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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Apophis 99942: The Killer Asteroid of 2036

Discovery Channel - Large Asteroid Impact Simulation

NASA's OSIRIS-REx Asteroid Sample Return Mission

A Térmica Máquina Planetária

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Ilustração do impacte de Asteróide na Terra ou Meteorito de largo espectro.

Sabendo-se hoje a dimensão, causa e consequência da invasão latente sobre os planetas no impacte de Meteoritos, Asteróides e afins que elencam ou catalogam todas as possibilidades de funestas repercussões da vida nestes - em particular na Terra e ao longo dos milénios - insta-se também de que tenham sido a força matriz da grande libertação de energia, produzindo calor. Dessa infinidade de impactes individuais surgiu então a criação de vários planetas; de entre eles, a nossa amada Terra. Se assim foi, ao que os cientistas advogam toda a sua certeza científica, será, por essa mesma via, que a nossa vida no-la usurparão em paralela ou idêntica assumpção de tudo recolherem em si...???

Inferindo-se de que, a energia libertada pela desintegração lenta dos Isótopos Radioactivos de Vida Longa contribui assim com a maior proporção do calor para o valor actual da Energia da Terra, poder-se-à com toda a irrevogável anuência determinar-se e, pautar-se inesgotável, essa eminente fonte de calor nos planetas...? Poderemos arrogar implacavelmente de que, esta sempre existirá, numa urgência e coabitação planetária exterminável...?

Sendo o calor gerado no interior dos planetas (devido ao fluxo de voláteis oriundos do seu interior), sendo este responsável pela evolução das Atmosferas (e no caso da Terra, dos oceanos) sabe-se que o vulcanismo desempenhou assim um papel assaz importante na História Primitiva de todos os Planetas Interiores. Assim, constatando-se de que a deformação das rochas da crusta de alguns planetas é causada por movimentos internos provocados pela Energia Térmica Interior, que inferno térmico ou poderosa máquina planetária térmica é esta, para tudo ter em seu poder, para tudo fazer eclodir e, manter, em magnânima e portentosa fonte de todas as coisas...???

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Vulcão Sinabung, no norte de Sumatra (em Junho de 2015) - Indonésia. É visível o que expele de si, em lava e cinzas, numa fornalha interior energética de poder e calor, estendendo-se à superfície terrestre.

A Grande Máquina Térmica!
Embora não tenhamos a certeza absoluta do modo como os planetas se formaram, segundo os cientistas que tudo estudam, admitem contudo, estes terem acabado por se desenvolver em mundos dinâmicos e, energéticos. É do senso comum ou do conhecimento feito por estes investigadores e geofísicos ao longo da nossa História de que, quanto maior for a massa original do planeta, tanto maior é a quantidade de energia armazenada no processo de Acreção e tanto mais tempo é conservada!

Da Infinidade de Impactes individuais que criaram um planeta do tamanho da Terra, enormes quantidades de energia ficaram aprisionadas no seu interior. Por conseguinte, Grandes Quantidades de Energia podem ser armazenadas em corpos de pequena massa. Por exemplo, o Impacte na Terra de um meteorito de apenas 10 metros de diâmetro, liberta energia equivalente à de um Terramoto moderadamente forte!

A Pressão exercida pelas Rochas das Camadas Superiores sobre as que se situam abaixo da superfície de um qualquer planeta também é capaz de fazer aumentar a Temperatura do Centro em cerca de várias centenas de graus. A queda de material denso na direcção do centro do planeta, formando o Núcleo, também produz calor - até atingir os 2000ºC, no caso específico da Terra.
A energia libertada pela desintegração lenta dos Isótopos Radioactivos de Vida Longa, contribui com a maior proporção de calor para o valor actual da Energia da Terra. Esse calor radioactivo tem estado, sem dúvida, a ser libertado por todos os planetas desde a sua formação, continuando desta forma a ser a maior fonte de calor também em Vénus.

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Impacte Planetário: o eficaz bombardeamento das partículas cósmicas sobre os planetas.

«Saldos Energéticos» dos Planetas...
Sabe-se hoje que os Planetas aquecem! Sabe-se também de que, no decurso da primeira fase da Evolução do Sistema Solar, todos os planetas foram bombardeados por partículas cósmicas.
Este impressionante processo terá contribuído assim enormemente para os seus «saldos energéticos», visto que o Impacte das Partículas, por si só, tinha o potencial de elevar a Temperatura da Superfície da Terra, até aos 10.000ºC!

À medida que cada Impacte acrescentava mais massa aos Planetas em crescimento, a Energia Cinética de cada grão de impacte era transferida e quase inteiramente convertida em calor. Em consequência disso, os planetas tornavam-se mais quentes à medida que cresciam.
Se todas as Partículas do processo tivessem a dimensão de grãos de poeira, a Acreção da Terra teria ficado completada em 10.000 anos para que a Temperatura se tornasse suficientemente quente para que se formasse um Núcleo Metálico em Fusão.

Se, como parece provável, houve uma parte de Grandes Partículas, a energia cinética teria penetrado no planeta em crescimento de forma mais profunda; teria escapado mais lentamente e, portanto, a Acreção podia ter tomado mais tempo. Pensa-se hoje em dia que, a Geração do Núcleo, terá levado algumas centenas de milhões de anos nesse processo.

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Cratera de Barringer (ou do Meteoro) nos Estados Unidos da América.

O Aquecimento Adiabático
Segundo os cientistas, há de facto fortes indícios geoquímicos que sugerem que o Núcleo da Terra cresceu tanto durante como depois da Acreção, de modo que levou a que estes chegassem à conclusão de que a energia necessária para a formação do núcleo deve ter tido origem principalmente nos impactes. E, embora grande parte deste calor se tenha perdido por meio de condução, houve outras fontes de energia que compensaram essas perdas.

Um outro efeito foi ou, terá sido, o Aquecimento Adiabático, produzido pela pressão exercida sobre os materiais pela massa que está sobre eles. Por outras palavras, quanto maior for a profundidade a que se encontra uma matéria no interior de um qualquer planeta, tanto maior é a sua Temperatura (e pressão). No caso da Terra, imediatamente após a Acreção se ter completado, os Efeitos Adiabáticos tinham o potencial de aumentar a temperatura do núcleo em cerca de 900ºC.

A Terceira Maior Fonte de Energia no interior da Terra, é a que se deve a certos núclidos radioactivos. Assim, vários Isótopos de Urânio, Tório e Potássio - todos eles elementos presentes na Terra - desintegram-se lentamente para formar outros elementos, gerando então Energia Térmica no processo. Esses elementos teriam ficado aprisionados no Retículo Atómico dos Minerais durante a cristalização, começando assim e imediatamente as suas transformações, gerando calor no processo.

Perspectiva-se então que, quando cada Planeta já tinha arrefecido o suficiente para formar uma camada exterior rígida - Litosfera - esta actuaria como um isolador e faria com que o calor radioactivo ficasse preso no seu interior. Em conjunto, estes processos estabeleceram assim as condições necessárias a Formação de Núcleos, embora o afundamento de densas partículas ricas em Ferro, tivesse o potencial de fazer subir mais 2000ºC a temperatura da Terra!

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Acidalia Planitia (Marte): Imagem gentilmente cedida pela NASA/JPL/Universidade do Arizona.

Estruturas Térmicas comparáveis...?
Os cientistas têm-se debruçado em certas analogias sobre estes bombardeamentos de partículas cósmicas surgidas dos grandes impactes nos planetas. Aferem então que, se todos os Corpos do Sistema Solar fossem bombardeados durante um curto período de tempo semelhante por Planetesimais e pequenos grãos, as temperaturas a que os Protoplanetas se formaram tiveram de ser proporcionais às suas massas actuais.

Pensa-se que Vénus, que tem uma massa muito semelhante à da Terra, tenha também uma estrutura térmica comparável, mas com a região em fusão mais próxima do centro do planeta.
Pensa-se também que a região mais quente de Mercúrio, se situe então a maior proximidade do seu centro do que a da Terra, mas a própria temperatura deve ser muito inferior.
Marte, por outro lado, tem uma capacidade de aquecimento de apenas um décimo da registada na Terra; portanto, se uma região em fusão alguma vez se desenvolveu, localizava-se provavelmente a um nono do raio do planeta.

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Cratera Schiaparelli, em Marte. Uma Grande Cratera de há 4 biliões de anos com aproximadamente 470 quilómetros de diâmetro...

A Grande Cratera Schiaparelli, em Marte
Duas grandes crateras de impacte são visíveis a olho nu nas imagens que percorrem o mundo, aquando se visualiza o planeta Marte; além os dados recentemente obtidos pela câmara de alta resolução a bordo da «Mars Reconnaissence Orbiter», da NASA.

A Cratera de Schiaparelli é uma cratera de impacte, próximo do centro, de cerca de 470 quilómetros (que muitos estimam ser mais exactamente de 461 quilómetros), estando localizada na latitude 3ºS e longitude 344ºW. Uma cratera dentro de Schiaparelli exibe várias camadas que podem efectivamente ter sido formadas pela acção de ventos, vulcões ou deposição sob a água.

Na parte inferior direita situa-se a vasta bacia de Hellas, com 2000 quilómetros de diâmetro, que está recoberta de Dióxido de Carbono Gelado - de cor branca. Marte não tem tantas crateras como a Lua ou o planeta Mercúrio, mas apresenta muito mais relevos do que o nosso planeta Terra, na qual os vestígios dos impactes do bombardeamento sofreram erosão pelo vento, água, gelo e reciclagem da Crusta.

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Cratera Marth: imagem gentilmente cedida pela NASA/JPL/«University of Arizona» (Universidade do Arizona, EUA). Imagem de 1 de Agosto de 2015, captada pela «Hirise» (câmara de alta resolução acoplada à sonda «Mars Reconnaissence Orbiter», da NASA).

Obliquidade
Recentemente, uma elaborada pesquisa efectuada por cientistas/investigadores do «California Institute of Technology (Caltech)» ou, Instituto Tecnológico da Califórnia, nos EUA, sugeriu que uma antiga Mudança Climática em Marte causada por uma variação regular da inclinação do planeta (obliquidade) pode ter causado os padrões nas camadas.

«Obliquidade» ou a resultante das mudanças regulares do clima - decorrentes das variações na inclinação do planeta - determinam a aparência regular das camadas rochosas. Regista-se que, quando a inclinação é baixa (na já registada situação actual de Marte), os pólos são os locais mais frios e gelados do planeta, enquanto o equador é o mais quente - tal como se regista na Terra.

Tudo isto projecta que os gases na Atmosfera - como a água e o dióxido de carbono - migrem então em direcção aos pólos, onde acabam por congelar. Quando a Obliquidade é maior, os pólos recebem mais luz solar, fazendo com que estes elementos/substâncias migrem para outros locais. Quando o CO2 (dióxido de carbono) se move para longe dos pólos, a Pressão Atmosférica aumenta, causando provavelmente uma diferença na capacidade do vento de transportar e depositar a areia.

É de reportar ainda que, com mais água na Atmosfera, grãos de areia se agrupam formando camadas. Este criterioso estudo obtido através da Mars Reconnaissence Orbiter, da NASA (utilizando também para o efeito mapas topográficos), veio assim estabelecer mais em pormenor, a análise e estudo sobre a espessura das camadas.

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O brutal impacte que se reproduz nos planetas. Se tal se insurgisse na Terra, que seria de nós, Humanidade, e tudo o resto, em fim dos tempos anunciado...?!

O Fim é sempre um começo...?
Será inevitável o poder-se comentar e subjectivar talvez, o que depressa descobriríamos de acabar como se começou... ou não. Sabendo-se destes brutais impactes planetários que há milénios se projectaram nos planetas, em particular no nosso planeta Terra (no que para o ser humano é de suma e vital importância para a formação planetária e muito depois disso a vida na Terra), poderemos sossegar ante a sonante perspectiva que se polemiza a nível ou à escala mundial de um susto de morte ao sermos esventrados por asteróides ou meteoritos de grande alcance...? Penso que não.

O Cosmos é pulsante de todo o movimento possível e impossível que em teorização ou prática de todo o conhecimento terrestre, o Homem tem vindo a conotar em maior ou menor incidência, aquando estes fenómenos se executam, perfurando os céus da Terra.

Sentindo-nos fragilizados e completamente impotentes para refrear ou sequer sugestionar qualquer hipótese de advento contrário ao rumo liderado por estas ocorrências, o Homem admite-se estudar mais e mais sobre o que ainda não conhece - ou reflecte ponderar em execução mais activa - evitando a tragédia planetária da nossa extinção como civilização que somos.

Fala-se hoje nas redes sociais deste nosso recente mundo internauta, de um hipotético mas muito admissível e existencial asteróide NT7 poder vir em rota de colisão - certeira e mortífera - de encontro à Terra. Vão-se passando os anos de desmentidos e não confirmações, em particular da NASA, sobre a veracidade destes fenómenos do Universo. E isso, afligindo-nos, acaba também por nos reforçar a certeza dessa premente continuidade da Humanidade e toda a sua fluente geografia animal e vegetal - de seres vivos, seres presentes - na nossa vida quotidiana. Brinda-se a isso!

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«Bennu», ou o mais terrífico asteróide (descoberto em 1999), que em breve a NASA irá estudar e assim consolidar a esperança de que este nos não perfure o planeta...

Outras Térmicas Máquinas Planetárias...
Ainda que fugindo ao tema inicial sobre as térmicas máquinas planetárias que influíram também o nosso planeta em energia contínua e, quiçá imortal além todos os tempos da formação planetária, apraz dizer ou acrescentar que, descoberto este NT7 com 2 quilómetros de diâmetro, em 2002 - e que criou o alarme geral, sobre a possibilidade de colisão com a Terra (provavelmente em 2019...) - muitos outros haverão que nos contagiam as entranhas e nos pregam verdadeiros sustos, desde os gigantes asteróides/meteoritos com um quilómetro de diâmetro aos de apenas 10.

Desde as térmicas sequências planetárias (vulcões, terramotos e outros idênticos a traiçoeiros fenómenos) tudo nos confina à consequente debilidade humana e terrestre de que todos fazemos parte. Somos completamente inócuos e inactivos perante tamanha grandiosidade cósmica em acervo estelar sobre a Terra. Tudo nos mete medo e temos razão para isso!

As últimas notícias e talvez novidades que entretanto saberemos sobre estes fenómenos que se designam por asteróides, meteoritos e mesmo cometas, faz-nos olhar o mundo, o nosso mundo, de outra forma: tudo está em mudança, tudo está em litígio.

A NASA tem alertado para esse facto, muito em especial para o tal «Bennu» que em 2135 voará entre a Lua e a Terra. Este asteróide tem 1600 pés de diâmetro em medida norte-americana, ou seja, 487.68 metros de diâmetro, viajando em torno do Sol a uma média de 63.000 mph (28.163,53 m/s).
Equivalente a desencadear a propulsão de um cataclismo planetário de 3 biliões de toneladas de alto explosivo (200 vezes a força da bomba atómica lançada sobre Hiroshima), reverter-se-ia em verdadeira hecatombe, se a NASA entretanto não desmentisse que as probabilidades deste impacte vir a acontecer, seja objectivamente muito pequeno...

«Asteróides como Bennu podem ter semeado a Terra com este material, contribuindo para a sopa primordial, a partir do qual a vida surgiu!», afirmação convicta de Dante Lauretta, professor de Ciência Planetária da Universidade do Arizona. « Bennu é um asteróide carbonáceo, uma antiga relíquia do sistema solar que é preenchido com moléculas orgânicas», acrescentou. Daí que, seja expectável vir a conhecer o seu tamanho, massa e composição, rematou.

A NASA vai lançar a missão da sonda Osíris-Rex para Bennu, em Setembro de 2016, ou seja, já está em marcha. Esta sonda irá orbitar o Sol durante um ano, aumentando a sua velocidade no retorno à Terra, utilizando a gravidade do planeta para alinhar a sua órbita com o asteróide, indo ao seu encontro em 2018. De seguida mapeará o asteróide, recolhendo sobre a sua superfície depois alguns destroços, antes de voltar para a Terra. Dados recolhidos também pelo famoso «New York Post», em 2016, além o Sunday Time, de Londres, após divulgação.

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Sonda Osíris-Rex, da NASA, na sua árdua mas (espera-se!) eficaz missão - e de almejado grande sucesso - ao asteróide Bennu. Setembro de 2016, é o início...

A NASA não dorme...
Os cientistas tendo encontrado já micro-meteoritos na Terra, tentam agora expandir todos os seus conhecimentos e reprodutivos ensinamentos sobre o que terá impulsionado a que estes caíssem no nosso planeta há 2,7 biliões de anos. Por outras investidas da NASA, que lança agora uma sonda que voltará com um pedaço de asteróide para a Terra.

Um outro sumptuoso ou quiçá ambicioso projecto mundial que a NASA está então a estimular ao grande público, é o denominado: «Near Earth Object Program» que tenta cativar astrónomos amadores ou simpatizantes da causa astronómica na descoberta de novos asteróides. Conhecê-los é obrigatório e mesmo meritório; já conceber-lhes outros rumos, outras directrizes, isso, é uma outra história...

Nada mais a relatar que não seja: estejam atentos, muito atentos e fugazes na descoberta ou alquimia-mor de serem ou pertencerem aos altos quadros científicos da NASA que tudo explora, dignifica e arvora, hasteando a bandeira máxima mundial da descoberta de novos mundos a este nosso tão pequeno mundo: a nossa amada Terra!

Que não esventre o demónio o que Deus nos concedeu, segundo alguns religiosos ou crentes que ainda acreditam que vale a pena rezar por um mundo melhor e, se Deus quiser ou permitir, sem furiosas ou infernais máquinas (térmicas ou não) que nos sacudam do sossego ancestral que ainda hoje reportamos. Com excepção para os dinossauros e afins... Olhem o Céu e vejam como ele brilha; de dia ou de noite...

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

ALIEN SIGNAL - Rosetta 67p Comet Song: INFRA-SOUND RECORDING. ArtAlienTV...

Comet 67P Outburst Slams Rosetta Probe With Dust | Video

Os Grandes Mistérios dos Cometas...

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Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko captado pela sonda Rosetta (ESA) a 3 de Agosto de 2014 (e a uma distância de 285 quilómetros). Gentileza da ESA/Rosetta/MPS.

Colocando um ponto final numa já longa missão de dez anos, a sonda Rosetta não decepcionou quem nesta depositou todas as esperanças de um maior e mais lato conhecimento sobre os Cometas; em particular, sobre este 67P que, portentoso e fulgurante a nossos olhos terrestres, se viu enaltecer na circunstância científica de afastar medos e receios e, referenciar outros, bem mais seguros e confiantes de se estar perante uma nova realidade.

Realidade essa, pontificada com mais elementos sobre a sua origem; entre outras coisas. Aferindo o que os Cometas nos traduzem de mistério e susto, envolvimento e intransponível dinâmica em velocidade, direcção ou impressionante invasão do espaço terrestre, sendo impossível por mão humana mudar tal ou, reflectir nestes qualquer translação evitando o perigo de colisão com a Terra, poderemos acreditar ter o poder (no futuro próximo) dos mesmos manipular e, redireccionar, em superior tecnologia ou impulsionadora ficção científica de nos protegermos contra si...?!

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Sonda Rosetta com o seu robô Philae que aterrou no cometa 67P. Em Agosto tudo calmo; já em Setembro as novidades foram muitas...

Culminando num estrondoso sucesso científico, segundo os intervenientes da ESA e seus colaboradores, o Churyumov-Gerasimenko é, hoje, mundialmente conhecido como o grande revelador da primordial «sopa orgânica» dos basilares ingredientes cósmicos que originaram a vida na Terra. Os Cometas - os corpos celestes mais antigos do sistema solar - transpostos actualmente para as muitas respostas sobre a formação dos planetas, infere-nos a certeza de toda a sua importância na sequencial revelação de todos ou, parte, de alguns dos seus mistérios.

Todavia, além o que hoje se conhece sobre estes, haverá a plenitude ou, a securidade mundial científica de nos apaziguarem maiores temores sobre o que trágica e manifestamente se reproduzem, aquando nos esventram a atmosfera e os céus da Terra...? Poderão os cientistas estabelecer que jamais nenhum cometa nos predestinará um fim próximo ou o prenúncio do final dos tempos, como na Idade Média, assim que algum surgia nos céus...?

Haverá a total consciência global e humana de que, estando nós a milhares de anos de distância dessa sumidade tecnológica estelar que os faça mudar de rumo, rota, órbita ou intentos, que mais poderá o Homem fazer - ou reinventar e consolidar - para que não seja futuramente um alvo fácil, fácil demais, para o abrupto ou disruptivo fenómeno (em absurdo paradigma!) da não continuação da Humanidade...?

Estaremos assim nas «mãos» de um qualquer cometa que se não desintegre e nos faça razia de toda a milenar civilização, à semelhança de idos tempos de dinossauros e outras eras que tudo suplantaram à face da Terra...? Ou «eles» (esses tão avançados seres estelares, seres superiores) estão vigilantes e, como intocável poder supremo, serão o escudo obreiro e por demais certeiro (tal como míssil de longo alcance) de inacessível esventre, de inextirpável invasão, que tudo reporta, supervisiona e colmata, sem que o ser humano o possa sequer destrinçar...?! Poder-se-à estar protegido por «eles»...? E, para sempre...? E esse sempre, será tão eterno como eternos são os cometas que nos franqueiam...???

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Rosetta/robô Philae (NASA/ESA) avistam, em Setembro de 2014, o que se pensa tratar-se de um Óvni/objecto não-identificado brilhante e, com certa luminosidade, sobre o cometa 67P. A NASA também confirmaria entretanto a captação de sinais de rádio. A especulação foi geral mas óbvia: vida interestelar no cometa 67P, base alienígena ou outra forma de vida aí estabelecida...?

Cometas: para além de todas as fronteiras...
Sabe-se que os Cometas apesar de serem conectados como os corpos mais pequenos do Sistema Solar, são também os mais antigos! A sua origem está intimamente ligada à do próprio sistema porque, parecem ter-se condensado directamente da matéria da Nebulosa Solar Original.

Embora a sua aparição tenha sido tradicionalmente encarada como um prenúncio do «Fim do Mundo», a previsão da visita regular dos cometas constitui um dos primeiros feitos dos Astrónomos Antigos! Actualmente, o sue regresso é sobejamente festejado pelos cientistas como uma oportunidade excepcional de obter informação sobre a História Primitiva do Sistema Solar.

Os Cometas possuem uma massa muito pequena, o que significa que sofreram pouca diferenciação química desde que se formaram. Pensa-se, por isso,  que são relíquias da matéria da Nebulosa Solar Primitiva que deu origem aos Planetas Exteriores - por acreção.

Os Cometas compõem-se de gelo e de poeira, sendo geral e graficamente descritos pela comunidade científica e seu grande público como: «bolas de neve sujas». Podem ter tido a sua origem nas paragens exteriores do Sistema Solar - próximo da localização actual de Úrano e Neptuno - mas foram gravitacionalmente perturbados numa fase precoce, e por certo atirados para uma grande nuvem, de centenas de milhares de milhões de cometas que circunda o Sistema Solar.

Essa nuvem - nuvem de Oort - encontra-se a cerca de um terço de distância até à estrela mais próxima. Alguns desses corpos podem então ser perturbados, ganhando órbitas de curto período mas altamente elípticas que os trazem para o Sistema Solar Interior, embora não necessariamente no mesmo plano que os Planetas.

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Cometa Halley observado em 15 de maio de 1910, no início do século XX.

A Passagem dos Cometas...
À medida que um Cometa se aproxima do Sol, o seu núcleo gelado vaporiza (em parte), gerando uma cabeleira brilhante difusa ou nuvem de poeiras e de gases e uma cauda partículas gasosas, ionizadas pelo vento solar. A cauda aponta sempre na direcção contrária à do Sol, podendo inclusive possuir centenas de milhões de quilómetros de comprimento; pode parecer assim muito brilhante vista da Terra em observação fantástica. Uma segunda cauda mais curta de partículas de poeira «deixadas para trás» pelo núcleo também se observa por vezes.

A Passagem do Cometa de Halley pelo sistema solar, em 1986, foi particularmente informativa porque permitiu aos cientistas o envio de cinco Sondas Espaciais (ao invés do início do século em que o ser humano se limitou a observar dos céus este fenómeno), no particular enfoque para a sonda espacial «Giotto», direccionada directamente até ao Núcleo do Cometa. Com isso ficámos a saber que o Núcleo do Cometa era uma massa confusa, de forma irregular, com 18 quilómetros de comprimento e 8 de largura, com uma superfície pejada de crateras.

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Cometa Halley captado em 1986. Rússia, Japão e Europa uniram-se na demanda do conhecimento e da análise em conjunto sobre o cometa Halley.

«A superfície era na verdade muito escura. Parece que essa escuridão é induzida quando o cometa passa próximo do Sol e os gelos interiores se fundem, causando a formação de um resíduo de matéria carbonácea à superfície do núcleo», terá aferido um dos muitos cientistas que entretanto investigaram mais a fundo este cometa. Corroboraram então entre si - e depois ao mundo em divulgação posterior - de que, se observaram jactos de gás a serem ejectados do núcleo, por vezes expulsando matéria à média de 10 toneladas por segundo.

Os Estudo Espectroscópicos revelaram que o núcleo é composto de várias moléculas voláteis que envolvem Hidrogénio, Azoto, Carbono e Sódio.
O Monóxido de Carbono também está presente. Quando um cometa desse tipo se aproxima do Sol, também se detecta Magnésio, Ferro, Níquel e Silício, presumivelmente em partículas de poeira libertadas à medida que o Cometa é banhado pelo calor do Sol.

A Investigação de então confirmou que, o Núcleo de um Cometa, consiste basicamente em matérias carbonáceas e silicatos hidratados, misturados numa matriz lamacenta de água e outros gelos, tais como o Metano, a Amónia e o Dióxido de Carbono.

Sabe-se entretanto que, quando um corpo do tamanho dum qualquer cometa, encontra um planeta rochoso (como a Terra), o impacte da sua colisão forma uma enorme cratera neste, ou seja, torna-se por demais evidente esse impacte, vaporizando as rochas da superfície. Ressalta então uma onda de choque na Crusta, forçando a rocha a levantar-se no Centro da Cratera. Este efeito pode ser observado em várias zonas do globo, sendo mais verificável na cratera de 20 quilómetros de diâmetro em Gosse Bluff, no deserto australiano, que é o resultado do impacte de um cometa ocorrido há 130 milhões de anos, na nossa Terra!

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Imagem actual (30 de Setembro de 2016) do Cometa 67P Churyumov-Gerasimenko, aquando o pouso/aterragem da sonda Rosetta no cometa.

O Misterioso cometa 67P/Churyumov- Gerasimenko...
Fazendo agora uma ligeira perspectiva desta nobre missão espacial da sonda Rosetta ao 67P, tem de se argumentar algo, que, enobrece de facto este pelos seus descobridores, em 1969 (que ironia tão feliz, neste mesmo ano em que o Homem pisou a Lua pela primeira vez...), tendo este cometa sido baptizado com ambos os nomes destes dois astrónomos soviéticos: Klim Churyumov e Svetlana Gerasimenko.

Este cometa 67P tem uma órbita ao redor do Sol (assim como todos os planetas do nosso sistema solar), em que a sua trajectória fica entre as órbitas da Terra e de Júpiter. O período orbital do 67P (o tempo que demora a dar uma volta em redor do Sol), é de 6,45 anos - no que o nosso planeta Terra demora somente um ano para tal executar. A velocidade a que se desloca este cometa é de 135 mil quilómetros por hora. Observa-se possuir 4 quilómetros de diâmetro e a temperatura da sua superfície oscila entre -68ºC e -34ºC. Nada convidativo para a vida humana...

A Missão Rosetta, iniciada pela ESA (agência espacial europeia), em Novembro de 1993, projectou o envio de uma sonda (Rosetta) assim como de um seu acoplado robô, de seu nome «Philae» que, pousaria no inóspito solo do cometa 67P para mais informação colher sobre este. Assim sucedeu e assim nos devolveu a maior abordagem e conhecimento sobre tão enigmático cometa que, agora, nos veio presentear com tantos e tantos fenómenos; uns explicáveis, outros nem tanto...

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Observação espacial sobre o cometa 67P, sendo visível algo inédito: um possível «cadáver»/esqueleto extraterrestre ou, o que o nosso cérebro humano compõe em factor de vida (diferenciado ou não...) de algo que ainda não conhecemos...!?

Um Sepulcro a Céu aberto...?
Quem saberá o que se esconde neste 67P, seja nas suas profundezas de seu núcleo gelado, seja à sua superfície? Por muito irrefutável que seja o saber-se hoje de que, essa transmissão gelada ou esse enorme poderio dos cometas terem havido um papel de suma importância da vida na Terra (em carregamento ou vazamento de grandes quantidades de gelo sobre o nosso planeta), o certo é que muito mais haverá que se esconde para lá de tudo isto...!

Entender as nossas origens, assim como a evolução do Sistema Solar é de facto obrigatório, não sem antes termos em conta, tudo o que nos é existencialmente desconhecido; ainda.
No dia 3 de Setembro de 2015, a sonda Rosetta captou em fotografia e imagem absolutamente distintas, algo que o mundo, o nosso pequeno mundo terrestre iria contemplar em certa estupefacção global: a descoberta de um presumível esqueleto extraterrestre/alienígena - na posição horizontal - e com cerca de 80 metros de comprimento.

Os Ossos do hipotético corpo-cadáver (inerte e provavelmente sem vida, supõe-se...) têm uma aparência metálica, ou seja, não-orgânica. Os membros inferiores (pernas) são muito extensas, o que o perfaz numa grande dimensão, obviamente diferenciada da humana. Observa-se ainda um crânio de cor clara (caucasiano, se fosse caso de raça branca humana), não se tendo a total objectividade deste poder ser bicéfalo ou não, devido à inclinação da cabeça para os lados, vendo-se ainda a parte do pescoço, peito e costelas do tronco do ser em questão.

Provavelmente de posição erecta (à semelhança do Homem), pelo que se particulariza de dois pés sustentando o corpo, refaz a quase certeza de uma outra forma de vida, ainda que inorgânica ou de perfil mecânico (segundo os nossos parâmetros humanos) de outras performances biológicas ou tecnológicas: não o sabemos na totalidade...

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Imagem captada pela sonda Rosetta, em Maio de 2016. Uma estrutura anómala mergulhada na superfície do cometa 67P que evidencia que algo se passa neste. Visitação extraterrestre (forçada ou não...) sobre um inóspito cometa para a vida humana. Sê-lo-à para outras vidas...?

Cemitério ou aterragem forçada...?
Não se sabe se o que a sonda Rosetta captou terá sido em vão ou, o que aqui se tenta clarificar de outras formas de vida, além o conhecimento humano e científico, na formação planetária do nosso sistema solar. O que se sabe é que, visivelmente pelas objectivas da sonda, se reitera que algo substancial se remeteu nos solos do cometa 67P.

«É a culminação de um tremendo sucesso científico e técnico da missão!», alvitrou entusiasticamente Patrick Martin, o responsável da missão-Rosetta, anunciando enfaticamente ainda o total sucesso desta missão histórica da aproximação e, aterragem, da sonda Rosetta em captação pela câmara Osiris, sobre o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. E tudo isto em 30 de Setembro de 2016, na chegada e conclusão da missão (sobre as últimas fotos tiradas), após o que a sonda, tal como «Bela Adormecida», vai repousar sobre o cometa...

Mas outras novidades surgem: segundo a ESA, em 2018, será lançada a BepiColombo, numa missão conjunta ao planeta Mercúrio, entre a ESA (agência espacial europeia) e a JAXA (agência espacial japonesa). Já a NASA (agência espacial norte-americana) tem previsto o lançamento da missão Solar-Orbiter nesse mesmo ano, em parceria com as agências atrás referidas, com o objectivo de analisar o magnetismo solar, a sua actividade explosiva e, os efeitos imediatos nas proximidades da estrela.
Em 2022, será lançada então a sonda Juice (que aproveitará a tecnologia desenvolvida pela sonda Rosetta), no que será a primeira missão europeia com destino ao planeta Júpiter, para estudar a aparição de mundos habitáveis em torno dos seus gigantes gasosos.

Resultado de imagem para rosetta em cometa 67p
A última foto da sonda Rosetta sobre o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, a 329 quilómetros. Descansa então em paz, Rosetta, que de tantos mistérios desvendados, ainda há tantos outros por revelar...

Descansa agora «Bela Adormecida» Rosetta...
Há que o afirmar: A sonda Rosetta, da ESA, foi surpreendente! E tudo o mais que ela nos trouxe em benefício da dúvida mas também do esclarecimento científico sobre o cometa 67P!

Voltando às anomalias ali verificadas e, assim escarrapachadas ao mundo, ao nosso voyeur mundo de polémicas, tragédias, teorias e contemplações e quiçá outras tantas especulações, observámos que de facto não estamos ou não devemos de estar sós nesses mundos! E, no que esta admirável sonda Rosetta nos trouxe em púlpito deslumbrante na imortalização (ou eternização internauta...) do que entretanto foi colhendo, captando e registando em si, que nos demos conta de que existem mesmo, ou muito provavelmente, estruturas, naves e seres alienígenas que por ali proliferam (mortos ou desactivados, adormecidos ou hibernados, por algo que nos escapa em sustentação ou animação de vida incógnitas) e que se fazem também ali pertencer, seja em efectivação de observação ou de sua existência propriamente dita. Hoje o que é dúvida, amanhã é certeza!

Esta observação sobre o solo do cometa 67P, anomalia/estrutura ou quiçá os despojos de uma aterragem forçada ou não-recalibrada ante a alta tecnologia estelar, tem a ascensão própria de nos fazer acreditar de que existe muito mais além. Situada a cerca de 9,88 quilómetros (a partir do núcleo do cometa 67P), em que é ostensivamente visível um objecto misterioso sobre a planura do cometa ali vigiado pela Rosetta, dá-nos a percepção de que também «alguém» (orgânico ou não...) por ali andou - ou anda - em prospecção do terreno cometário... (ou última paragem por acidente espacial ou incidente tecnológico). E a tudo a Rosetta captou!

Muitos mais mistérios se poderiam acoplar ou invectivar sobre esta emulsão de fenómenos, acontecimentos e mesmo emoções terrenas sobre o que se passa também connosco, na Terra. Não somos únicos, não somos especiais, e muito menos somos ou seremos alvos indiciadores de uma qualquer feitiçaria ou anomalia interestelar da tão elementar sopa cósmica que o Universo fez de nós. Somos humanos; somos da Terra e isso basta. Por enquanto...