Translate

sexta-feira, 17 de junho de 2016

A Grande Trajectória Orbital!


Os Planetas e as suas Órbitas: Rumos astrais naturais ou trajectos para a morte...? E afinal, quem é este Planeta X, Nibiru ou Hercolubus de que tanto se fala???

Havendo mundos extraterrestres sumariamente desconhecidos pelo Homem, haverá indubitável e intransponivelmente também, uma existencial forma planetária de trajecto e, órbita, que vai contra tudo o que poderíamos supor, como é o caso do tão temido (agora) Nibiru.

Desde a civilização da Suméria (Iraque) de tempos idos, que tal se sabe ou estimula por origens afectas a este estranho mas mui complexo planeta, estrela ou corpo celeste - invisível mas intruso, segundo alguns. Como o parar, como o estancar ou como o erradicar de tal invasão, de tal direcção em rota de colisão, (provavelmente...) com a Terra? Será isso possível ou sequer admissível, mesmo para o mundo de Astrónomos, Astrofísicos e demais cientistas que há muito o estudam, ou ficar-se-à pela singela e sufocada impotência científica de nada se poder fazer ante tão gigantesco planeta de destinos tão inevitáveis quanto horrendos, se tivermos em conta o quanto isso nos irá prejudicar...?!

Haverá salvação para a Humanidade se este vier de encontro a todas as nossas piores expectativas numa sua direcção orbital de choque e brutal impacte sobre o nosso planeta...? Poderemos evitá-lo ou simplesmente negá-lo ou ocultá-lo, como sempre fazem as grandes instituições espaciais do globo, para que não haja o pânico generalizado ou a fuga em massa para lado nenhum...? Saberemos interiorizá-lo, na menor estoicidade humana de queremos salvar os nossos mais próximos, quem mais amamos, sabendo de antemão o quanto isso nos é inexequível e mesmo inalterável?

Estaremos então preparados para ver, passo a passo, segundo a segundo, a grande trajectória orbital desse portador da morte sobre a Humanidade??? Penso que não. Mas, fugir disso - dolorosa e subversivamente - não nos é possível. E isso, é talvez a pior fraqueza de todos nós, homens e mulheres deste nosso mundo, comuns cidadãos, que só querem continuar a viver em paz perante a inevitabilidade de vida e morte do Cosmos. Só isso!!!


Trajectória de Nibiru ou Planeta X. Algo que a NASA há muito sabe mas esconde de nós...

A Família Solar
A Energia oriunda do Sol, banha a sua família de planetas que descrevem órbitas quase circulares no seu movimento de translação à sua volta. Os planetas brilham à custa de luz reflectida; não geram a luz por meio de reacções nucleares.

A Terra é um dos planetas rochosos do grupo interior, que inclui também Mercúrio, Vénus e Marte. Mais afastados encontram-se quatro corpos bastante maiores, dois dos quais (Júpiter e Saturno) compostos principalmente de gás e dois outros de gelo (Úrano e Neptuno).
Plutão, o nono planeta, compõe-se sobretudo de rochas e de metano gelado (que quando descoberto, o pequeno brilho de Plutão e a falta de um disco resolúvel, causaram dúvidas se este seria ou não o tão comentado planeta X). Actualmente, a maioria dos cientistas concorda que o Planeta X não existe, continuando a ser gerada grande polémica sobre a existência ou desaparecimento sobre o mesmo. Mas, recentemente, as dúvidas instauraram-se...

Pequenos Asteróides Rochosos concentram-se em órbitas situadas entre as de Marte e de Júpiter. Muitos desses corpos esmagaram-se contra as superfícies dos planetas no decurso dos primeiros anos do Sistema Solar, formando assim crateras de impacte e grandes bacias.

A Família Solar completa-se com cometas gelados que tiveram origem nos domínios longínquos do sistema solar e, apresentam sobretudo, Órbitas Parabólicas. Muitos deles aproximam-se da Terra e tornam-se dessa forma, ocasionalmente, corpos espectaculares no céu nocturno.

Os Meteoros são outras partículas pequenas que se aproximam muitas vezes da Terra, mas sem causaram transtorno. Muitos planetas possuem Luas rochosas - e geladas - ou sistemas de anéis em órbita. Embora não seja o maior satélite natural, a Lua é um corpo esplêndido, constituindo indefectivelmente o Primeiro Mundo Extraterrestre visitado por Astronautas, em 1969!


Órbitas dos Corpos Celestes

O Trajecto Orbital dos Planetas
Em 1609, o astrónomo Johannes Kepler, descobriu que os planetas faziam revoluções em torno do Sol em órbitas elípticas - e não circulares - e que o Sol ocupava um dos focos de cada elipse.
Esta descoberta foi então formulada na sua lei do Movimento Planetário. Quando está mais próximo do Sol, diz-se que um corpo se encontra no: Periélio; na sua distância máxima está no Afélio.

A diferença entre estas duas grandezas é a excentricidade - uma medida da Elipsidade da Órbita. Com as excepções de Plutão/Caronte e de Mercúrio, porém, a maioria das órbitas dos planetas é quase circular. A distância mínima ao Sol do planeta mais interior - Mercúrio - é de 45,9 milhões de quilómetros, ao passo que a distância máxima do planeta mais exterior - Plutão - é de 7375 milhões de quilómetros. O raio médio da Órbita da Terra é de 149,6 milhões de quilómetros. Esta distância é muitas vezes utilizada pelos Astrónomos como uma unidade conveniente de medida, a que se dá o nome de: Unidade Astronómica (UA).

Com excepção de Mercúrio, Plutão e Caronte, as órbitas planetárias situam-se todas praticamente no mesmo plano, devido à atracção gravitacional exercida pelo Sol. Como o Sol e os planetas partilham este plano orbital, todos se movem no mesmo pano de fundo de Estrelas - ao longo da mesma trajectória, chamada Eclíptica. Esta passa através das 12 Constelações do Zodíaco.
A matéria que não se aglomerou para formar corpos maiores nem sempre segue este padrão, e muitos Cometas apresentam órbitas altamente inclinadas em relação ao plano da Eclíptica.


Movimentos Planetários do Sistema Solar.

Movimentos de Rotação
Os Planetas, individualmente, executam Movimentos de Rotação em torno dos eixos que apresentam inclinações variadas em relação ao plano da Eclíptica - uma propriedade a que se dá o nome de: Obliquidade. Assim, o Eixo de Rotação da Terra, está inclinado 23,5º e o de Júpiter 3,2º.
O mais estranho de todos, nesta configuração do nosso sistema solar, é Úrano, que está inclinado para um lado e apresenta uma inclinação do seu eixo de rotação de 97,86º.

Estas Obliquidades diferentes podem estar relacionadas com antigas colisões que podem também por sua vez ter afectado as distâncias finais dos Planetas em relação ao Sol.
Na realidade, a Rotação de Vénus, que é invulgar pelo facto de se efectuar em sentido contrário ao da Terra, crê-se que seja devida a um acontecimento desse tipo.

A Inclinação dos Eixos de Rotação dos Planetas não é fixa; alterações a longo prazo dão origem ao fenómeno da Precessão dos Equinócios, ou oscilação dos eixos. Actualmente, por exemplo, o eixo de Marte esta inclinado 24º em relação ao plano da sua Órbita. Mas nem sempre assim sucedeu.
Sabe-se que o eixo de Marte oscila ligeiramente, como um pião, completando um ciclo de 175.000 anos. O Eixo da sua Órbita também vai gradualmente mudando, completando uma Precessão em cada 72.000 anos!


Cálculos recentes revelaram a existência (ou probabilidade disso mesmo) de um nono planeta, no nosso Sistema Solar. Na imagem, a ilustração da provável órbita do Planeta Nove, conforme proposto pela nova simulação das equipas de Michael Brown e Batygin.

A Excentricidade reflectida...
Alterações semelhantes também afectam o nosso planeta Terra. Em ambos os casos, semelhantes mudanças dão origem a Padrões Climáticos em transformação rápida.
Há a acrescentar que, sendo a Excentricidade o grau de desvio de uma Órbita em relação ao círculo, Mercúrio é o mais excêntrico (0,2056) e Vénus o menos excêntrico (0,0067). Os Eixos de Rotação podem assim ser quase perpendiculares ao plano da Órbita ou inclinados em vários ângulos.

Os Planetas Exteriores apresentam períodos orbitais muito mais longos. A Órbita de Plutão é excêntrica e, regularmente, vai dentro da Órbita de Neptuno.
Júpiter tem uma pequena inclinação axial; Saturno e Neptuno estão ligeiramente mais inclinados que a Terra, e o Eixo de Úrano situa-se quase no plano orbital.
A Maioria dos Cometas gira em torno do Sol em órbitas bastante elípticas. Alguns, como o Cometa de Halley, possuem um período suficientemente curto, de modo que podem ser previsíveis; outros completam uma órbita em centenas ou até mesmo milhares de anos!

Quanto às recentes descobertas divulgadas agora, em 2016, sabe-se existirem indícios determinantes que evocam que haja de facto um Planeta X, nos confins do nosso Sistema Solar.
A descoberta do Planeta-anão VP 113 (em 2012), apresentou então à comunidade científica de prestigiados astrónomos, um corpo celeste com uma órbita que só poderia ser explicada com a presença de um outro planeta gigante - calculado em 10 vezes mais a massa da Terra - exactamente a mesma massa já determinada por Percival Lowell, em 1905.


Planeta X/Planeta 9: a mesma incidência planetária que agora alerta os cientistas para a sua efectiva existência deste planeta gigante.

Em busca do Planeta X...
Por meio de uma simulação de computador, já em 2014 dois astrónomos espanhóis propuseram-se a estudar esta vertente planetária numa aprofundada análise científica sobre a órbita do VP 113, descobrindo então há cerca de dois anos, a verdade oculta na existência do Planeta X (assim como de outros corpos celestes; corpos transneptunianos) e mesmo de outro planeta: Planeta Y.

Mais recentemente, outros dois investigadores do Instituto Tecnológico da Califórnia (EUA) que se debruçaram sobre este mesmo tema planetário - e efectuando uma outra simulação - chegaram à mesma conclusão que P. Lowell e a posterior equipa castelhana acerca do VP 113. Daqui surgiria a sugestão efectiva (ainda que não totalmente confirmada) da existência do Planeta X (com a exacta massa de 10 vezes a da Terra), no plausível reconhecimento e capacidade de argumentação (ou explicação) da referenciada estranha órbita dos objectos ou corpos transneptunianos já conhecidos.

Segundo os investigadores norte-americanos, onde se destaca Michael Brown pela sua eloquente afirmação de adorar poder encontrar o tal Planeta X ou Planeta Nove (mas ficando igualmente feliz se outro cientista o encontrasse), reflecte também de que, este planeta ainda não descoberto do Sistema Solar, deve ter uma Órbita Elíptica muito alongada em torno do Sol.
Sendo os dados ainda escassos, os resultados apontam para que um ano do Planeta X/Nove possa apresentar-se (ou evidenciar-se) com a  duração entre 10.000 a 20.000 anos terrestres.

M. Brown legitima ainda: « O máximo que ele se poderá aproximar do Sol, será - ou seria - de 200 UA (unidades astronómicas), que equivalem à distância da Terra ao Sol». Brown afere ainda de que isso o colocaria no seu momento de maior aproximação da nossa estrela, bem além de Plutão, na faixa de pequenos objectos conhecidos como o Cinturão de Kuiper, onde se localiza o corpo celeste ou astro por nós conhecido mais distante do Sistema Solar - provavelmente um planeta anão - chamado provisoriamente de V774104.

Ressaltando que muito ainda há por ser descoberto dentro do nosso sistema solar, ambas as equipas (norte-americana e espanhola) corroboram de que haja procura e, interesse científicos, na busca deste ou de outros planetas desconhecidos, no que todos ganharemos em profusão de conhecimento e divulgação sobre o Cosmos.


Um Pôr-do Sol fantástico que nos recorda a nossa pequenez mas talvez não a insignificância cósmica...

O Sol/Dados Planetários
Visto da Terra, o Sol efectua uma volta completa ao Céu em cada ano, atingindo assim o seu ponto mais setentrional por volta de 22 de Junho (solstício de Verão) e o seu ponto mais meridional por volta de 22 de Dezembro (solstício de Inverno).
Durante o Verão no hemisfério norte, o Pólo Norte está virado para o Sol e as latitudes setentrionais gozam então de temperaturas de Verão, enquanto nas latitudes meridionais é Inverno. O inverso ocorre durante o Inverno, no Norte.

Ao longo ano, o Sol atravessa o equador celeste duas vezes: no Equinócio da Primavera (quando passa pelo ponto vernal, por volta de 21 de Março) e no Equinócio de Outono (por volta de 22 de Setembro). Nessas datas, o dia e a noite são de duração igual nos dois hemisférios.
Em virtude da diferença entre o Periélio e o Afélio da Terra ser de apenas 5 milhões de quilómetros, a influência exercida por estes fenómenos é modesta.

Dados Planetários:

Planeta Mercúrio: Distância média do Sol: 57,91 x 10 (6) km; Diâmetro equatorial: 4878 km; Período sideral: 87,969 dias; Rotação equatorial: 58,65 dias; Massa: 3,303 x 10 (elevado a 23) kg.

Planeta Vénus: Distância. média do. Sol: 108,20; Diâmetro equatorial: 12.012; Período sideral:224,701; Rotação equatorial: 243 dias; Massa: 4,87 x 10 (elevado a 24) kg.

Planeta Terra: Distância média do Sol: 149,60; Diâmetro equatorial: 12.750; Período sideral: 365,256; Rotação equatorial: 23,93 horas; Massa: 5,97 x 10 (24) kg.

Planeta Marte: Distância média do Sol: 227,94; Diâmetro equatorial: 6786; Período sideral: 686,980; Rotação equatorial: 24,62 horas; Massa: 6,42 x 10 (23) kg.

Planeta Júpiter: Distância média do Sol: 778,33; Diâmetro equatorial: 142.984; Período sideral: 4332,71; Rotação equatorial: 9,8 horas; Massa: 1,90 x 10 (27) kg.

Planeta Saturno: Distância média do Sol: 1426,98; Diâmetro equatorial: 120.536; Período sideral: 10.759,50; Rotação equatorial: 10,6 horas; Massa: 5,68 x 10 (26) kg.

Planeta Úrano: Distância média do Sol: 2870,99; Diâmetro equatorial: 51.118; Período sideral: 30.685; Rotação equatorial: 17,9 horas; Massa: 8,684 x 10 (25) kg.

Planeta Neptuno: Distância média do Sol: 4497,07; Diâmetro equatorial: 49.500; Período sideral: 60.190; Rotação equatorial: 19,2 horas; Massa: 1,024 x 10 (26) kg.

Planeta Plutão: Distância média do Sol: 5913,52; Distância equatorial: 2300; Período sideral: 90.800; Rotação equatorial: 6,4 dias; Massa: 1,29 x 10 (22) kg.


Nibiru ou Planeta X, na óptica e visibilidade dos mais específicos telescópios espaciais que assim o detectam perante a inevitabilidade e ocorrência orbital de toda a sua existência.

Órbita de Nibiru
Segundo muitos cientistas, este tão comentado e propagandeado Nibiru, Planeta X ou mesmo Hercolubus, revela-se como uma estrela anã vermelha (ou marrom/castanha) que transporta consigo sete planetas que orbitam em torno de si - um mini Sistema Solar, portanto!
Nibiru (em denominada expressão que entretanto se vulgarizou entre os media), é cinco vezes maior do que o planeta Júpiter, que é, por sua vez, 1300 vezes maior do que o nosso planeta Terra. Ou seja, este gigantesco Nibiru é, por conseguinte, 6500 vezes maior do que a Terra!

Mesmo superando esta dimensão (pois há quem afirme que supera o número de 6,666 vezes dessa medida em relação à Terra) e crie índices ou teorias meramente teológicas sobre as profecias e ditames históricos e religiosos na pretensão existencial deste planeta, há outros, mais cépticos e realistas, que o preferem ver e optimizar como apenas e tão-só mais um planeta a descobrir.

A sua órbita em torno do nosso Sol - anã amarela - é de 3600 anos. É altamente massivo, o que concerne que, quanto mais massivo for, maior é a sua força gravitacional.
O seu Campo Magnético abrange assim 8 UA, ou seja, oito unidades astronómicas de diâmetro, sendo desta forma capaz de influenciar outros planetas e o próprio Sol, gravitacional e magneticamente - mesmo estando distante!

 
Coordenadas do Planeta Nibiru, no Google Earth

Descobertas recentes...
A partir de 2011, quando se aproximou demasiadamente do Sol, passou a influenciá-lo com um portentoso e extraordinário vigor, «puxando» de certa forma, o núcleo do mesmo.
Há que evidenciar que, o Núcleo do Sol, é apenas 65 vezes maior do que Nibiru. E, devido a isso, a actividade solar relativamente às explosões e tempestades solares aumentou tanto (ou assim se fez replicar) que o «Máximo Solar» começou em 2011, até aos actuais registos dias, não parando desde então. Os cientistas atentos, vão tentando encontrar explicações...

As Emissões de Radiação Solar Ultravioleta estão num grau - de 0 a 16 - em quinze (15), sendo que o normal seriam nove (9) ou dez (10) unidades. Existe então a conclusão feita por alguns cientistas de que o Nibiru teve efectivamente influência sobre estes dados e, na aproximação deste gigante, ao Sol.

Contudo, estima-se que o Sol também tenha por sua vez influenciado o Nibiru. Por consistência da Intensidade Magnética e Gravitacional de Nibiru - que por esse meio influenciou o Sol de tal forma que o mesmo iniciou em si a inversão dos Pólos Magnéticos - o mesmo viria a acontecer com a Terra.
Para realizar essa Inversão, são de facto necessárias essas duas forças em acção ou actuando em conjunto: a Gravitacional e Magnética.

Identifica-se que, suposta ou muito provavelmente, Nibiru (atraído pelo Sol e vice-versa), tenha aumentado então a sua velocidade de Translação, sendo posteriormente «catapultado» - com velocidade acelerada - para longe do mesmo. Estima-se assim que esse Impulso adquirido por ele, o tenha projectado para uma distância equivalente à de Neptuno ao Sol, aproximadamente...
Este processo sendo assaz conhecido pela nossa Ciência - Efeito Estilingue - que usa a força gravitacional da Terra, de planetas internos e externos para arremessar naves a velocidades muito maiores, tenta assim conseguir a redução do tempo de percurso em direcção ao seu objectivo.


Ilustração para referência da extraordinária dimensão de Nibiru/Hercolubus em face a Júpiter ou ao nosso planeta Terra. Incomparável, sem dúvida!

O Efeito «Estilingue»
O processo conhecido como «Efeito Estilingue» foi usado pela NASA para arremessar a sonda Galileu, rumo a Júpiter. A sonda passou duas vezes pela órbita da Terra, e de seguida, pela órbita de Vénus. Com uma velocidade significativamente aumentada, ou acelerada, foi finalmente endereçada a Júpiter.

Há quem defenda que, por lógica e acesso a vários conhecimentos dentro desta área, seja quase ou praticamente impossível que um corpo com estas gigantescas dimensões (apenas 200 vezes menor que o Sol e altamente massivo), fizesse o seu contorno ao Sol numa circunferência menor que a órbita de Mercúrio; no entanto, sendo digno de registo não deixará também de ser em parte especulativo que tal possa efectivamente ou não suceder...

Estima-se então que, o Efeito Gravitacional o tenha acelerado tanto, que a sua órbita de contorno ao Sol poderá de facto ser muito mais longa, porém mais rápida também (muito além a simulação que a NASA no momento praticou, divulgando depois). Há quem sugira e ainda vá mais longe neste auspício de tributo a Nibiru, referindo que levará aproximadamente três anos para que se possa atingir uma distância equivalente à distância do Sol a Neptuno, em mais outros três de retorno ao Sol. E que, por esta via, o tenhamos próximo a nós, na Terra, dentro de 2017/2018...

No seu retorno, vindo então Nibiru pelo pólo norte do Sol e da Terra, em visibilidade nítida ou óptica abrangente, amplamente visualizada no Hemisfério Norte, tentar-se-à a todo o custo poder observar este inacreditável fenómeno. A tal suceder, será sem dúvida um dos mais proeminentes espectáculos cósmicos ou estelares que o Homem já presenciou. Mas tal afectar-nos-à...? Não o sabemos com toda a certeza, mesmo que a NASA nos apregoe acalmias e não pânico...


Planeta destruidor ou Anã vermelha que tudo arrasará sem compleição ou piedade...?

Planeta gigante ou anã vermelha...?
Os cientistas não o afirmam; ou seja, não confirmam nem desmentem como tantos políticos da nossa praça o fazem, na suave condição de politicamente correctos em aferição, contenção ou mesmo negação de tais actos de corpos celestes, estrelas doidas ou planetas confusos que se fazem colidir com outros.

Tudo é posto em causa, até mesmo as mais eminentes afirmações da NASA ou de outras entidades espaciais que tal estudam. Não se quer gerar o pânico mas também não se dá maiores armas de arremesso ou de enlevo humanitário para que o resto da população se possa colocar a salvo, caso este Nibiru se venha a concretizar dentro do nosso espaço planetário. Ou seja, fugir para onde, como e porquê...? Ainda que algumas respostas nos sejam dadas, talvez nem valham a pena nem nos sejam dadas a tempo de tal considerar - ou sequer consciencializar - do tanto perigo que neste nosso pequeno ponto azul incorreremos, sem pressas ou vigílias que nos ditem outros destinos...

Possuímos sobre as nossas cabeças humanas e céus a descoberto, uma chama imensa de uma caustica brasa cósmica, e ninguém nos diz porquê. Tudo é «Segredo de Estado», mesmo que os telescópios espaciais o evidenciem e, enalteçam até, sobre o que aí vem que não é de somenos importância ou displicente jactância de planeta, cometa ou calhau de enorme massa sobre o nosso planeta.

Nibiru, essa grande massa informe designada de anã vermelha, uma estrela relativamente pequena e fria que não chegou a se inflamar e que tendo uma longa órbita de aproximadamente 3600 anos em torno do Sol (inclinada de 35º em relação à eclíptica dos planetas), se adensa sobre nós.


Nibiru: Imagem de Junho de 2015, do Google.

O Grande «Cruzador» ou «Intruder» dos céus...?!
Há cerca de 6000 anos, os Sumérios que se miscigenaram com o povo Acádio conheceram um planeta a que deram a denominação de: Nibiru. Esta designação acadiana que significa simplesmente «Cruzador» - ou o que cruza - revela-nos o quanto este fenómeno dos céus é motivador de desconfiança e alguma temeridade.

A Órbita Excêntrica e muito extensa de Nibiru, faz com que o planeta ígneo (produzido pela acção do fogo) passe milénios totalmente invisível à observação. Um ano de Nibiru, corresponde aproximadamente a 3600 anos terrestres.

Em 1992 novas descobertas foram então publicadas sobre um planeta a mais no sistema, denominado: «Intruder», ou Planeta Intruso (no que já se tinha feito em 1983 e 1984, pelo IRAS «Infrared Astronomical Satellite» ou satélite astronómico de infravermelhos que produziu exactamente essa observação sobre um décimo planeta) e que, mais tarde, acrescentaria a confrontação dos cientistas com a realidade há muito propagada por Secharia Sitchin.

Das muitas obras que este estudioso das civilizações antigas abordou, destacar-se-ia em especial a tradução do documento «Enuma Elish», que contém a história da formação deste famoso sistema solar. São anais muito antigos que falam de um planeta do tamanho de Úrano chamado: Tiamat, cuja órbita se situava entre Marte e Júpiter.


Alarmismo ou efectivamente o «Fim dos Tempos» sobre este grande intruso que tudo devassa???

Cinturão de Asteróides e todas as consequências...
O Grande Planeta-estrela Nibiru, Planeta X ou Hercolubus é, antes de mais, o grande transtorno e consequência máxima cósmica de todo o seu destino em órbita e movimentos. Tendo sido capturado pela força gravitacional do Sistema Solar, e na sua entrada nesse conjunto causando indubitáveis anomalias nestes, ou nas Luas dos outros planetas, não terá sido o mais bem considerado corpo celeste, tanto na documentação agora traduzida de antepassados como no aspecto em geral de grande invasor dos céus.

Segundo lendas históricas atribuídas aos Sumérios e, outras, divulgadas através de ancestrais documentos criteriosamente analisados na era contemporânea, conseguiu-se concluir que Nibiru terá então colidido com Tiamat e que enormes fragmentos terão assim, sequencialmente, entrado na órbita da Terra. O restante destes fragmentos formou então o conhecido «Cinturão de Asteróides», situado numa grande faixa do espaço cósmico entre Marte e Júpiter.

A passagem deste planeta, estrela ou anã vermelha, consoante as determinações científicas de uns e de outros que, a todos une na consequência e alteração planetárias aquando se faz sentir, remete para o mundo da Astronomia e da Astrofísica, a intemporal ideia de cataclismo iminente.
A cada 3600 anos - na proximidade da Terra - este Nibiru causa perturbantes efeitos climáticos, extremamente sensíveis, na realidade, em efeitos catastróficos ambientais; entre outras tantas catástrofes desencadeadas de devastadores resultados.

A Passagem de Nibiru é, possivelmente, a causa de mudança dos pólos da Terra, dos regimes das marés, dos padrões climáticos, dos desvios da órbita e choque com Asteróides, que são arrastados pelo «Intruso». Nibiru pode ter provocado, por exemplo, o Dilúvio de Noé ou o extermínio dos Dinossauros...


O Cosmos/Universo: que mais nos reservará este, a glória ou o fim dos tempos...? Que se diga a verdade, e só esta nos bastará para seguirmos em frente... ou não. Massacre ou libertação, extermínio ou a alteração dos mundos e das almas...? E, sabê-lo-emos enfrentar???

Um Fim que pode ser um Princípio...
Sem querer acabar com o maior dos maiores cataclismos que se possam abater sobre o nosso planeta Terra, há que ter uma palavra de esperança e confiança científica sobre o que estes (cientistas da NASA/ESA) possam saber e, enunciar - ou resguardar em cofre lacrado para si num bloqueio de mais medos ou receios (ou de se evitar o pânico a nível mundial), sobre a extinção planetária que nos acolhe. Ou soçobra, se tal suceder.

Dentro ou fora do planeta Terra que nos ampara, existem reacções e acções temerárias e executivas de tal não nos ser uma pedra tumular; contudo, há sempre que o instar às grandes e cimeiras entidades oficiais e militares, aquando estas questões se remetem para o silêncio das profundezas ou dos grandes bunkers que entretanto se suspeita existirem só para alguns - para os eleitos.

Seja como for, não tendo nós salvação possível para as tantas pragas do Egipto (na época, dez...) ou bóias de protecção e resguardo de morremos afogados nessas outras tantas águas diluvianas que só salvaram umas quantas espécies e a privilegiada família de Noé, não somos nem seremos jamais qualquer dinossauro que se preze para esturricar e se volatilizar ante nenhuma condição humanitária - ou extraterrestre - que nos possa salvar de tal. E, podendo, estima-se que o façam só por pura misericórdia ou simples anuência de considerarem que até valerá a pena continuar a espécie - a humana - vá-se lá saber por quê...

Por mim, falo. Gosto desta vida; e de outras que nem lembro e que, racionalizando ou sobrestimando assim, valorizo acima de todas as coisas; e se só temos uma alma, eterna, que tudo comanda, a minha me dita que vale de facto a pena ter esperança e, acreditar, que superaremos mais esta contingência, mais esta terrível provação das almas, todas, que nenhum buraco ou bunker de luxo poderá salvar, penso eu. E mesmo que a verdade doa, tal como Jesus Cristo um dia o disse, assim o reitero também: « E conhecereis a Verdade, E a Verdade vos libertará!». Só espero que isso seja mesmo verdade para finalmente acreditar que conhecer esta, valerá de facto a pena...! Então que se saiba da Verdade, seja ela qual for...