumbinário. Ou seja, estamos presente a certeza da existência e, dinâmica, de mais um exoplaneta extraordinário que poderá, eventualmente, suscitar a sobrevivência ou clemência de vida por existir água líquida à sua superfície, assim como a de uma amena atmosfera.

Orbitando em torno de duas estrelas e a uma distância dos seus astros que o torna assim potencialmente habitável, segundo os cientistas da NASA, infere-se também (como planeta gasoso que é) que sejam poucas as hipóteses de a vida aí se ter desenvolvido, podendo somente ter existido em eventuais luas orbitais em volta do planeta. Seja como for, estão ainda a ser orientados vários dados ou determinantes que o advoguem ou rejeitem, uma vez que está a ser alvo, agora, de muito interesse por parte de toda a comunidade científica neste sector.

A Sociedade de Astronomia Norte-Americana (American Astronomical Society) refere que este exoplaneta, baptizado como Kepler 1647 b, tem também a maior órbita deste tipo de planeta, girando em torno de duas estrelas em 1107 dias - um pouco mais do que três anos terrestres.
Trata-se então do 11º Exoplaneta Circumbinário encontrado na esfera cósmica, desde 2005.

Os Astrónomos divulgaram esta descoberta que foi prontamente publicada na revista científica: The Astrophysical Journal, pautada por uma brilhante explicação científica deste Kepler 1647 b ter cerca de 4,4 mil milhões de anos (tal como o planeta Terra), situando-se na Constelação do Cisne, a 3700 anos-luz de distância da Terra. Destacaram ainda de que, as duas estrelas agora visualizadas, são semelhantes ao nosso Sol, sendo uma ligeiramente maior do que a outra numa objectiva inequívoca dessa diferenciação, o que torna ainda mais espectacular esta descoberta.

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O Fantástico Telescópio Espacial Kepler que, desde que iniciou a sua missão, em 2009, já descobriu 5000 novos planetas! Parabéns Kepler!

A minha singela homenagem ao telescópio Kepler
Não se poderia rematar este texto sem se aludir ao estrondoso êxito do Telescópio Espacial Kepler que vem dar o nome - e brio - a todas estas admiráveis descobertas de exoplanetas deveras curiosos e suspeitos de admitirem vida; seja esta qual for. O famoso telescópio Kepler foi então lançado no ano de 2009, tendo até à data (ou mais exactamente até 2013) recolhido criteriosos dados de cerca de 150 mil estrelas, na incessante busca de sinais de planetas potencialmente habitáveis.
Este precioso instrumento espacial tem assim detectado imparável e, minuciosamente, as diversas variações de luz que indicam a passagem dos planetas por estrelas durante a sua órbita.

Ainda em relação ao extraordinário gigante Kepler 1647 b, o planeta gasoso agora reencontrado, pois que outro Astrónomo do SETI Institude - Laurance Doyle - o já tinha observado por meados de 2011, em seu trânsito, foi agora ostensivamente forçoso recolher mais dados (e assim subjectivar mais em pormenor outros dados analisados entretanto), para se poder confirmar que aquele trânsito astronómico era de facto, sem margem para qualquer dúvida, a irrefutável assinatura de um Exoplaneta Circumbinário. Tem de se acrescentar de que, há todo um processo global, longo e árduo, assim que um exoplaneta é descoberto, acrescentam os cientistas.

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O que Kepler observou e nos contou: Uma enorme estrutura alienígena, conectada como mega-estrutura de origem desconhecida sobre a estrela KIC 8462852 (detectado entre os dias 788 e 795 da missão Kepler). Exocometa ou... a instada verdade incómoda para a Terra de se tratar efectivamente de um projecto de mega-engenharia inacreditável - concebido e implementado - por uma civilização avançada alienígena...???

O que nos dita o Futuro...?
Pode-se estar ainda no limiar de todas as certezas no que, porém, se estará na vanguarda de outras descobertas, outras realidades, havendo muitos mundos, muitas fulgurantes dinâmicas planetárias para desbravar... ou para, finalmente, abraçar.

O Homem, sendo irrequieto e magnânimo em toda a sua secular descoberta até de si próprio, tenta ir mais longe nos proventos espaciais, no que, a assim sermos coroados de êxito e inolvidáveis sucessos (no que hoje já se reproduz em mil estimativas de se poder viajar pelos wormholes dirigidos pelo incontornável bosão de Higgs ou mais recentemente pelo ainda inexplorado «Bosão X») o certo é que se o Homem sonhar pode mesmo avançar e, reconhecer então, de que a luz da escuridão não é tão-só e apenas o manto negro celestial e estelar que por cima de nós projecta a sua linha de vida.

Há mais, existe muito mais; tanto mais, que tão difícil nos é ser-nos perceptível ou sequer compreensível tais actos do Cosmos, tanto em natural dinâmica planetária como em estruturais referências não-orgânicas mas, de alta engenharia estelar, que se revelam no Universo (através do Kepler e, porventura, num futuro próximo até com os nossos próprios olhos...) sendo hoje uma verdade inatingível. Mas, acredito, sê-lo-à a breve prazo, ainda que nos seja actualmente irreproduzível ou indistinto, o descrever ou reactivar essa total e ergo-dinâmica beleza cósmica de luz e brilho, negro e profundidade de biliões e biliões de planetas, estrelas e demais vida - mesmo que a não conheçamos como tal.

Sejamos então gratos e não obsoletos ou néscios de não suportarmos saber da verdade, mesmo que esta nos doa ou nos seja uma outra meta ininteligível. Temos de ser grandes; temos de ser maiores do que os menores que nos regem ou nos aventam as resquícias hipóteses de um dia podermos voar mais alto e mais longe - ou talvez para mais perto do que nos concebeu e vivificou o querer e o sonhar, o existir e o acreditar que ainda podemos de facto... orbitar. Sim, orbitar, em torno de estrelas e planetas que nos vejam naturalmente como uma outra civilização, não a dar os primeiros passos, mas, a organizar um outro andamento estelar. Assim seja - asseguro-vos - a bem de toda a Humanidade!